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Essa tal de criatividade

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Existem milhares de grandes empresas ganhando muito dinheiro no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil. Foram, uma vez, pequenas e cheias de idéias de conquistar mercados e o mundo. Como característica principal, sobravam a elas agilidade para descobrir e ocupar rapidamente nichos de mercado e a capacidade de satisfazê-los. Cresceram, estabeleceram-se, algumas transformaram-se em corporações gigantescas e, entre outras coisas, tomaram-se conservadoras e “preguiçosas”. Perderam essa agilidade, porque de maneira geral as grandes corporações estão cheias de normas burocráticas, orçamentos anuais, políticas de expansão, interesses outros que dificultam o processo de criação. Não se incentiva o novo, o diferente, a “quebra” de um sistema que dá certo. Para que correr riscos?

O grande problema de muitas empresas, as maiores principalmente, é que elas prestigiam apenas quem nunca erra, e não necessariamente quem acerta, sendo que a proposição correta deveria ser: o importante é tentar acertar, no lugar de não errar apenas.

Caso verídico: o presidente de uma companhia ignora sistematicamente as sugestões dos funcionários. Como a empresa começa a ir mal, um consultor é contratado.

O consultor escuta as sugestões dos empregados e as entrega ao presidente, que as implanta!

Tem algo de muito errado nesta história. E o pior é que esse não é um caso isolado. As empresas deixam freqüentemente de usar o imenso potencial humano que têm à disposição. Esse desperdício de cérebros e talentos é imperdoável.

Perde-se uma chance única de fazer o verdadeiro “pague um, leve dois”. Ao pagar pelo trabalho de seu funcionário, o empresário leva junto todo um potencial de idéias e novas soluções que podem mudar a cara da empresa só que poucas vezes isso é feito. Prefere-se praticar a regra de que o empregado só faz aquilo que é “programado” para fazer e que não deve pensar muito, afinal, quem está pensando não está trabalhando.

A grande contradição

Você pode estar pensando: “Isso não é válido para a empresa onde trabalho”. Então, faça uma pesquisa interna. Pergunte aos gerentes e à alta direção se eles não desejariam que seus funcionários fossem mais criativos. Ao mesmo tempo, pergunte a esses mesmos funcionários se eles não desejariam ser mais criativos para a empresa. Bingo! As respostas, certamente, serão idênticas: sim. E a verdade é que esta criatividade tão desejada pouquíssimas vezes aparece e acontece. A razão maior para explicar isso é muito fácil, uma vez que pune quem erra. E, mais interessante ainda, não parece essa a lei que nos é imposta desde que somos pequenos e nossos pais nos castigavam quando fazíamos algo errado? Se já fomos uma vez crianças, então somos criativos. Só que precisamos mobilizar e despertar esta criatividade.

Mas, afinal, o que é ser criativo? Existem mais de oitenta definições diferentes para criatividade. Uma das mais agradáveis é a da psicóloga Eunice Soriano de Alencar, que define criatividade como:

“O processo que resulta na emergência de algo novo e original, aceito como útil, satisfatório ou de valor, por um número significativo de pessoas em um determinado ponto do tempo “.

O esterótipodo do artista louco

Todas as empresas estão tentando buscar a criatividade. Há um consenso geral de que ela é a grande saída, uma das únicas maneiras disponíveis para a sobrevivência.

No papel, todas as empresas que enfatizam a originalidade querem ter funcionários criativos. Mas, no fundo, a imagem da criação está ligada ao estereótipo do artista meio louco, que fica “viajando” com as idéias e assuntos mais absurdos. O tipo de pessoa que seria a última a receber cargos de responsabilidade, nos mais diversos níveis. Só que as soluções que pessoas criativas podem dar são mais funcionais do que se pode imaginar. O que as empresas conseguem, ao dar vazão à iluminação de seus funcionários, é mais ou menos o seguinte:

Um jornal americano realizou certa vez um concurso entre seus leitores. Ganhava quem desse a melhor resposta para o problema: Um físico ganhador do Nobel, um diplomata importante e o presidente de uma grande companhia estão em um balão, sobre o deserto. O balão começa a cair. A única chance de sobrevivência é jogar um dos ocupantes para aliviar o peso. Quem deve ser sacrificado? Choveram respostas. Verdadeiras teses dizendo que um dos ocupantes era mais importante que os outros. O vencedor foi um menino de 7 anos, com a resposta “o mais gordo”.

Isso é o que se busca com a criatividade nas empresas. A solução mais adequada para cada caso. A resposta que ninguém pensou antes e que, freqüentemente, é a melhor.

Técnicas e realidade separadas

Essa visão nova sobre coisas conhecidas tem no professor J. C. Bemvenutti um dos seus maiores pregadores. Consultor de empresas como Antarctica, Lojas Arapuã, O Boticário, Grupo Ticket, American Express, TAM, membro de instituições como American Creativity Association e the Brain Club, Bemvenutti mostra como as empresas podem mudar – para melhor – através da criatividade. A palavra de ordem é inovar, diz. E por que inovar é tão difícil? Ele nos dá uma pista: “Ao se implantar uma gestão participativa não se muda a cultura da empresa. Ocorre aí, então, uma separação entre técnica e realidade. Você é estimulado a participar, a ser inventivo, a valorizar o trabalho em equipe, mas as recompensas continuam sendo individuais, errar continua sendo errado!

Existe chefe e não líder”. Bemvenutti costuma comparar isso a um carro esporte de última geração, colocado em uma estrada de terra, cheia de buracos. Em vez de consertar a estrada, é muito mais fácil reutilizar a velha Rural. É necessário refazer os conceitos, tirar os vícios que estão há anos nas empresas. Dizem que as únicas empresas que gostam de mudanças são as transportadoras”, diverte-se o consultor.

Gerência participativa, na qual o gerente olha feio para quem participa, e valorização do trabalho em equipe, no qual as recompensas são individuais, não levam a lugar nenhum.

Ainda segundo Bemvenutti, existem diversas formas de você ter novas idéias, mas todas implicam na mesma coisa: pensar. Tire um tempo para pensar livremente, até mesmo viajar. Faça associações livres, como uma criança. Procure ver coisas, ou fazer coisas que não tenha feito antes. Assim, você consegue ter idéias que nem imaginava. Outra dica dele: pense no problema que você tem para resolver, em seguida pense nas soluções para o caso. Então, pegue um dicionário e abra-o ao acaso. Escolha uma palavra e tente encaixá-la nas soluções do seu problema. Vai ser difícil enquadrar palavras como “vassoura” ou “caveira”, mas a idéia é essa. Ao esforçar-se para colocar aquela palavra na solução, você cria outra solução. Pronto. As idéias começam a fluir.

Se se decidir pôr em prática algumas de suas sugestões, o professor adverte: “É muito fácil matar uma idéia. Basta dizer não. Com um não você acaba com qualquer sugestão. É uma palavra curta, que não exige maiores explicações. E com ela acabamos com idéias, inovações, com aquilo que poderia fazer a empresa ganhar mais dinheiiro. Por não entenda-se: ””isso não vai dar certo””, ””isso é assunto para outra reunião””, ””pelo amor de Deus, Zé””, ””fale sério””, etc”.

CRIATIVIDADE EM VENDAS

Bemvenutti vem trabalhando com várias empresas para despertar a criatividade em vendas. O que se busca é a mudança de uma cultura que está enraizada há tempos.

Até hoje trabalhou-se o comportamento aparente do vendedor, o treinamento é baseado na fórmula “sorria, ofereça a mercadoria”. Isso é um comportamento totalmente artificial. O cliente sente isso e perde um pouco da sua disposição para a compra. E todo mundo está fazendo isso. Temos, então, produtos com preços parecidos, vendidos por vendedores parecidos. O cliente fica sem motivo para comprar de você. Pode comprar do seu concorrente que o resultado será o mesmo. Segundo Bemvenutti, para mudar esse quadro e atrair mais clientes você tem três alternativas: baixar o preço, o que pode gerar uma guerra e acabar com o lucro; mudar o produto, o que você já tem que fazer normalmente para acompanhar a tecnologia e satisfazer o consumidor(o problema é que seu concorrente já está fazendo isso); e mudar ; forma de vender. Transformar o vendedor é o grande segredo. E é o que as pessoas querem. Elas não querem falar com um “tirador de pedidos”. Elas querem alguém que as ajude a comprar, que agregue valor à venda.

Muito poucos fazem isso.

Para chegar a esse nível, um vendedor, assim como a sua empresa, precisa mudar o foco. O vendedor não pode mais pensar em uma “relação de venda” com o cliente, mas sim em uma “relação de compra”. Não é só uma mudança de palavras. Uma reação de compra significa dar ao cliente o máximo pelo dinheiro dele. Significa compreender as necessidades dele, o que ele busca exatamente. Se o cliente tem opções, que ele – vendedor – seja a melhor alternativa. Se o cliente tem urgência, ele tem de agir com pressa. E assim por diante. Não se admite mais aquele treinamento rígido, marcial. Cada cliente é único, cada um tem necessidades específicas, e ele espera e deve ser tratado como único. Espera-se que o vendedor seja flexível para se adaptar a cada cliente. É nesse ponto que o vendedor mostra a sua criatividade. Conforme o cliente, ele vai mudando e vai sendo criativo. Conquista-se cada cliente criativamente, um a um. Mas, para chegar a esse ponto, o vendedor deve acreditar no seu potencial, deve acreditar que ele é um agregador de valores e deve agir dessa maneira. O vendedor deve ter como missão agregar valores, ou seja, se sentir num estado de compra, acreditar que ele é o referencial competitivo, e não tanto só o produto/serviço.

O vendedor criativo tem sua grande arma na interatividade. Ele sabe lidar com a outra pessoa, exatamente porque ele compreende as necessidades do outro. Nesses tempos de alta tecnologia, cada vez mais empresas vêm percebendo que a interação entre pessoas é um fator que nunca vai perder a sua importância. E é o vendedor que pode dar isso ao cliente.

A NECESSIDADE DE MUDAR

Ser criativo não é difícil. Basta querer e dar o primeiro passo. Você mesmo vai encontrar as suas maneiras de despertar todo o seu potencial. Novamente, já fomos um dia criança, portanto, somos todos criativos. Está nas suas mãos a chave para despertar as idéias que você tem guardadas e nem sabe. Muitas vezes, essa não vai ser uma tarefa fácil. Há uma força muito grande contra as novidades. O “isso sempre foi assim”, ou “todo mundo faz isso”, gera grandes batalhas dentro das empresas. Mas vale a pena entrar nessa luta. Bemvenutti desenvolveu os Dez Mandamentos do inovador, que são:

1. Viva prazeirosamente!
A pessoa que não vive com todos os “parafusos da cabeça atarrachados ao último” tem espaço para brincar consigo mesma, com os outros e com suas próprias idéias. A alegria oxigena o cérebro e traz em si o gosto pela aventura.

2. Seja visionário!
Três pedreiros estavam trabalhando quando um turista perguntou a cada um deles o que estavam fazendo. O primeiro respondeu que assentava tijolos, o segundo disse que fazia uma parede e o terceiro afirmou que estava construindo uma catedral.

Seja construindo uma catedral ou uma organização, a habilidade de imaginar o resultado final pode, de fato, transformar sonhos em realidade.

3. Faça algo diferente!
Insanidade é o que chamo fazer uma determinada coisa como sempre foi feita e esperar um resultado diferente. Se quisermos ser ou ter algo melhor num próximo momento, devemos tentar algo um pouquinho diferente do que fizemos no passado.

4. Deixe acontecer. Não crie obstáculos!
O maior empecilho do nosso “eu experimental” é o “eu segurança”. Os dois são importantes, porém cada um no seu devido momento. Imagine o que seria dirigir um automóvel com o freio de mão puxado.

5. Que se dane; corra riscos!
“Os homens prudentes adaptam-se ao mundo que está à sua volta. Os outros esperam que o mundo se adapte a eles. Por isso mesmo todo o progresso e conseguido por estes últimos.” George Bernard Shaw.

6. Pense grande! (Mas não Ignore pequenas ações.)
Imagine qual seria a sua resposta a seguinte pergunta: “Se nada fosse impossível, como eu gostaria que tal coisa acontecesse?”. A partir daí, e só depois de vislumbrar toda a floresta, é que você deveria começar com a análise das árvores.

7. Reconheça e valide seus sucessos!
A capacidade de auto-estima pelo que conseguimos realizar de criativo é o maior combustível da próxima empreitada. Isto reafirma a crença em nossa capacidade, estimulando e encorajando novas atitudes como essa.

8. Espere pelo “inesperado”!
Se você leu este mandamento com atenção, vai notar que o inesperado pode contribuir para o aprendizado. No processo inovador só uma coisa é certa. Que não existe certeza de nada, pois aquele caminho ainda não foi trilhado. É claro, são os pioneiros que estão sujeitos às “flechadas”, mas também são eles que “tomam posse do território”.

9. Dê suporte! Receba suporte!
Pessoas são o melhor recurso disponível. Aproveite as que estão ao seu lado. Esteja ao lado delas.

10. Aja imediatamente! (Se não for agora, vai começar quando, o meu?)
Se há uma coisa que diferencia claramente as pessoas de sucesso é a sua capacidade de ação. São elas que fazem o mundo andar, as coisas acontecerem mesmo quando nem tudo ainda parece estar pronto para aquilo. A ação gera um efeito que causa a mudança de direção que por sua vez vai moldando o destino. E então, o que é o destino senão as diversas mudanças de direção que sua vida vai sofrendo ao longo dela mesma e que um dia foram iniciadas por uma ação?

“Nenhuma idéia nasce perfeita dê-lhe uma chance para crescer”.

Você sabia…

11. Que 86% do êxito nos negócios em qualquer nível depende das relações humanas e de aptidões criativas? Apenas 14% pode ser atribuído a atividades acadêmicas tradicionais?

8. Que a criatividade e Q.I. não estão relacionados? Um alto Q.1. não garante que uma pessoa seja criativa. Psicólogos já procuraram encontrar uma ligação entre Q.I e a criatividade, mas não conseguiram. Necessitamos do conhecimento pois ele é matéria-prima, e uma pessoa criativa quer saber de tudo: de história antiga, de astrologia, como arranjar flores ou criar filhos. Mas só conhecimento não basta.

2. Que a fonte de Informações científicas cresce em mais de 15% a cada ano, e que até o ano 2000 este número poderá chegar a 30%? Como podemos reter todas estas informações? É necessário retêlas? A criatividade seria uma resposta?
5. Que a Coca-Cola foi inventada originalmente para ser um remédio? Apenas quando foi comprovado que não possuía qualidades médicas foi que passou a ser refrigerante. No final do século passado, John Pemberton inventou uma mistura química com as seguintes qualidades: branquear os dentes, limpar a boca, firmar e embelezar as gengivas e também aliviar o desgaste mental e físico. No primeiro dia vendeu seis copos, hoje são milhões.

4. Que o desenho da sola do tênis NIKE, foi baseado em um tipo de crepe (waffle)? Podemos encontrar idéias criativas por toda parte – se estivermos alerta. Mesmo que BiLL Bowerman tenha estragado a forma de crepes da sua esposa, ele encontrou uma brilhante idéia ao utilizá-la para um novo tipo de sola do tênis e agora tem dinheiro suficiente para comprar tantas formas quanto quiser. Este é um bom exemplo de uma técnica de criatividade conhecida como comparar e incorporar. (De que maneiras uma forma de crepe se parece com um tênis?)

7. Que a maioria das pessoas utiliza apenas de 2 a 3% do seu potencial cerebral total? Então, para que servem os demais 97%? Alguns afirmam que utilizamos até um máximo de 10%. Possuímos uma grande capacidade que está esperando para ser explorada e desenvolvida.

6. Que as pessoas passam 1/3 (33%) das suas vidas dormindo? Isto representa 210.240 horas. Então, por que não utilizar este tempo criativamente através de sonhos contínuos e focados? Os sonhos e suas conexões com a criatividade são um tópico fascinante que talvez você queira estudar.

3. Que a função do bobo da corte na Idade Média era proporcionar ao rei uma visão honesta e transparente do mundo? O bobo da corte não se preocupava em parecer “idiota”. Seu emprego era se arriscar, e fazer enxergar por detrás das “certezas”. Talvez toda empresa deveria ter seu bobo da corte.

1. Que ao chegar à Idade dos 12 anos a maioria das crianças já passa a utilizar somente cerca de 20% da sua capacidade criativa? Por que isto ocorre? A socialização escola é uma das principais razões pelas quais reprimimos nossa criatividade.

10. Que a criatividade pode ser aprendida? Treinamento em criatividade vem sendo uma constante nas atividades das corporações americanas há várias décadas. Funciona!

9. Que ao chegar à idade de 40 anos os adultos utilizam em média 3% da criatividade que possuíam aos 7 anos de idade? A medida que vamos “crescendo”, passamos a reprimi-la?

Estas observações foram propositalmente colocadas fora de uma ordem. Incomoda, não?

Fonte: mc2 ilimitada

60 maneiras de matar Idéias, por J. C. Bemvenutti

Muitas empresas tolhem a criatividade de seus funcionários sem querer. São pequenos comentários que matam idéias constantemente. Proíba que estas frases sejam ditas e faça a criatividade na sua empresa explodir.

1. Isso não me entusiasma nem um pouco.
2. Ninguém vai comprar isso!
3. A gente já tentou isso antes e não funcionou.
4. Isso não se adapta ao nosso sistema.
5. E quem é que vai fazer?
6. Essa ””merda” vai custar uma grana!
7. O diretor não vai gostar…
8. Não está dê acordo com os nossos padrões.
9. Nós estamos preparados para fazer isto?
10. Pelo amor de Deus!
11. Foi isso que você quis dizer, no duro?
12. Não se mexe em time que está ganhando.
13. Ah, mas o computador não vai conseguir processar!
14. Isso não faz parte da nossa imagem.
15. Não é do nosso jeito.
16. É simples demais!
17. É complicado demais!
18. Mas até que ponto isso é válido?
19. Não vai dar tempo de fazer.
20. O que é que o pessoal vai dizer em Juquiá?
21. Não é a nossa…
22. A gente está encompridando demais.
23. O último que apareceu com essa idéia não está mais aqui.
24. Boa idéia, mas implica em alguns custos.
25. Isso é uma bobagem!
26. O que é que isso tem de novo? E daí?
27. Espere só até a gente ver quanto custa.
28. A gente nunca fez nada igual a isso.
29. Alguém já fez alguma coisa igual?
30. Você sabe que a gente está numa bruta recessão.
31. De cara, eu não gosto.
32. Você deve estar brincando!
33. Eu ligo pra você depois, tá?
34. Ninguém vai dar bola pra isso.
35. Fica melhor assim, quer ver?
36. Desculpe, mas isso é uma droga.
37. Aargh!
38. Isso cria mais problemas que soluções.
39. (Risos)
40. (Silêncio)
41. Essa não é a sua função.
42. Isso não é trabalho seu.
43. Isso não está de acordo com o jeito que agente faz as coisas aqui.
44. Eu já ouvi essa história antes!
45. Vamos formar um grupo de trabalho para estudar esse assunto.
46. Vamos fazer uma pesquisa…
47. Semana que vem a gente fala nisso.
48. Isso só vai trazer ””pepinos””.
49. De onde é que você tirou isso?
50. Os ””homens”” não vão deixar.
51. Por mim tudo bem, mas…
52. Lembre-se de que nossos clientes são muito ””caretas””
53. Vamos ser realistas…
54. Grande idéia, mas não para nós.
55. Não vai vender…
55. Não vai funcionar…
57. Tente outra vez. O caminho é este mas…
50. Isso é muito tentador, mas…
59. Isso é muito interessante, mas…
60. Isso é realmente fantástico, mas…

O prof. J. C. Bemvenutti é hoje um dos mais requisitados profissionais especialistas no fator humano das empresas. Suas opiniões são requisitadas no Brasil e no exterior. Ele pode ser contatado pelo telefone (041) 322-7211.

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