O balão mágico das metodologias de vendas

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Superfantático: Spin, Challenger e o Balão Mágico

O que cada metodologia avançada de vendas consultivas realmente entrega (e por que nenhuma resolve sozinha o seu problema)

Tem empresa que troca metodologia de vendas com a mesma convicção com que promete começar dieta na segunda-feira.

É só trocar uma diretoria comercial que lá vem novidade. Principalmente quando algo está na moda. Aí vira o que eu chamo de ‘balão mágico’, vamos subir neste balão e magicamente vamos para um lugar incrível, super fantástico.

Num ano, a salvação é SPIN. No seguinte, alguém descobre Challenger e resolve “elevar o nível das conversas”. Logo depois, entra Venda de Valor para diferenciar da proposta da concorrência.

A intenção até é boa. O problema é achar que basta trocar a sigla para o comercial começar a performar como se tivesse tomado anabolizante estratégico.

Não funciona assim.

O problema nem é a metodologia de vendas. Todas são muito boas e tem seus pontos positivos. A questão é que sozinha nenhuma delas resolve seus problemas de verdade.

Não tem balão mágico superfantástico já pronto, a Arca de Noé das vendas que vai salvar a empresa do dilúvio. 

Metodologia de vendas não é acessório para parecer sofisticado em reunião. Também não é uma coleção de termos em inglês para o time repetir na reunião de revisão de resultados.

Metodologia é a lógica por trás da venda. É o jeito como a empresa decide diagnosticar, qualificar, argumentar, avançar e defender valor.

E isso é diferente do processo comercial.

Processo mostra as etapas. Metodologia mostra como o vendedor deve agir dentro dessas etapas.

Duas empresas podem ter o mesmo funil no CRM, o mesmo número de reuniões, o mesmo playbook e resultados completamente diferentes. O motivo costuma estar menos no desenho do processo e mais na inteligência comercial usada para conduzir a venda.

Processo diz onde a venda está. Metodologia diz como a venda anda.

Quando essa lógica é ruim, o vendedor fala demais, pergunta mal, corre atrás de cliente desqualificado, manda proposta cedo, entra em negociação sem critério e depois põe a culpa no mercado, no preço, na concorrência, no cliente, no clima e, se deixarem, na rotação da Terra.

Para entender melhor esse assunto, vale olhar para as principais metodologias de vendas consultivas em ordem cronológica e, mais importante, entender o que cada uma tentou consertar.

1967 – Sandler Selling System

-> Metodologia: Sandler Selling System.


-> Função dominante: Qualificação e controle da conversa comercial.


-> Melhor uso: Equipes que se atropelam, cedem demais e entram em negociação sem critério.


-> Entrega melhor: postura comercial, qualificação mais firme, avanço com compromisso de verdade.

-> Limitação mais comum: Ajuda bastante na disciplina da venda, mas não é a abordagem mais forte para gerar leitura estratégica nova para o cliente.

O Sandler nasceu para enfrentar um problema que continua em plena forma: vendedor carente.

Aquele que precisa ser aprovado. Que aceita reunião sem pauta. Que manda proposta “para não esfriar”. Que ouve “vamos pensando” e registra no CRM como oportunidade promissora.

Que tem medo de perguntar o que precisa e pavor de perder o cliente, mesmo quando o cliente nunca foi dele.

O mérito do Sandler foi colocar a coluna vertebral na conversa comercial. Mostrar que vender não é implorar atenção com simpatia e follow-up. É conduzir com critério, investigar dor com seriedade e só avançar quando existe compromisso dos dois lados.

Muita empresa não precisa, no curto prazo, de uma metodologia mais sofisticada. Precisa só parar de vender de joelhos.

Boa parte dos problemas comerciais não nasce de falta de técnica. Nasce de frouxidão.

1985 – Miller Heiman / Strategic Selling

-> Metodologia: Strategic Selling.


-> Função dominante: Leitura política de contas complexas.


-> Melhor uso: Vendas grandes, contas corporativas, múltiplos decisores, ciclos longos.


-> Entrega melhor: Visão mais clara dos influenciadores, apoiadores, bloqueadores e interesses em jogo.


-> Limitação mais comum: Vira burocracia elegante e ineficiente quando o time de vendas começa a preencher o mapa de conta sem realmente pensar (só marcando ‘X’ no formulário).

A grande contribuição dessa escola foi uma dose de realismo corporativo.

Em venda complexa, o cliente não é uma pessoa só. É um pequeno parlamento com conflitos internos, agendas concorrentes, interesses cruzados e gente que nem aparece na reunião, mas ajuda a matar o deal.

Tem o usuário que quer resolver um problema. O gestor que quer reduzir risco. O financeiro que quer segurar custo. O compras que quer arrancar desconto. O jurídico que trava tudo. A TI que suspeita de qualquer novidade. E um ou outro campeão interno tentando empurrar sua solução num ambiente que adora a frase “vamos revisitar isso mais à frente”.

Miller Heiman ajudou a mostrar que perder venda grande não é, necessariamente, falta de argumento. Às vezes é só leitura política ruim.

Tem vendedor que perde negócio achando que perdeu no argumento. Na prática, perdeu no organograma.

1988 – SPIN Selling

-> Metodologia: SPIN Selling.

-> Função dominante: Descoberta consultiva por meio de perguntas.


-> Melhor uso: Times que precisam sair do pitch de produto e aprender a investigar melhor.


-> Entrega melhor: Estrutura para explorar situação, problema, implicação e necessidade de mudança.


-> Limitação mais comum: Quando usado de forma automática, parece interrogatório com crachá. Além disso, muitos vendedores têm dificuldades enormes de passar do S (situação) e P (problema) para o I (implicação) e N (Need Payoff).

O SPIN virou clássico porque resolveu um defeito básico e caríssimo: perguntas ruins.

Muita venda desanda porque a descoberta é pobre. O vendedor pergunta sobre contexto, coleta informação que pouco muda a decisão e depois tenta compensar a superficialidade do diagnóstico com energia na apresentação.

O SPIN melhorou isso ao organizar a conversa em quatro blocos. Situação. Problema. Implicação. Necessidade de solução.

Seu grande salto não está nas perguntas de situação, que qualquer vendedor minimamente treinado consegue fazer.

O diferencial aparece nas perguntas de implicação, que aumentam o peso do problema, e nas perguntas que fazem o comprador verbalizar o valor da mudança.

Quando bem usado, o SPIN ajuda o cliente a pensar. Quando mal usado, vira entrevista de luxo, criando frustração e desperdiçando tempo e energia do cliente e da equipe de vendas.

1991 – ValueSelling

-> Metodologia: ValueSelling.


-> Função dominante: Venda baseada em valor de negócio.


-> Melhor uso: Situações em que preço pesa, a concorrência aperta e o cliente precisa justificar a compra.


-> Entrega melhor: Conexão entre proposta comercial e impacto econômico, operacional ou estratégico.


-> Limitação mais comum: Se o diagnóstico for fraco, o “valor” vira discurso bonito sem sustentação.

ValueSelling ganhou espaço por uma razão óbvia e, ainda assim, ignorada por muitas equipes, não basta dizer que sua solução é boa. O cliente precisa entender por que ela vale a pena.

E aqui mora um erro comum. Empresa fala em valor, mas apresenta atributo. Fala em diferencial, mas entrega adjetivo. Fala em parceria, inovação, qualidade, excelência, tradição, atendimento personalizado e outras expressões que soam importantes dentro da empresa e genéricas para quem compra.

ValueSelling empurra a conversa para um terreno mais sério, impacto de verdade no negócio. Mais receita. Menos custo. Menos risco. Mais produtividade. Mais velocidade. Mais previsibilidade.

Quando o vendedor não consegue traduzir sua oferta nessa linguagem, a conversa escorrega para preço. E depois todo mundo finge surpresa.

Quem não sabe vender valor quase sempre termina negociando desconto.

1995 – Solution Selling

-> Metodologia: Solution Selling.


-> Função dominante: Venda orientada a problema e solução.


-> Melhor uso: Tecnologia, serviços, consultoria e ofertas menos tangíveis.


-> Entrega melhor: Tradução do produto em solução aplicável ao problema do cliente.


-> Limitação mais comum: Pode trabalhar demais em cima da dor já declarada e de menos em cima da mudança de visão (ou seja: baixa taxa de conversão).

Solution Selling teve um papel forte quando muita empresa precisou vender algo que não cabia numa vitrine nem se explicava com ficha técnica.

Software, serviço, projeto, consultoria, integração. Tudo isso exigia um vendedor capaz de traduzir uma oferta abstrata em solução prática para um problema.

A metodologia ajudou bastante nessa virada. Fez muita empresa sair da descrição de produto e entrar numa conversa mais útil sobre aplicação, cenário, necessidade e resultado.

O ponto mais fraco aparece em mercados muito competitivos. Em vários casos, não basta responder ao problema que o cliente já reconhece. O vendedor precisa mostrar um problema melhor, mais relevante, mais estratégico, às vezes um problema que o cliente ainda nem percebeu direito.

1996 – MEDDIC / MEDDPICC

-> Metodologia: MEDDIC, depois ampliada em muitas empresas para MEDDPICC.


-> Função dominante: Qualificação avançada e controle do deal.


-> Melhor uso: Vendas enterprise, tickets altos, múltiplos stakeholders e forecast que precisa ser levado a sério.


-> Entrega melhor: Disciplina para avaliar métricas, decisor econômico, critérios de decisão, processo decisório, dor, champion, trâmites internos e concorrência.


-> Limitação mais comum: Organiza o deal, mas não ensina sozinho a conduzir uma conversa consultiva forte.

MEDDIC é menos glamourosa do que Challenger. Menos simpática do que SPIN. Menos “instagramável” do que qualquer metodologia que prometa transformar o vendedor em consultor Jedi. Ela não é, tecnicamente, nem uma técnica de venda consultiva.

Mas resolvi incluir na lista por dois motivos. Primeiro, porque muito pouca gente conhece.

Segundo, ela faz uma coisa muito valiosa, corta ilusão.

Toda empresa que vende projeto grande conhece a tragédia. O vendedor diz que o negócio está avançando. O cliente responde. As reuniões foram boas. Existe interesse. O Champion (ou campeão, seu aliado interno na empresa) parece engajado. O pipeline sorri. O forecast brilha. Aí chega o fechamento do trimestre e o deal evapora. Era só fumaça.

MEDDIC entra para fazer perguntas desconfortáveis e necessárias. Quem é o decisor econômico? Quais são os critérios de decisão? Como é o processo? Existe champion de verdade ou só um contato simpático? O problema é prioridade real ou distração elegante?

Ela não foi feita para deixar a venda mais charmosa. Foi feita para deixar o comercial menos ingênuo.

Pipeline bonito demais costuma esconder fantasia mal qualificada.

2003 – CustomerCentric Selling

-> Metodologia: CustomerCentric Selling.


-> Função dominante: Conduzir a venda a partir do modo como o cliente compra.


-> Melhor uso: Empresas que querem dar mais consistência ao processo comercial e reduzir o improviso.


-> Entrega melhor: Alinhamento entre conversa comercial, etapa de compra e avanço do cliente.


-> Limitação mais comum: Pode faltar tensão competitiva quando o cliente precisa ser provocado, não apenas acompanhado.

Essa abordagem puxou a atenção para um ponto importante, a venda não pode girar só em torno do roteiro do vendedor.

Tem muita empresa que diz colocar o cliente no centro, mas continua tocando a venda de dentro para fora. Empurra proposta cedo, força agenda, repete discurso pronto e chama isso de abordagem consultiva.

CustomerCentric Selling trouxe a ideia de que vender bem passa por facilitar a compra. Parece sutil. Não é.

Isso muda o tipo de pergunta, o ritmo da conversa, o conteúdo de cada etapa e a forma como o vendedor lê o momento do comprador. Ajuda bastante em equipes que precisam de mais consistência e menos improviso.

Seu limite aparece quando o mercado exige confronto intelectual. Tem cliente que não precisa só de ajuda para comprar. Precisa de ajuda para enxergar que deveria comprar.

2011 – The Challenger Sale

-> Metodologia: Challenger Sale.


-> Função dominante: Ensinar, provocar e reenquadrar o problema do cliente.


-> Melhor uso: Vendas complexas, concorrência alta, clientes bem informados, mercados comoditizados.


-> Entrega melhor: Insight comercial, mudança de visão, diferenciação e condução mais firme da conversa.


-> Limitação mais comum: Mal usado, vira arrogância com PowerPoint.

O Challenger fez sucesso porque confrontou um dogma querido da venda consultiva, a ideia de que relacionamento, escuta e simpatia, por si só, bastariam para vender melhor.

A provocação central era forte, em vendas complexas, o profissional que mais performa nem sempre é o mais agradável. Muitas vezes é o que ensina melhor. O que leva leitura de mercado. O que mostra um risco que o cliente não estava vendo. O que reorganiza prioridades. O que cria desconforto produtivo.

Isso elevou bastante o nível da conversa comercial.

O problema é que muita gente entendeu Challenger como licença para virar vendedor desagradável.

Aí começa a interromper o cliente, falar com superioridade e achar que está “desafiando”. Não está. Está só sendo insuportável.

A distância entre insight e arrogância continua sendo competência.

2018 – Gap Selling

-> Metodologia: Gap Selling.


-> Função dominante: Mapear a distância entre estado atual e estado futuro.


-> Melhor uso: Vendas consultivas que exigem bom diagnóstico, prioridade clara e custo de inércia bem trabalhado.


-> Entrega melhor: Descoberta mais profunda, foco em causa raiz e na consequência de não mudar.


-> Limitação mais comum: Exige vendedor bom de investigação; sem isso, vira insistência em cima de “dor”. Precisa também saber direcionar bem para o fechamento, ou vira excelente diagnóstico com pouca venda. Basicamente consultoria grátis. 

Gap Selling apertou o parafuso num defeito antigo, a descoberta rasa.

Tem muito vendedor que até aprendeu a fazer perguntas, mas continua cavando pouco. Descobre sintoma, não causa. Descobre queixa, não prioridade. Descobre desejo, mas não mede consequência.

Essa metodologia organiza a venda ao redor de uma lacuna, onde o cliente está hoje, onde quer chegar, o que está impedindo essa mudança e quanto custa continuar parado.

Isso dá mais densidade à conversa. Obriga o vendedor a sair do modo cordial e entrar no terreno que realmente move a decisão, bloqueio, impacto, urgência, risco e consequência.

Quando funciona, a venda ganha seriedade. Quando não funciona, vira um sujeito insistindo para o cliente admitir sofrimento e problema até o ponto do constrangimento.

O que essa linha do tempo mostra

O mais interessante nessa história toda é perceber que cada metodologia surgiu para corrigir um defeito que estava saindo caro demais.

  • Sandler atacou a falta de postura.
  • Miller Heiman atacou a cegueira política.
  • SPIN atacou perguntas ruins.
  • ValueSelling atacou a venda baseada em atributo.
  • Solution Selling atacou a dificuldade de vender intangível.
  • MEDDIC atacou o pipeline fantasioso.
  • CustomerCentric atacou a miopia sobre o processo de compra.
  • Challenger atacou a passividade intelectual da venda consultiva.
  • Gap Selling atacou a descoberta superficial.

Vista assim, a conversa melhora bastante. Porque fica claro que metodologia não é religião. É ferramenta. E ferramenta boa depende do problema que você está tentando resolver.

O erro de copiar uma só

Aqui entra o ponto que, na minha opinião, mais importa.

O ideal não é escolher uma metodologia e tratá-la como se tivesse descido do monte com duas tábuas e um PDF de onboarding.

O ideal é a empresa construir a sua própria metodologia de vendas.

Não para parecer criativa. Não para inventar moda. Não para rebatizar o óbvio com nome em latim.

Construir a própria metodologia significa selecionar, combinar e adaptar o que faz sentido para o seu tipo de cliente, seu mercado, seu ticket, seu ciclo de venda, seu posicionamento, seus diferenciais e seus gargalos.

Uma empresa pode usar SPIN para discovery.
MEDDPICC para qualificação de oportunidades grandes.
Challenger para reuniões com diretoria e decisores seniores.
ValueSelling para defender preço e ROI.
Miller Heiman para mapear a política interna de contas estratégicas.

Isso costuma fazer muito mais sentido do que importar um modelo inteiro e obrigar a equipe a vender como se todo cliente comprasse do mesmo jeito.

Metodologia boa não é a mais famosa. É a que melhora a conversa, o avanço e o resultado.

A pergunta não deveria ser “qual metodologia está na moda?”.


A pergunta deveria ser “qual combinação de técnicas faz mais sentido para a nossa venda?”.

Essa resposta costuma dar mais trabalho.


Também costuma dar mais resultado.

Se a sua empresa ainda vende com pedaços soltos de treinamento, script velho, playbook genérico e improviso individual, talvez esteja na hora de parar de colecionar siglas e começar a construir um método comercial que tenha a sua cara e que funcione no mundo real.

E se já tem metodologia (própria ou de outros) e quer revisar para deixar mais estratégica e adaptada aos seus desafios atuais, entre em contato.

Será um prazer e uma honra trabalharmos juntos para construir uma nova metodologia de vendas específica para sua empresa (que nós chamamos do seu “Jeito de Vender”).

Se quiser marcar uma reunião para falar sobre isso, fale com o Fabiano, nosso diretor comercial: fabiano.silva@vendamais.com.br

Lembre-se: A sua equipe de vendas precisa ser um diferencial competitivo e uma vantagem estratégica. Não dá para ser diferencial e estratégico de verdade usando metodologias copiadas e que qualquer um pode usar e colocar em prática.

#parapensar: Vendedor não pode ser commodity, sua metodologia de vendas também não pode.

Balão mágico, superfantástico, precisa ser o SEU jeito de vender. Aí você se diferencia, vende mais e o mundo fica bem mais divertido. 

Abraços fantásticos, boa semana e boa$ venda$,

Raul Candeloro

Diretor

www.vendamais.com.br

P.S. 1: Quer revisar sua política comercial, modelo de vendas e/ou processo comercial? Podemos ajudar com tudo isso. Marque uma reunião de diagnóstico com o Fabiano, nosso diretor comercial: fabiano.silva@vendamais.com.br

P.S. 2: Esta semana estarei com o pessoal da Agroceres fazendo uma palestra justamente sobre como a equipe de vendas pode criar diferenciais e vantagens competitivas. Se quiser que eu, ou alguém do meu excelente time de treinadores, converse com seus líderes e sua equipe de vendas na sua próxima convenção ou treinamento, entre em contato: bianca@vendamais.com.br

P.S. 3: Para você matar a saudade da turma do Balão Mágico – https://www.youtube.com/watch?v=Pia8EBfzhF8

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