10 passos para decolar para o sucesso

Confira algumas reflexões para fazer decolar seus negócios, utilizando alternativas capazes de criar novas oportunidades. Algumas reflexões para empresas e pessoas que desejam fazer decolar seus negócios, pela sua capacitação e pela dos colaboradores, por união em processos cooperativos, sejam de associações ou redes. Enfim, utilizando algum tipo de alternativa que gere ações capazes de vencer processos herdados das políticas financeiras dos governos ou momentos do próprio mercado e criar novas oportunidades:

1. Aprender a trabalhar em equipe ? Deixar de lado o ?eu-quipe? e assumir uma postura mais participativa junto a seus colaboradores, dando espaço para sugestões e ações e respeitando opiniões, visando desenvolver, capacitar e transformá-los em parceiros produtivos. Um processo simples é ouvir, praticando audição ativa (olhos nos olhos, usando as duas orelhas em vez da boca). Quem sabe ouvir aprende mais e também ensina melhor. Para lidar com equipes é necessário entender isso. E principalmente, praticar, sempre.

2. Assumir e buscar o auto-desenvolvimento ? Entender que mesmo tendo o mérito de ter criado um negócio de sucesso, você não é infalível, não sabe tudo e também sente necessidade de novos conhecimentos perante um cenário de negócios em transformação e buscar todas as fontes possíveis para enriquecer o seu próprio perfil. Busca constante é o caminho.

3. Permitir e estimular o desenvolvimento e capacitação dos colaboradores de todos os níveis ? Ver nos cursos, palestras, seminários, visitas a feiras, viagens de negócios, visitas a fornecedores e concorrentes oportunidades para desenvolver e capacitar seus colaboradores de todos os níveis, sucessores e até você mesmo, interpretando os gastos como investimentos e não como custos ou despesas. Se você não investir, que direito terá de cobrar ?

4. Criar e usar metas como foco do negócio ? Direcionar a equipe de colaboradores para criar metas em seus setores e expandir esse comportamento para toda a empresa, ajustando as metas setoriais às globais e cobrando resultados com base nelas e não em comportamentos. Transformar tarefas em metas e criar formas de medir, visando gerar indicadores de desempenho e resultados. Sempre cobrar metas, não comportamentos.

5. Definir e manter padrões de qualidade e produtividade no atendimento e serviços ? Buscar no mercado, junto a órgãos e instituições de qualificação, a excelência nos serviços, através de seus programas e qualificando seus colaboradores. É importante envolver todos os colaboradores no passo-a-passo dos processos e conscientizá-los de buscar a excelência nos serviços pessoais, como parte da meta da empresa. Se todos fazem bem-feito, o resultado global será melhor.

6. Desenvolver um plano de marketing de negócios simples e funcional ? Transformar as pessoas que buscam seus serviços em clientes, dando-lhes atenção especial, seja no pré-atendimento, durante o mesmo e também nos pós-atendimento, além de prestar um serviço excelente, ético e responsável. Criar atrativos, como um cartão fidelidade ou de descontos e dar vantagens competitivas a seus clientes, tratando-os como especiais. Melhorar o material promocional e buscar mídias que tenham um alcance maior do público-alvo. Introduzir o marketing social como complemento de atividades sociais que já estiverem implantadas na empresa, para que o discurso seja parte da realidade. Enfim, estruturar todas as ações mercadológicas do seu negócio, usando o passado como fonte de análise e traçando planos para um futuro, em chão firme e calçado por um plano simples e funcional, sem a necessidade de ir até a lua para ter resultados.

7. Buscar a força cooperativa para obter melhores resultados ? Visualizar diferentes caminhos para expansão dos negócios, seja pelo crescimento físico individual, pela criação de redes cooperativas, por clubes de descontos ou por associações. O importante é deixar de lado o individualismo e buscar formas de somar forças que possam ser transformadas em vantagens competitivas, compras, promoções, criação de eventos. É quase impossível decolar sozinho. E voar em grupo é mais produtivo.

8. Atuar em prol do mercado local, regional, estadual e nacional ? Observe que você contribui com o desenvolvimento econômico, financeiro e social do seu bairro e da sua cidade, praticando concorrência leal em uma relação ética e negociações ?ganha-ganha? com seus concorrentes, evitando denegrir outros em seu favor e dando oportunidade para uma relação saudável com todos. O mundo está evoluindo para parcerias, em todos os estágios da cadeia produtiva, em todos os tipos de negócios e relacionamentos, sejam profissionais ou pessoais. Ainda bem que a desonestidade está reduzindo e a ética ganhando espaço.

9. Envolver-se com atividades sociais na comunidade e praticar marketing social ? Envolver a si mesmo e colaboradores em atividades sociais nas comunidades mais carentes, ajudando a reduzir a fervura do caldo social, que atualmente reflete em violência urbana e ocorrências policiais, como pequenos furtos e assaltos a mão armada. Sugerimos a criação de oficinas de artes e ofícios que possam qualificar pessoas de bairros carentes em profissionais que trabalharão por conta própria e melhorarão a renda familiar na comunidade e, por conseqüência, na comunidade empresarial do bairro. Parte dessa renda migrará para outras regiões e o dinheiro irá circular.

10. Profissionalizar a gestão do negócio familiar ? Profissionalizar significa refletir caminhos já percorridos, comportamentos anteriores e atuais na família, resultados alcançados e criar um plano para continuidade saudável do negócio, possibilitando manter a qualidade de vida. A família não pode destruir o negócio e este não pode destruir a família. Essa é uma reflexão a ser feita sempre que as coisas se complicarem.

Há poucos anos, decolava-se para o sucesso andando. Atualmente é preciso correr, pois o cenário mudou e os mais rápidos em ações e transformações estão se saindo melhor em todos os tipos de negócios e também nas profissões liberais ou na vida pessoal. Os indecisos e lentos correm o risco de sair do mercado, com os individualistas, os auto-suficientes, os poderosos, os gigantes e outros tipos de donos de negócios que ainda não acordaram para estes novos tempos de competição acirrada e fronteiras instáveis.

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