Emprega o quê?!

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Infelizmente, a palavra empregabilidade está muito mais associada a desemprego do que pelo seu aspecto positivo, que poderia ser defimdo – simplificadamente – como estar em condições para responder às necessidades das empresas e do mercado.

Em recente coluna do economista Joelmir Betim, lida por este editor, o articulista informava que a maior responsabilidade pelos elevados índices de desemprego de executivos estava relacionada à baixa capacitação desses profissionais e não somente aos programas de redução de custos. Só para se ter uma idéia, comprovada por nossas pesquisas, a grande maioria não falava uma segunda língua. Isso sem mencionar o fato de que poucos possuíam computadores e, muito menos ainda, estavam conectados à Internet. Atentem para o fato de estarmos vivendo num mundo globalizado. O desemprego é estrutural, mas que nós também estamos colaborando para engrossar as estatísticas, estamos.

Quer uma história verdadeira sobre isso? Deu no Wall Street Journal/, artigo do repórter Jim Carlton: “Um usuário da Dell Computer chamou o suporte técmco reclamando que seu computador não conseguia enviar nenhum fax. Depois de 40 minutos tentando achar o erro, descobriu que o usuário estava tentando enviar o fax colocando a folha de papel na frente do monitor e clicando o botão “Send Fax”. É, a história é verídica!

Na verdade, empregabilidade deveria ser encarada como uma mudança de atitude por parte dos profissionais. Nossa matéria de capa é muito feliz ao procurar vender esse conceito, e não buscar somente técnicas e dicas que possam ajudar você a não perder o seu emprego”. Se você me perguntasse qual a parte mais importante desse artigo, eu diria para você ater-se ao tópico enfocando o novo profissional de vendas. Ali, mostra-se, de maneira muito simples, o que é esse novo conceito, essa mudança de atitude. Você é uma empresa que trabalha para outra empresa. E isso que precisa ser compreendido.

Aliás, se a razão pela qual você não puder ler todo o artigo sobre empregabilidade for falta de tempo, recomendaria que, antes de fazê-lo, investigue a matéria da página nove. Muitas vezes~,falta de tempo é uma desculpa utilizada para justificar nossa incompetência em priorizar o que é, ou não é, importante para nós. Repare como fazemos muitas coisas porque não delegamos (insegurança), porque antecipadamente não nos informamos corretamente, porque permitimos interrupções. E por ai vai. Se falta de tempo fosse justificativa para nossas falhas ou incapacidades, o que seria de William (Bill) Gates? Com sua fortuna “monstruosa” para admimstrar e a Microsoft para gerir, esse senhor há muito já teria falido ou enlouquecido. Acredite-me, ele tem as mesmas 24 horas que você também tem. Aliás, tempo e ar são os recursos mais democráticos que existem, não concorda? Se você me disser que a razão do sucesso dele deve-se muito mais á inteligência, eu replico com uma frase de Einstein, certamente tão inteligente ou mais que Bill Cates: “O sucesso é 1% inspiração e 99% transpiração”.

P.S. Este mês excepcionalmente, deixamos de publicar a coluna “objeções”

Boas Vendas

Júlio Clensh

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