VendaMais
Consultoria Treinamentos Liderança Games BPO comercial SalesTrain Cases Conteúdos Sobre Seja um parceiro · VM Partners Fale com um especialista →

Marketing evolucionista

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

É fundamental que o marketing esteja no mesmo compasso do mercado, não fazendo o que todo mundo faz, mas fazendo o que ninguém fez ainda, apenas estando um passo à frente. A teoria de Charles Darwin que descreveu o evolucionismo das espécies através da seleção natural bem que poderia servir de modelo para melhor explicar o que vem e continuará acontecendo com o mercado.

Com a euforia do marketing e do mercado publicitário desenfreado de alguns anos atrás, as empresas perceberam que muitas deram um tiro no pé, ou até deram a volta em torno do próprio eixo, mas não saíram do canto. A fase do ?oba-oba? já passou e, para quem ainda não percebeu, o mundo corporativo, assim como a Terra, não é estático, como disse Darwin.

A dinâmica do mercado, que se dá de forma constante, promove àquelas que a percebem o que Darwin chamou de variações vantajosas, ou seja, adaptações às variáveis e peculiaridades que fazem a diferença. Com a chamada era do consumidor, a empresa que não tiver percebido ainda tal variação terá dificuldades.

Segundo o cientista, as espécies garantiam a vida graças ao acúmulo de pequenas modificações, sucessivas e favoráveis e não por modificações extraordinárias e repentinas. Já se passaram mais de cem anos que Darwin nos deixou sua fórmula de evolução continuada, mas o que se vê hoje é exatamente a dificuldade de dar pequenos passos, sucessivos e favoráveis, garantindo a sobrevivência e adaptação das empresas.

Para isso, é fundamental que o marketing esteja no mesmo compasso do mercado, não fazendo o que todo mundo faz, mas fazendo o que ninguém fez ainda, sem modificações extraordinárias e repentinas, apenas estando um passo à frente.

A evolução corporativa se dá desde o processo de planejamento, definição de estratégia e a execução do plano de marketing. Sem parâmetros estabelecidos interna e externamente, as empresas acabam se copiando e acabam travando uma verdadeira batalha suicida. E o que é pior: com as mesmas armas e com a velha tática de que vence quem desiste por último.

Podemos citar como exemplo o mercado de telefonia, que a cada etapa só fica mais igual, com as mesmas propagandas, promoções e ofertas mirabolantes. Resultado de tudo isso: perda de foco, marketing falho e um alto índice de insatisfação no Procon. A empresa esqueceu que trabalha para fazer o cliente vencer e não para que ela mesma vença, sozinha, a concorrência.

Quem parece que aprendeu a lição foi o varejo. Há alguns anos atrás, era comum assistir comerciais e peças publicitárias entre varejistas utilizando o mesmo posicionamento, as mesmas estratégias e as mesmas promoções, até cair a ficha de que o consumidor evoluiu, não repentinamente, mas lento e gradativamente, como previu Darwin. Essa percepção foi fundamental para que cada empresa criasse a própria cadeia de valor, ou seja, aquilo que o consumidor procura e só acha lá.

A partir de agora, pense e reflita qual foi a evolução feita na sua empresa nos últimos cinco anos. Talvez você acabe encontrando bem aí, exatamente onde você trabalha, uma espécie em extinção.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados

Quando (e como) um líder comercial deveria pedir ajuda

Quando (e como) um líder comercial deveria pedir ajuda?

O erro não está apenas em pedir tarde, mas em ...
Leia Mais →
Quando demitir

Quando uma empresa deveria demitir um vendedor?

Quando demitir um vendedor? Demitir um vendedor nunca deveria ser ...
Leia Mais →
Negociando com IAs: o que as IAs revelaram sobre empatia e firmeza

Negociando com IAs: o que elas revelaram sobre empatia e firmeza

Negociando com IAs Até a IA já cansou do negociador ...
Leia Mais →