Negociação no mercado de trabalho

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Segundo algumas pesquisas norte-americanas de empregadores, mais da metade das pessoas que trabalham para eles carece da motivação para continuar aprendendo e se aperfeiçoando Você já calculou quanto tempo do seu investimento pessoal foi gasto com o aumento do portfólio de conhecimentos, por meio de sua formação, cursos extracurriculares, MBA, mestrado ou mesmo doutorado? Se calcular bem, deve ter investido, em média, 18 anos. E com certeza essa formação deve ter sido uma das grandes diferenças no momento de uma decisão de contratação, demissão ou mesmo de promoção.

Também percebemos que essa necessidade de formação tem crescido aceleradamente nos últimos anos, muito em função do aumento dos cursos de pós-graduação direcionados para executivos de todos os níveis. Observamos, também, que muitos deles investem seu precioso tempo nesses cursos com o objetivo de aumentar seu portfólio de conhecimento para ascender em sua carreira ou buscar melhores oportunidades de crescimento no mercado de trabalho. Como em qualquer mercado, a lei da oferta e da procura também funciona para o produto chamado executivo. Quanto maior a oferta, menor o preço!

No entanto, quando apenas a titulação bastava para a diferenciação no mercado, o simples fato de possuí-la já era a grande porta de entrada para grandes oportunidades de carreira. Mas hoje as coisas mudaram. Então o que é preciso saber para aumentar nossa empregabilidade? Ou que recursos devemos ter para criar a atratividade para melhorar nossas oportunidades profissionais?

O que querem os empregadores?
Segundo algumas pesquisas norte-americanas de empregadores, mais da metade das pessoas que trabalham para eles carece da motivação para continuar aprendendo e se aperfeiçoando em sua ocupação. Quatro entre dez não são capazes de trabalhar de forma cooperativa com seus colegas, e apenas 19% dos que conseguem um emprego logo após o término da universidade possuem grau suficiente de autodisciplina em seus hábitos de trabalho. Além disso, um número cada vez maior de empregadores queixa-se de falta de aptidões sociais de seus novos contratados.

O problema não está apenas nos novos empregados, porque acontece também com alguns executivos experimentados. Nas décadas de 1960 e 1970, as pessoas ?subiam na vida? freqüentando escolas apropriadas e cursando-as com distinção. Entretanto, o mundo ficou repleto de homens e mulheres bem treinados, que se mostravam promissores, mas que estacionaram num determinado patamar em suas carreiras ou, pior ainda, descarrilam, devido às falhas cruciais em termos de inteligência emocional.

Ficou evidente, nessa pesquisa, que atualmente as habilitações técnico-específicas são menos importantes do que a capacidade implícita de aprender no trabalho. Em seguida, os empregadores relacionaram: – Capacidade de ouvir e de comunicação oral.
– Adaptabilidade e respostas criativas a reveses e obstáculos.
– Gerenciamento de si mesmo, confiança, motivação para trabalhar rumo a metas, vontade de desenvolver uma carreira própria e orgulho de suas realizações.
– Eficácia em termos interpessoais e de grupo, cooperatividade e capacidade de trabalho em equipe, aptidão para negociar em situações de desacordo.
– Eficácia na organização, vontade de dar sua contribuição, potencial de liderança.

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