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Pesquisas, novidades e tendências do mercado

“Em vendas, como na medicina, prescrição antes do diagnóstico não é uma boa prática”

Tony Alesandra

 

De olho na indenização

 

Tramita no Congresso Nacional o projeto de lei nº 1.439/2007, de autoria do deputado federal Dilceu Sperafico, que reduz a indenização a que o representante comercial tem direito em caso de rescisão de contrato sem motivo justo. Até agora, a indenização é calculada em cima do total da remuneração recebida durante todo o tempo em que o profissional exerceu a representação e equivale a 1/12 da quantia obtida nesse período. Se a nova lei for aprovada, o colaborador passará a receber indenização apenas pelos três últimos anos da representação e a fração cairá para 1/20. Também haverá um limite de dois anos para dar entrada no pedido de indenização. Atualmente, esse prazo é de cinco anos.

 

Para ter uma ideia do que significam essas mudanças, se um profissional que atuou durante dez anos como representante, recebendo mensalmente a quantia de R$3 mil, decidisse entrar hoje com uma ação de indenização e ganhasse, ele receberia R$30 mil. Com a nova lei, em vez dos R$360 mil recebidos durante todo o período, apenas R$108 mil seriam considerados e, desse valor, o profissional teria direito a apenas 5% (1/20 do montante considerado), ou seja, R$5,4 mil.

 

Preocupados com a diminuição significativa do valor a ser recebido em casos como esse e com a redução do prazo para entrar na justiça, representantes comerciais estão se unindo em um abaixo-assinado contra o projeto. Eles destacam ainda que, muitas vezes, profissionais deixam de ingressar na justiça para cobrar a indenização devido aos custos que uma ação como essa envolve, o que pode levar o lesado a aguardar algum tempo até ter condições financeiras para entrar com a ação. Se você deseja conhecer mais detalhes sobre o projeto de lei e participar do abaixo-assinado, acesse o site: www.representante-comercial.com.

 

Jovens empreendedores

 

A relação positiva entre o alto poder de informação e o baixo índice de responsabilidades faz do jovem um empreendedor em potencial. Ao menos foi isso que apontou a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada em 2008 e divulgada recentemente pelo Sebrae. Atualmente, quase 4 milhões de pessoas entre 18 e 24 anos afirmaram dirigir suas próprias empresas no Brasil. O contingente corresponde a 25% de todo o empreendedorismo praticado em território nacional, o que coloca o País em terceiro lugar no ranking mundial, atrás somente do Irã (29%) e da Jamaica (28%). Desse total, 68% garantem fazê-lo por oportunidade, e não por necessidade.

 

Banda larga fixa terá 520 milhões de assinantes

 

Em 2014, 520 milhões de pessoas utilizarão banda larga fixa no mundo, segundo análise da ABI Research. Os especialistas acreditam que a tecnologia deve manter uma taxa de crescimento anual de, aproximadamente, 7% nos próximos cinco anos.

 

No Brasil, uma pesquisa semelhante realizada pela Cisco e IDC contabilizou, no primeiro semestre de 2008, mais de 10 milhões de conexões com a internet em formato banda larga. Destes, 1,3 milhão são assinantes de conexão móvel. A pesquisa aponta que, em seis anos, o País deve somar 15 milhões de conexões com a internet em alta velocidade.

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