Databaseball

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

Segundo o New York Times, a Major League Baseball está ficando cada vez mais digital para atrair mais fãs aos seus novos estádios tecnicamente sofisticados. Nas mais modernas sedes (Houston, Detroit e San Francisco), um fã já pode levantar estatísticas sobre um jogador, um jogador pode rever vídeos de jogadas do oponente e os diretores do clube podem conseguir estatísticas sobre os fãs. Esse tipo de tecnologia faz o estádio custar muitos milhões de dólares a mais, mas também ajuda a espremer e tirar mais dinheiro dos torcedores e patrocinadores. Algumas partes dos estádios têm cadeiras com telas de cristal líquido, onde o torcedor pode rever jogadas, assistir a outros jogos pela TV e ver o mesmo lance por outros ângulos. Além disso, podem comprar material oficial do clube, jogar jogos eletrônicos e até bingo (até agora, o bingo é a atração mais popular – ou seja, muda a tecnologia mas o ser humano continua o mesmo).

Programas de fidelização estão sendo utilizados hoje por 40 times profissionais de beisebol. Clientes recebem um cartão com código, e com isso acumulam pontos nas compras – do ingresso ao cachorro-quente. Com o número de pontos suficiente,o torcedor pode participar de uma sessão de autógrafos, viajar com o time e até treinar com os jogadores. Se você juntar a isso o conhecimento acumulado através de pesquisas feitas via Internet, os donos e diretores de times sabem mais sobre os fãs do que jamais imaginaram saber, incluindo se a pessoa vai de carro, onde estaciona, por qual portão entra, o que come e bebe, etc. Essa tecnologia acabou permitindo cobrar mais por certos ingressos. E como o negócio) é conhecer melhor os clientes para fazê-los gastar mais, o artigo conclui: “Não é à toa que agora eles também colocaram caixas eletrônicos 24 horas nos estádios”. Enquanto isso, no Brasil, banheiro limpo já é motivo de orgulho no estádio.

Anúncios mágicos
Duas novas tecnologias estão competindo para aumentar a eficácia da propaganda, de acordo com o The Wall Street Journal. Um dos aparelhos chama-se CAT, da empresa DigitalConvergence, e vai conectado ao computador igual ao mouse. O outro utiliza uma câmera de vídeo. Ford, Visa, Sony e IBM são algumas das empresas que estão testando as novas tecnologias. Ambos os aparelhos foram desenhados para levar o cliente diretamente de um anúncio de TV ou revista para um site específico na Internet, onde mais informações (e a possibilidade de compra) estão disponíveis. Os clientes devem passar o CAT por cima de um código especial de barras no anúncio. Já a câmera, da Digimarc, responde automaticamente a sinais invisíveis na revista ou em “bips” especiais durante os anúncios. Dan O””Brien, analista da Forrester, tem suas dúvidas:”Será que as pessoas estão realmente na frente do computador quando lêem revistas?”.

Fazer com que um grande número de clientes tenha acesso aos equipamentos também é outro obstáculo potencial. A DigitalConvergence espera distribuir CAT””s gratuitamente, através de editoras e revistas, incluindo Forbes e Wired, bem como lojas especializadas em eletrônica. Câmeras digitais podem chegar a custar mais deUS$ 300 e existem apenas umas seis milhões no mundo inteiro. Mas observadores prevêem que isso é só o começo: “É o preâmbulo de uma revolução muito maior”, diz Drew Schutte, editor da Wired. É a tal da convergência de mídias – daqui a pouco, será tudo uma coisa só: TV Internet, telefone, celular, revistas, jornais, etc. E o nosso cérebro, como é que fica? Vai virar parte dessa convergência também? Já tem gente dizendo que sim.

Mediador garante pagamento e entregas
Acaba de ser lançado na Internet o Mediador, site de serviços de intermediação entre compradores e vendedores. O site oferece uma solução para acabar com a insegurança dos negócios via web. Inédito no Brasil, o serviço pode ser usado para a compra ou venda de bens móveis também fora da Internet, evitando fraudes e apropriações indevidas.

O fechamento online de negócios, com a ajuda do site, é simples e rápido. O comprador faz o pagamento para o Mediador, que só entrega o dinheiro ao vendedor quando recebera confirmação de que a mercadoria entregue está de acordo com as condições anunciadas. “Caso contrário, o dinheiro é devolvido”, assegura Michel Guttmann Serwaczak, criador do novo serviço. Por outro lado, o vendedor conta com a segurança de poder entregar a mercadoria com o dinheiro em caixa, pois o repasse financeiro é feito imediatamente após a aprovação do comprador.

As taxas cobradas pelo serviço são baixas e variáveis. Por enquanto, as operações de custódia e a liquidação estão a cargo do site, mas a idéia é que fiquem sob a responsabilidade de um banco parceiro. Mais informações: http://www.mediador.com.br

Quer ficar por dentro de tudo de novo e interessante que anda acontecendo em Vendas e Marketing? Assine nossa e-zine semanal – é GRÁTIS! Basta ir ao nosso site www.vendamais.com.br e seguir as instruções.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados

Venda consultiva não é venda comportada

Venda consultiva não é venda comportada

10 verdades comerciais para recuperar o olho do tigre sem ...
Leia Mais →
A neurociência do ghosting em Vendas: por que o cliente prefere sumir do que dizer “NÃO”

A neurociência do ghosting em Vendas: por que o cliente prefere sumir do que dizer “NÃO”

O cliente pediu proposta. Elogiou a reunião de apresentação. Disse ...
Leia Mais →
Engajamento em vendas: como bons líderes transformam pressão em energia produtiva e resultados

Engajamento em vendas: como bons líderes transformam pressão em energia produtiva e resultados

Nas consultorias, tenho visto crescer a demanda por engajamento de ...
Leia Mais →