Uma pesquisa realizada pelo instituto especializado em marketing digital eMarketer mostrou que quase a metade das pessoas que possuem celular no Brasil (44,9%) consideram o WhatsApp o aplicativo mais importante em seu dispositivo móvel. Em segundo lugar, com apenas 9,4%, vem o Facebook. Além disso, o estudo revela que de cada dez smartphones no país, oito são Androids. E o que isso indica? Que grande parte da população – e provavelmente de seu público – utiliza a plataforma Android e o WhatsApp como canal de comunicação em seu cotidiano. Entender a maneira como seus clientes se comunicam é de extrema importância para construir um relacionamento com eles.
Que tal, então, incluir o WhatsApp nas suas estratégias de venda e fidelização de clientes?
Contudo, sabemos que, ao mesmo tempo em que o aplicativo pode ser uma excelente ferramenta, também traz riscos à produtividade da equipe. Para entender como utilizar essa ferramenta, sugerimos a leitura deste artigo, que mostra como equilibrar o uso desse canal no dia a dia: http://bit.ly/whatsapp_aliado_vilao
A internet daqui a 15 anos
A tecnologia muda tão rápido que, muitas vezes, nem percebemos o impacto causado pela sua evolução. Há dez anos, por exemplo, a velocidade da internet jamais possibilitaria toda a interação que temos hoje pela rede. Como será que a web irá se desenvolver daqui para frente? De acordo com Jayson DeMers, colunista do site Forbes, estas deverão ser as principais mudanças na internet nos próximos 15 anos:
- A conexão será permanente e automática: Com a crescente utilização da web (para aplicativos e comunicação), a conexão constante deverá ser uma realidade no futuro.
- A realidade virtual será mais presente no dia a dia: A próxima geração de dispositivos deverá possibilitar ao usuário acessar aplicativos de realidade virtual e realidade aumentada.
- A privacidade será cada vez mais rara: Com a conexão constante e o crescimento do uso de aplicativos, a privacidade será mais rara, podendo até surgir negócios relacionados a isso.
- A internet das coisas deverá amadurecer: A internet das coisas já é uma realidade, conectando relógios e geladeiras, por exemplo. Em 15 anos, essa conexão se estenderá para veículos, carteiras e muito mais.
- Pessoas e negócios terão dificuldade em acompanhar as mudanças: Se hoje a evolução da internet e da tecnologia já acontece de forma muito rápida, no futuro essa velocidade de mudanças deve aumentar ainda mais.
Cabe a você estar sempre de olho nas novidades e pensar em maneiras de utilizá-las no seu dia a dia em vendas. No futuro, mais do que um diferencial, seguir o que é tendência será uma obrigação de quem quer se manter vivo no mercado!
Panorama digital no Brasil
O Brasil tem, atualmente:
- 81,3 milhões de usuários de desktop.
- 60,4 milhões de usuários de smartphone.
- 11,8 milhões de usuários de tablet.
É o que revela uma análise feita pela empresa de pesquisa de mercado comScore. Segundo o estudo, ao todo, a população digital no país corresponde a 100,3 milhões de pessoas.
Confira alguns insights importantes para conhecer o perfil do consumidor digital nesse cenário:
- Dispositivos móveis correspondem a 72% do total de tempo gasto no Brasil em plataformas digitais.
- Usuários multiplataformas ou apenas mobile (ou seja, que só utilizam a internet em smartphones ou tablets) são a grande maioria, e os acessos exclusivamente por dispositivos móveis não param de crescer.
- 62% dos millennials (pessoas que têm entre 18 e 34 anos) são usuários mobile, e 19% não utilizam desktop em nenhum momento.
- Apenas entre os participantes da pesquisa com 55 anos o uso exclusivo de desktop é maior (55%).
- Mais da metade dos compradores on-line possui menos de 35 anos.
Para conferir a pesquisa na íntegra, acesse: http://bit.ly/panorama_digital
Marcas com opinião
Você já deve ter ouvido por aí que a marca de sua empresa precisa ser neutra. Mas será mesmo que isso é verdade sempre? Já falamos na VendaMais sobre a tendência do marketing 3.0, conceito cada vez mais presente no dia a dia das empresas e que prega o relacionamento com os clientes baseados em valores. Nesse sentido, recentemente a Apple fez uma ação em defesa dos direitos LGBT. A marca se posicionou publicamente contra a legislação do estado da Carolina do Norte (EUA), que impede as cidades de protegerem gays e bissexuais da discriminação e restringe os direitos das pessoas transexuais. Se formos analisar, a lei em si não prejudicaria o mercado da empresa, mas o posicionamento da Apple mostra que cada vez mais as organizações devem reconhecer que se importam não apenas com o que vendem, mas que também com as causas que afetam seus consumidores.
A sua marca se engaja nas causas de seus clientes? Para entender mais sobre o movimento do marketing 3.0, leia nossa reportagem em que Philip Kotler, grande guru do marketing, fala sobre essa tendência: http://bit.ly/marketing_philip_kotler