Curtir no cabide

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Se você for até a loja da C&A no Shopping Iguatemi, notará que cada cabide possui um contador digital, com um número que informa a quantidade de pessoas que “curtiram” aquela roupa na página da C&A no Facebook. Como o consumidor é influenciado pela popularidade e também pela novidade, o contador de “curtidas” funciona como mais um argumento de venda.

Invente um bom polidor de roda

Uma das máximas da administração é que “Não adianta gastar tempo e dinheiro reinventando a roda”. Mas você sempre pode criar algo que melhore a roda.

A Bang & Olufsen, por exemplo, é uma empresa de som e vídeo com um posicionamento diferenciado: seus produtos, com preço bem acima da média do mercado, são feitos para quem exige um som impecável, da melhor qualidade. E um dos lançamentos mais recentes é um alto-falante para seu tablet e que também funciona como um aparador para os aparelhos: seu design permite que eles fiquem na vertical ou na horizontal, fazendo que se transformem, para todos os efeitos, em um minitelevisor.

Chantagem

Você tem um objetivo para cumprir nos próximos seis meses? Emagrecer, parar de fumar, trocar de emprego, fazer aquela faxina geral na casa, começar um curso de línguas ou algo similar? Já existe um aplicativo para Facebook que o “força” a completar sua meta, com de uma pequena chantagem. Desenvolvido por um brasileiro, o funcionamento do “Aherk!” (esse é o nome do programa) é simples. Primeiro você posta seu objetivo no Facebook, informando a seus amigos quando e o que deseja realizar ou atingir. O segundo passo é fazer o upload de uma foto embaraçosa sua, como aquela que seus pais guardam sabe-se lá porquê, ou aquela na Oktoberfest, ou, ainda, aquela do fim de semana na praia… O Aherk! irá manter sua foto em segurança, longe dos olhos do público até a data que você definiu como o prazo final de sua meta. O programa, então, solicita aos seus amigos que votem, para definir se a meta realmente foi cumprida. Se a maioria disser que não, que você não a cumpriu , prepare-se: a foto será postada em seu perfil.

Além do programa funcionar como um estímulo para aqueles que têm dificuldades de administrar o tempo, serve também para identificar os falsos amigos. Que tal usar o conceito para algo mais sério, como informar seu cliente sobre o tempo que falta para a entrega de seu pedido? 

Para usar melhor a mídia social

Segundo a empresa de gestão de websites e encurtamento de endereços, a bit.ly, os melhores horários para postar algo nas mídias sociais são estes:

  • No Twitter, o melhor horário é entre uma e três da tarde nas segundas-feiras. Sua mensagem ou link permanecerá relevante por pouco mais de duas horas e meia. A pior hora para usar o Twitter é depois das oito horas da noite. Nas sextas-feiras, qualquer tweet depois das três da tarde tende a ser ignorado.
  • No Facebook, o horário é mais elástico: o site é mais acessado das onze da manhã às quatro da tarde. Segundo a empresa, para conseguir o máximo de leitores, poste às três horas da tarde.
  • O Tumblr, ao contrário, é acessado mais no fim da tarde. O movimento nessa rede social começa às quatro da tarde e atinge seu auge às sete da noite.

Desenvolvimento

A companhia aérea Azul é mais uma empresa a criar uma universidade corporativa. A Academia de Serviços Azul (ASA) pretende formar pilotos e comissários e, segundo a empresa, “dar oportunidade para quem não tem pai rico”, pois formar-se piloto não é a coisa mais barata do mundo. E você, o que está esperando para desenvolver seus colaboradores?

Grandes números

  • 4,45% foi quanto subiu a inadimplência no varejo brasileiro em abril de 2012, em comparação com o mesmo mês em 2011. Os dados são da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL).
  • 1 bilhão foi o número de downloads de todas as versões do jogo Angry Birds, referente a todas as versões do aplicativo, segundo a desenvolvedora Rovio. Isso garantiu um lucro de 67 milhões de dólares em 2011, e o dinheiro está sendo utilizado para adquirir outras desenvolvedoras de Apps.

Frase

“Redução de compulsório e do imposto sobre operações financeiras são iniciativas que neste momento não estão sendo consideradas".

Nelson Barbosa, secretário executivo do Ministério da Fazenda

Pesquisas de vendas

Quanto as redes sociais têm contribuindo para a geração de negócios no segmento B2B no Brasil? A partir dessa pergunta foi realizada uma pesquisa em abril deste ano, a qual ouviu 300 gerentes e diretores de áreas como comunicação, marketing e vendas. Confira os principais resultados:

  • 85% dos entrevistados afirmam desenvolverem algum tipo de trabalho nas redes sociais.
  • As redes mais utilizadas são: Facebook, com 20%; Twitter, com 17%; Youtube, com 14%; LinkedIn, com 11%; blogs, com 9%; e outros.
  • 71% das empresas já possuem um setor responsável pelo monitoramento e pela atualização de conteúdo em redes sociais (em 52% dos casos o departamento responsável é o marketing).
  • 28% das empresas que utilizam as redes sociais as utilizam para “ampliar o efeito de projetos de marketing já existentes”; 17% para fazer networking on-line e off-line; 13% para “conjugar interação nas redes sociais e em eventos presenciais”; 10% para manter relacionamento com empresas do mesmo segmento; e 9% para alimentar o CRM da empresa com contatos. Os outros 23% não utilizam redes sociais.
  • Das empresas que não utilizam as redes sociais, 23% alegam que seus clientes também não as utilizam; 14% alegam falta de tempo para acompanhá-las; 10% acreditam ser uma ferramenta exclusiva do B2B; e 8% não acreditam nos resultados finais.
  • Sobre a linguagem utilizada por essas empresas nas interações via redes sociais, 19% utilizam linguagem informal, 38% linguagem formal e 43% não estabelecem um padrão.
  • Em relação ao conteúdo que essas empresas publicam nas redes sociais, 15% tratam de temas amplos ligados ao mercado em questão; em 24% são conteúdos como depoimentos em vídeo ou informações referentes à empresa; 25% publicam apenas informações ligadas ao nicho em questão; e 37% alegaram não divulgar nenhum tipo de informação.
  • Por fim, 23% das empresas entrevistadas alegaram investir até R$ 50 mil por ano em ações voltadas às redes sociais; 9% até R$ 100 mil; 6% até R$ 200 mil; 6% mais de R$ 300 mil; e 55% alegaram que não fazem investimentos nessa área.

Fonte: Ibramerc (Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado).

Esta seção tem o apoio do consultor Marlus Jungton, mestrando em administração de empresas, bacharel em marketing e pesquisador na área de vendas. Conheça mais pesquisas relacionadas a vendas no blog www.vendas.blog.br

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