Sobre network e conexões

Seu mundo gira em torno de pessoas e elas formam sua rede de contatos, seu network.

Qualquer um que você encontre está conectado a alguma coisa ou a mais alguém. Isso é um fato. O desafio é saber, descobrir como cada pessoa se encaixa no seu “ativo” de capital humano. Afinal, seu mundo gira em torno de pessoas e elas formam sua rede de contatos, seu network. Pode ser para gerar novas amizades, novos negócios, para gerar mais indicações, etc. Tudo tem o seu devido valor.

O grande erro – O problema com as pessoas (não com você, logicamente) é que elas tendem a prejulgar as demais. E, invariavelmente, colocam os aspectos que não gostam (negativos) à frente dos aspectos positivos. É ou não é verdade? Não fazemos isso? E esse é o maior erro que podemos fazer quando procuramos conhecer as pessoas, aumentar nossa rede de contatos e, ao final das contas, prospectar novos clientes.

O prejulgamento é um dos maiores responsáveis por vendas perdidas (ou mal-sucedidas). Vendedores (não você, logicamente) costumam, com frequência, avaliar precipitadamente as pessoas (possíveis clientes?), mantêm essa atitude enquanto estão conversando com alguém (por exemplo, num primeiro contato) e, no fim das contas, ficam com “cara de tacho” quando descobrem que, por prejulgarem, deixaram de vender ou perderam a oportunidade de estreitar relações com pessoas que poderiam ser muito úteis. Em outras palavras, prejulgaram e, por isso, “leram” muito mal o outro.

A solução para isso (prejulgamento, preconceito) é perguntar! Fazer perguntas revela o outro, as intenções dele, suas características, o que faz, o que sabe. Essa simples ação (perguntar, interagir) evitará o erro fatal que muitos cometemos (inclusive você!) de prejulgar o outro. Acredite, isso permitirá que você construa uma das maiores (e mais potente) qualidade de um ser humano: uma mente aberta e livre de pré-conceitos.

Dallas – Em 1982, depois de visitar uma grande feira de roupas esportivas, eu estava no aeroporto de Dallas. Notei um cidadão que tentava sacar dinheiro de um caixa automático. Por coincidência, era alguém que encontrei anteriormente na feira. Aparentemente, a máquina engolira o cartão dele, o que o deixou transtornado.

Apresentei-me, entendi o problema (ele precisava muito do dinheiro) e emprestei a quantia que necessitava (US$ 100,00). Três dias depois, pagou-me o que devia e enviou-me um cartão de agradecimento.

Para minha surpresa, dois meses depois recebo uma ligação de uma grande empresa do setor têxtil. Queriam saber se eu poderia imprimir figuras temáticas para a Olimpíada de 1984, que se realizaria nos Estados Unidos. O presidente dessa empresa era o sujeito que eu ajudara no aeroporto. Ganhei muito dinheiro.

Já pensou se eu tivesse imaginado que ele era um bobão que deixara a máquina engolir seu cartão, como muitas vezes pensamos?

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