On-Line – maio de 2005

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IMAGEM É TUDO

Empresas de todos os segmentos lutam para que suas imagens e estilos sejam ligados a determinados locais. De eventos em praias a competições de esportes radicais, de nomes em estádios e curvas de autódromos à Ilha de Caras. E muitos esquecem o local que têm mais à mão: sua própria sede. Veja o caso da Oakley. Para refletir a imagem de rebelde, transformou sua fábrica, nos Estados Unidos, em algo que parece ter saído de um filme de James Bond. Virou atração turística, e eles não têm de se preocupar em renovar contrato com ninguém.

Na hora de investir na sua imagem, pense em sua imagem como um todo.

MARCA BRASIL

A Embratur, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o Ministério do Turismo criaram a Marca Brasil, que irá identificar todos os nossos produtos no exterior. Baseada nos jardins e desenhos do paisagista Burle Marx, a marca valoriza a alegria e luminosidade do País, bem como a sinuosidade de nossas montanhas e praias. Caso queira utilizá-la no que você vende, acesse o site: www.turismo.gov.br/marcabrasil/.

PARCERIA

O Instituto Ethos lançou em março a publicação Fórum Empresarial de Apoio ao Município, contando as experiências positivas das parcerias entre poder público e privado na cidade de São Paulo. A intenção é que experiências semelhantes sejam usadas por outros municípios brasileiros. Informe-se no site do instituto: www.ethos.org.br.

OLHO NO FUTURO

Em 1990, uma pequena empresa começou a comprar, aqui e ali, direitos para usar a faixa de ondas destinada às empresas de táxi dos Estados Unidos. Ninguém ligou. Não há lá muito dinheiro nas ligações entre centrais e táxis, então a empresa adquiriu os direitos por um preço bem baixo. Aí, fez sua jogada: provou para os órgãos competentes que não havia diferença entre a faixa de ondas usada pelos táxis e a usada por celulares, e pediu para explorar a telefonia. Nascia assim a Nextel, uma das gigantes do celular.

Dez anos depois, o mercado norte-americano é formado por joint-ventures. A Nextel, depois de cortejada por muitos, decidiu se unir à Sprint. Ninguém entendeu. Afinal, devido a diferenças de tecnologias, um celular da Nextel não pode ligar facilmente para um da Sprint, e vice-versa. Até que descobriram que a Nextel passou alguns anos comprando direitos de outra faixa de onda mal explorada: a destinada às televisões por assinatura sem fio. Uma verdadeira mina de ouro, já que os conteúdos para celular estão cada vez mais complexos, mais pesados e precisam de um bom espaço de onda para circular. A Nextel espera usar o espaço das TVs para transmitir conteúdo para celulares, e conseguiu os direitos para metade das cidades norte-americanas. Adivinha quem tem a outra metade? Exato, a Sprint.

Para usar uma frase de Guimarães Rosa: ?Onça, quando dá o bote, é porque já olhou tudo o que tinha que olhar?.

DADOS

5,4% foi o crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil em 2004, a maior taxa desde 1994, segundo o IBGE.

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