Motivação e desempenho profissional

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A competitividade é o motor que impulsiona a vida corporativa. Ter pessoas motivadas e competentes para gerar produtividade e lucratividade é um desafio incessante para as lideranças. Hoje, mais do que nunca, a exigência de conciliar motivação e desempenho é constante, na vida de todas as pessoas que trabalham nas empresas. O apelo à competitividade, produtividade e lucratividade é um imperativo que redesenha todo o sistema do que é ser uma empresa, no contexto do século XXI.

Estar motivado (automotivado) é uma competência decisiva para empreender e desenvolver os projetos pessoais e corporativos. A avaliação do desempenho da pessoa no âmbito corporativo é cada vez mais exigida, e serve até como parâmetro de permanência ou não na função por ela exercida.

Ocorre, em alguns casos, que a própria empresa não tem uma política clara (princípios e valores) de gestão de pessoal. A avaliação de desempenho fica restrita a critérios meramente subjetivos e esporádicos.

Ao contratar alguém para uma vaga de trabalho, é importante deixá-lo ciente da expectativa da empresa em relação a seu desempenho, tanto do ponto de vista técnico (saber fazer) quanto humano (qualidades pessoais).

O desempenho é uma espécie de equação, que envolve os seguintes fatores: motivação + competência (conhecimento, habilidades e atitudes) + oportunidade (desempenho = motivação + conhecimento + oportunidade).

Um excelente desempenho é possível graças à sinergia entre motivação, competência e oportunidade. Às vezes, a pessoa está desempregada e encontra uma oportunidade de trabalho. Nos primeiros dias, está bastante empolgada (alto desempenho). No entanto, à medida que o tempo vai passando, ela começa a desmotivar-se e o seu desempenho cai. Quando isso ocorre, é preciso identificar quais fatores, internos ou externos, estão interferindo.

Em um mundo onde a competitividade é o motor que impulsiona a vida corporativa, ter pessoas altamente motivadas e competentes para gerar produtividade e lucratividade é um desafio incessante para as lideranças.

Conciliar os objetivos pessoais com os da empresa pode gerar um maior grau de satisfação, e uma conseqüente melhoria do desempenho. Quando ocorre um descompasso entre os propósitos pessoais e os da empresa, o resultado é baixo desempenho e insatisfação de ambas as partes.

As empresas estão passando por uma turbulenta transição, de um modelo de gestão alicerçado no produto (modelo antigo) para um modelo ancorado nas pessoas (múltiplos talentos).

Nesse contexto, é normal não encontrar as pessoas certas para os lugares certos, porque elas não foram preparadas para tal. Então, compete às empresas que querem continuar existindo, formar suas equipes de acordo com seus princípios e valores.

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