Marketing Viral é música para seus ouvidos

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Você já deve ter ouvido falar de WAP, que é a tecnologia que permite o acesso à Internet em aparelhos como palm tops e celulares. Agora já ternos o primeiro caso de SUCESSO de marketing viral nessa área. Lançado em abril, o site Your Mobile oferece músicas para download gratuito, que depois podem ser usadas quando o celular toca. O que acontece então? O amigo recebe um telefonema,o celular toca o tema de “Missão Impossível” (deve ser a sogra ligando), e todo mundo em volta quer saber como ele fez aquilo. Ele conta, e pronto – marketing viral. Até agora, mais de dois milhões de downloads já foram feitos, sem gastar um único centavo de propaganda. Mas os números só explodiram mesmo durante a EuroCopa, quando os torcedores baixavam os hinos de seus times. O próximo passo é acertar parcerias com empresas e ressuscitar jingles famosos. Um porém: as músicas, por enquanto, só são compatíveis com o padrão GSM – que tal fazer isso agora no Brasil?

Mais informações: http://www.yourmobile.com

GM não tem nada a esconder
A General Motors quer que você assista seu carro sendo construído, de acordo com um artigo no USA Today “Com câmeras de vídeo, esperamos dar aos nossos clientes uma experiência muito mais real”, explica Mark Hogan, vice-presidente da e-GM. O programa piloto deve iniciarem breve.O processo começa online, no site www.GMbuyer.com, onde clientes podem configurar suas opções, cor e modelo do veículo. O pedido é então feito eletronicamente através de uma concessionária autorizada. Dois dias depois, o cliente recebe um e-mail, com a data e horários específicos de quando poderá ver o seu carro sendo pintado e finalizado. Jag Sheth, um professor de marketing, diz que os clientes ficarão cada vez mais próximos da GM por participarem do processo de fabricação.Daniel Howard, também professor, acredita que essa transparência gera outra vantagem: “Os clientes verão que a GM tem orgulho do que faz e que não tem nada a esconder”. E você: quando vai abrir a “cozinha” para os clientes?

New Coke?
O público consumidor da Coca-Cola perceberá diferenças nas próximas campanhas da companhia. Efeitos menos agressivos e a introdução de tendências locais de promoção farão parte do novo roteiro, de acordo com uma reportagem publicada no The Wall Street Journal. Doug Daft, o novo CEO da Coca, acha que um pouco de humildade o mais marketing local ajudarão a refrescar a imagem da Coca no mundo inteiro. Então ele embarcou num tour “auditivo” pela Europa, disposto a ouvir o que tinham a dizer parceiros e autoridades locais. Um memorando interno dá a pista: segundo algumas fontes, o que a Coca-Cola considerava uma competição agressiva, mas honesta, era visto na Europa como hostilidade excessiva e comportamentos americanos inaceitáveis. Daft planeja ter um escritório móvel, com bases em Londres e Bruxelas, além da central em Atlanta. “Você precisa de uma rede de contato para se prevenir do perigo de as pessoas não lhe contarem coisas importantes”, diz Dali. Ele também parece impressionado com os programas de marketing criados localmente, como por exemplo o da Espanha, onde os DJ””””s conversam ao vivo, sem script, sobre Coca-Cola. Esse tipo de promoção ajudou a aumentar em 5% volume de vendas em apenas quatro meses. E como americano gosta de vender… pelo jeito, finalmente, eles começarão a aplicar o famoso “pense globalmente, aja localmente”.

Gravadoras dão show e brigam com fãs
A verdade é que os amantes da música não estão nem um pouco interessados nas gravadoras. Pior ainda: agora as gravadoras estão brigando com seus fãs, principalmente por causa do Napster. Na verdade, elas estão fazendo grandes campanhas de educação para mostrar que nem tudo que está na Internet é necessariamente grátis. Estão fazendo anúncios, tours em universidades, até mesmo um currículo a ser apresentado em todas as escolas dos Estados Unidos para conscientizar as pessoas a pensarem duas vezes antes de pegar gratuitamente uma música na Internet. Elas conseguiram também o apoio de alguns músicos, como Metallica, para dar uma aura mais mercadológica ao assunto. Mas embora as visitas aos 30 principais sites de download estejam crescendo rapidamente, não existe absolutamente nenhuma evidência de que isso tenha afetado as vendas de CD””””s e cassetes. Aliás, é bem o contrário – downloads gratuitos são excelentes amostras, e qualquer marqueteiro sabe que amostras grátis vendem. Além disso, o serviço humano continua sendo um diferencial na loja. Diz um balconista de uma loja de CD””””s: “Cansei de ver pessoas comprarem um CD só porque eu falei que era bom”. Talvez o mais importante seja o fato de que as pessoas no comando das gravadoras têm todas mais de 50 anos e não têm a mínima noção de como lidar com o assunto. Vão acabar sendo atropeladas.

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