Cartas de marketing direto

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Recentemente estive numa reunião com um cliente que, entusiasmado, decidiu trocar todo seu sistema, baseado em plataforma DOS que após anos de lapidação e ajustes dentro da empresa, finalmente operava às mil maravilhas, por um sistema em Linux. Razão: o Linux é o sistema da moda. A sugestão de nosso analista foi a mais sincera: não faça isso, modismos não geram negócios, não geram soluções. Mas este cliente dizia, TEMOS de estar up to date (à frente do tempo) com o que existe de novo.

Se o preço para seguir modismos for derrubar negócios, não faça, melhore o que está funcionando. O mesmo ocorre com campanhas de e-mail que tenho visto com freqüência assustadora: a moda do EFEITO visual, toma lugar da ABORDAGEM adequada e acaba se transformando num DEFEITO. Prova disso é o recente estudo da EmailLabs que inventou uma maneira de medir o tempo que mensagens de e-mail HTML são vistas pelo target (alvo) antes que ele clique num hotlink na mensagem. Após medir o tempo de leitura em milhões de mensagens enviadas por seus clientes para listas com permissão, concluíram que a média de tempo de visualização foi de apenas 15 a 20 segundos. Nesse tempo seu cliente consegue ler, quando muito, 50 palavras. Isso gerou a seguinte pergunta: o que se vê de fato, em 15 segundos? Aí está o grande desafio: chamar a Atenção para sua mensagem, gerar Interesse para que ele continue na sua mensagem, aumentar o Desejo por aquele produto de forma irresistível e induzir à Ação que você quer: fazer o pedido.

Conclusão da pesquisa − Se o seu e-mail tem grafismos cuja missão é deixá-lo mais ?bonitinho?, é bem provável que seu cliente esteja usando a maior parte desses preciosos 15 segundos vendo o que não vai gerar negócios para sua empresa. A sugestão é para que foque no que de fato interessa: a abordagem. Imaginando que você já tem uma lista adequada, na hora de criar é importante entender que mais nesse caso é… menos − imagens demais, cores demais, links demais só vão ?comer? aquele precioso tempo de apreensão da mensagem.

Modismos à parte, mais do que nunca o conjunto de Técnicas de Sucesso de Redação em Marketing Direto©, tanto em cartas impressas, quanto na versão eletrônica é o que realmente vai induzir seu cliente a fazer o que você quer que ele faça, desde que de forma ética e lícita. O grande ?pulo do gato? é saber ser criativo e também ser informativo mas informal, seguindo o trilho que a AIDA constrói. Também entender que a leitura não é linear, é vital para obter sucesso nessas ações.

· Carta de marketing direto − Essas técnicas nos levam a refletir sobre o que é uma carta de marketing direto − um impresso? Um monte de pixels num monitor? E o que dizer de um infomercial daqueles de 30 minutos, em que a mensagem se repete a cada oito minutos em média? Pois bem, aquilo também é uma carta de marketing direto falada e com imagens em movimento, que utiliza fortemente as técnicas que levam o seu cliente a fazer o tão desejado pedido, e diversos cases de muito sucesso estão aí para provar isso. Até mesmo vendedores em praças públicas, como a Praça da Sé em São Paulo, usam a técnica instintivamente, baseado em sua astúcia, para se destacar no caos do local e vender seu produto.

Se você ainda não foi numa dessas praças, recomendo que vá: é uma aula de marketing direto, acredite. Marketing direto não permite modismos, não permite achismos: se a função de um vendedor não é falar, é vender, da mesma forma, a função de quem cria para ações de marketing direto não é escrever. É vender. E modismos que sacrificam a abordagem não vendem!

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