Muitas vezes, nos apaixonamos por alguém ou pelo trabalho. Vivemos em função dos outros, do que as pessoas querem de nós, dos papéis que a sociedade nos impõe. E você? É apaixonado(a) por si? A auto-estima envolve ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si. Como você se percebe como pessoa, como reconhece seus pontos favoráveis e os que necessitam ser aprimorados? Tudo isso está diretamente ligado a aquelas palavrinhas positivas ou negativas que escutamos desde a infância. Um segredo, aquelas críticas que você ouvia na infância podem ser, hoje, a sua maior virtude. Pense nisso.
Exemplo: você é teimoso(a). Talvez a sua teimosia seja sua maior virtude. Como diz Stretut: “Quando os homens fracassam, o que lhes faltou não foi inteligência, foi paixão”.
Muitas vezes, nos apaixonamos pelo outro ou pelo trabalho. Vivemos em função dos outros, do que as pessoas querem de nós, dos papéis que a sociedade nos impõe. E você? É apaixonado(a) por si? Diante de uma crítica, o que faz? Revê suas atitudes? Reconhece que é humano? Torna-se arrogante? Coloca-se no fundo do poço? Como suporta o erro das outras pessoas? Para você, é inadmissível que isso ocorra?
A arrogância, por vezes auto-estima elevada, não nos permite ver a realidade, quando se vive em um mundo imaginário. A auto-observação permite exatamente essa consciência equânime de sentimentos arrebatadores ou turbulentos.
A auto-estima, junto do amor-próprio, e a inteligência emocional são a base para o ser humano. Vivemos em uma época de muitos desafios e devemos estar mais centrados, cuidadosos conosco e com a sociedade, conscientes dos nossos sentimentos, os quais possuem um papel crucial na corrente das decisões pessoais. Essas decisões exigem intuição, sabedoria emocional acumulada e fidelidade a si. Dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para mantermo-nos caminhando em busca da automotivação, da auto-estima, favorecendo a mente criativa em busca de soluções para uma vida melhor.
Reflita: você está desanimado(a)? À beira de um ataque de nervos? Não agüenta mais o seu chefe? Qualquer solicitação o deixa enfurecido(a)? O que faz não tem sentido? A rotina está o matando?
Não fique desanimado(a), não se desespere! Não se sinta o(a) último(a) ser da face da terra. Isso acontece com todo mundo. Mas não poderá se acomodar ou ficar achando que faz parte do lago dos(as) patinhos(as) feios(as), pois isso não dá.
Vou dar uma dica, de acordo com Gardner, o ser humano possui sete inteligências: lingüística (típica dos jornalistas e professores), lógica matemática, (encontrada nos matemáticos), intrapessoal (terapeutas), interpessoal (relacionamento com as pessoas), corporal (expressões corporais ? bailarinos), musical (o próprio nome já diz), espacial (Airton Senna). Leia mais sobre a teoria, é fantástica!
Veja bem o que você poderá fazer: com base nas inteligências escritas acima, tente descobrir aquela que predomina em você, aquela que quando executa, sente que faz bem, sente prazer e todos elogiam.
Encontrando a sua inteligência predominante, apodere-se, otimize, busque aplicar no seu dia-a-dia. Dê um chute na rotina, utilize o pensamento criativo para inovar, otimize a sua inteligência e aumente a sua auto-estima, pois você tem valor. Que nota, então, você se dá? O quanto você investe em você? Lembre-se: de zero a dez.


