Aquele homem morava em frente a uma bonita praça. Todas as manhãs ele ficava olhando as crianças brincarem, as babás e mães conversarem sobre Deus e todo mundo. Pessoas passavam correndo, se exercitando, e o homem ficava satisfeito, vendo todos felizes, e como se divertiam. Aquele homem morava em frente a uma bonita praça. Todas as manhãs ele ficava olhando as crianças brincarem, as babás e mães conversarem sobre Deus e todo mundo. Pessoas passavam correndo, se exercitando, e o homem ficava satisfeito, vendo todos felizes, e como se divertiam.
À tarde, pessoas que voltavam ou iam almoçar paravam na praça, para conversar e espairecer. Logo mais era a vez dos aposentados armarem seus tabuleiros de dama ou peças de dominó. Uma vez por semana havia feira noturna na praça, e o homem se divertia ouvindo a música que tocava e sentindo o cheiro das mais diversas comidas oferecidas pelo pessoal das barraquinhas.
Mas ele nunca atravessou a rua e foi até a praça. Apenas via os outros se divertirem, curtirem, e nunca fez nada para participar também.
Da mesma maneira, muitas coisas boas estão ao seu alcance e à disposição de sua equipe. Para conseguir tudo isso, basta um simples gesto como atravessar a rua. Encontramos várias dessas praças em nosso dia-a-dia, e a maioria deixamos passar. Outras ficam apenas em nosso pensamento. Imaginamos o que poderia acontecer se…
E aí não acontece nada. Ou até acontece: as pessoas ficam frustradas, vendo um sonho que imaginam inatingível. Instala-se a falta de ânimo, a acomodação, a dificuldade em cumprir tarefas. Tudo isso pela falta de uma atitude simples, que só requer força de vontade.
Por mais confortável que sua casa e sua rotina sejam, arrisque-se e atravesse a rua. Ouse. Desafie-se a fazer de seu trabalho e de sua vida o melhor que eles podem ser.