Quer ser um campeão?

Como estabelecer metas e atingir resultados em épocas de crise? Aprenda quais são as regras para driblar a concorrência nesse período. Preencha o campo abaixo e receba agora mesmo a matéria em seu e-mail! ?Os homens são parecidos em suas promessas. Eles só diferem em seus atos?
Molière

?Um profissional é aquele que faz seu melhor trabalho quando menos vontade tem de o fazê-lo?
Frank Lloyd Wright

Fortalecendo a moral e o moral de sua equipe de vendas para alcançar melhores resultados

Não há gestor ou dirigente de vendas que não dependa de sua equipe para trazer bons negócios, concretizar bem muitas vendas, alcançar ótimos resultados e crescimento para a empresa. Do mesmo modo, não existe equipe comercial que não dependa de um gerente ou diretor visionário, estrategista e arrojado para poder atuar com respaldo e êxito, obtendo melhor remuneração, desenvolvimento profissional e receita para a companhia.

No entanto, essa relação de interdependência nem sempre se realimenta das prerrogativas de competência de cada uma das partes e, não raro, executivos se queixam de que seus consultores, agentes, assessores e/ou promotores de vendas estão desmotivados. Confira, a seguir, de onde vem isso.

Medo da concorrência ? É fácil observar, em reuniões de resultados, justificativas para números inferiores aos esperados baseadas no concorrente, que possui equipes mais fortes, competentes e bem treinadas. O pior é que, geralmente, essas são explicações dadas pelos membros da equipe!

Se isso de fato estiver ocorrendo, o bom gestor deverá fazer uma reflexão sobre ?o moral? e ?a moral? de sua equipe para tentar entender o porquê de haver colaboradores tão temerários. » ?O moral? diz respeito ao ânimo, à disposição e ao estado de espírito das pessoas.

?A moral? é referente a um conjunto de regras de comportamento, ética, moralidade, lição e conduta.

Possivelmente, a causadora do moral baixo seja a moral da equipe que, ao deparar-se com dificuldades e temer o concorrente, passa a comportar-se como fracassada e ressentida, atribuindo essa conduta à força do oponente, considerando-o mau e impiedoso, pois vende mais e não dá chance a ninguém.

É preciso esclarecer para a equipe o fato de que mais agressividade comercial, uso de técnicas de negociação, busca por ganho de vantagem competitiva e concorrência acirrada ? com algumas cartas na manga ? fazem parte das regras do jogo das vendas. E, que se competirem à altura, não tendo medo, passarão a ser ainda melhores que os concorrentes, sem sombra de dúvida!

Eduardo Murin é diretor de operações e expansão de franquias da rede CNA. Formado em administração e com especialização pela University of Missouri-Kansas City (UMKC).

Nada vem de graça

Em épocas de crise, temos de redobrar nossos esforços, sair da zona de conforto e entrar em ação, seja ela física ou mental. Uma das maneiras é tirar o s da palavra crise, transformando-a em crie:

Criar uma nova estratégia.
Desenvolver uma maneira diferente de atender.
Produzir uma metodologia diferente de trabalho.
Criar uma maneira diferente de divulgar seu produto ou serviço.
Elaborar uma campanha de vendas inusitada.
Lembre-se: você não está sozinho no meio dessa confusão, todos nós, em momentos de crise, recebemos pedras. A diferença está nas nossas escolhas. Há aqueles que escolhem construir pontes e caminhos; enquanto outros, seus próprios túmulos e se enterram vivos. Esperam lamentando, sofrendo e chorando a fim de que as coisas melhorem para poderem sair de lá. Cuidado com essa postura inadequada. Enquanto você se esconde a fila anda e o rio continua seguindo em direção ao mar, com todos os obstáculos que encontra. Sair da mesmice nos impulsiona a resultados diferentes.

Cida Silva é diretora e instrutora da En Theos Consultoria e Treinamentos.
Visite o site: www.entheos.com.br

Como resolver situações de conflito provocados por resistência a mudanças

1. Invista grande parte do seu tempo conversando com as pessoas sobre a necessidade de mudar.
2. Explique o que precisa ser modificado para que entendam sua participação em todo o processo de mudanças e o que terão de fazer para conservar seus empregos.
3. Enfatize que a idade cronológica e o tempo de empresa não têm relação direta com as mudanças.
4. Mostre que o crescimento pessoal e profissional e a sobrevivência estão diretamente relacionados à capacidade do indivíduo de se adaptar ao novo e, principalmente, ser um agente de mudanças.
5. Entenda que mudar pode ser fascinante e trazer muito mais oportunidades que você imagina. Mas você só poderá descobrir isso se experimentar!

Alessandra Assad é jornalista e autora do livro Atreva-se a mudar! ? Como praticar a melhor gestão de pessoas e processos. Palestrante, professora universitária e diretora da AssimAssad Desenvolvimento Humano.
Visite o site: www.assimassad.com.br

8 dicas para atingir suas metas de vendas

1. Peça duas indicações de vendas por dia para seus clientes atuais. Com certeza, eles irão colaborar.
2. Registre todas as suas vendas para saber o quanto está mais próximo de atingir sua meta. 3. Prepare uma proposta de valor para o cliente mostrando profissionalismo, conhecimento e personalização.
4. Caso não alcance sua meta diária, mantenha-se calmo, revise as vendas e veja em que você pode melhorar.
5. A cada venda realizada, celebre, vibre e sinta satisfação no resultado alcançado.
6. Procure conquistar a confiança e estreitar os laços com o cliente antes de vender.
7. Coloque metas para ligações diárias, visitas e pós-venda, esses indicadores vão ajudá-lo no resultado final.
8. Quando atingir a meta do dia, segure o euforismo e aproveite a energia positiva para criar uma gordura nas vendas.

André Silva é especialista e palestrante nas áreas de motivação e vendas, além de consultor e diretor-comercial da AJS Consultoria.
Visite o site: www.palestranteandresilva.com.br

Foque em oportunidades, e não em recessão

Para alguns empresários, os períodos de crise são excelentes para fortalecer suas marcas e ganhar uma fatia significativa de mercado, tendo em vista que os concorrentes se intimidam com a situação, diminuindo ou até mesmo cortando as verbas destinadas ao marketing. E o consumidor, percebendo isso, acaba migrando para as marcas que se mantêm fortes e em constante contato com seu público.

É fato que a crise está aí e tem seu peso. Mas há de se considerar o percentual especulativo dela e trabalhar acima dessa linha, fomentando, acima de tudo, a crença de que inovação e criatividade exercem um papel fundamental no desempenho das empresas, mesmo em meio a uma crise.

Ficam as alternativas: chorar ou aproveitar. A escolha é sua!

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