Dono de seu próprio destino profissional

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Em um mercado com um nível de exigência cada vez maior, esse profissional aumenta consideravelmente a sua empregabilidade. Recentemente, algumas revistas especializadas em mercado de trabalho realizaram um estudo sobre as melhores empresas para se trabalhar. A pesquisa mostrou qual tem sido o papel dessas organizações na promoção da carreira de seus colaboradores. Segundo o estudo, o quesito aprendizado e desenvolvimento, que está relacionado à educação corporativa e oportunidades de promoção obteve média 77,07. O material reafirma a importância da empresa na carreira de seus funcionários, mas levanta nos especialistas uma questão: muitos ainda não assumiram a responsabilidade pelo seu desenvolvimento profissional e planejamento de carreira.

Muitas vezes, o profissional delega para a empresa na qual trabalha a responsabilidade pela gestão de sua carreira. Como empregadora, a organização deve estimular a busca pelo conhecimento, pelo desenvolvimento e pelo crescimento de cada um de seus colaboradores. Deve oferecer também programas de treinamento adequados, estimular a busca de conhecimentos fora do ambiente de trabalho e possibilitar o aprendizado de coisas novas no dia-a-dia e oportunidades de avaliações (feedbacks) vindas dos líderes, assim como de transferências, remanejamentos e promoções. Ou seja, a organização pode e deve ser uma parceira no processo de crescimento profissional, mas a maior responsabilidade continua sendo do próprio profissional. Antigamente, era comum que entregássemos a nossa carreira para a empresa cuidar. Hoje, cada um deve fazer a sua parte.

Como consultora de RH, já me deparei diversas vezes, nos trabalhos de treinamentos que realizo, com profissionais que ainda não pararam para refletir sobre a possibilidade de serem os donos de seu próprio destino. São funcionários desmotivados, que não produzem como poderiam e deveriam, que não sabem com o que podem e devem contribuir com a empresa e que se acomodam no mesmo cargo por muitos anos e, muitas vezes, sentem-se estigmatizados e isolados pela empresa. Falta-lhes a definição de até onde desejam chegar e o que precisam fazer para atingir esse objetivo, identificando e reconhecendo seus pontos fortes e aqueles que precisam ser melhor desenvolvidos; suas fortalezas e armadilhas profissionais. Esse exercício requer uma grande dose de sinceridade consigo e habilidade em aproveitar oportunidades que nos obrigam a pensar, a reconhecer o que desejamos e estabelecer o que é necessário para atingir essas metas. Alguns pontos podem auxiliá-lo em sua reflexão, como por exemplo: ?Quais são os meus pontos fortes, aqueles nos quais preciso melhorar e as minhas armadilhas??, ?Qual é o meu modo de trabalhar e minha forma de aprendizagem??, ?Como me relaciono no trabalho e como é a minha forma de comunicação?? E, finalmente, qual a minha contribuição para a organização?

Dessa forma, mesmo convivendo com um mercado de trabalho que pode ser considerado recessivo e com um nível de exigência cada vez maior quanto à capacitação dos profissionais, esse profissional estará aumentando consideravelmente a sua empregabilidade.

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