Embora sejamos atualmente ricos em tecnologia para o atendimento, com facilidade encontramos vendedores rudes e com má vontade para executar a sua profissão. Imagine se há séculos já existisse algum documento que estabelecesse a forma de relacionamento entre o consumidor e o comerciante? Pois é, ele existe! Há 500 anos já existia a preocupação relacionada à forma de se atender o cliente. O seu registro chegou até a contemporaneidade, levando-nos a refletir sobre a questão e modificar certas idéias e comportamentos.
Embora atualmente sejamos ricos em tecnologia para o atendimento, por meio de computadores e softwares que agilizam a emissão de pedidos e de nota fiscal, equipamentos de crédito e débito simultâneo com as agências bancárias, somos miseravelmente pobres quanto ao atendimento humano voltado para os clientes.
Com facilidade se vê atendentes rudes e com má vontade para executar a sua profissão. Alguns vendedores chegam a suscitar o mal-estar nos consumidores, ao assumir uma postura arrogante e de pouca simpatia. Há ocasiões em que o cliente sente que está atrapalhando, e em alguns casos pede desculpa por tomar o tempo de quem lhe atendeu.
A inversão dos papéis ilustra bem essas situações. Todavia, devemos lembrar e, com o máximo rigor, que o consumidor é quem alimenta o comércio. Os cuidados para com o atendimento devem ser minuciosos, elevando, portanto, o cliente ao grau de pessoa bem quista e de real importância, a qualquer hora.
Será que levaremos mais cinco séculos para aprender essa lição fundamental? Cada ano deveria se converter numa razão para o bom atendimento: quase 500 motivos. No entanto, precisamos de poucas atitudes favoráveis para atender bem o consumidor. Você seria capaz de enumerar algumas? E mais do que isso: praticá-las?


