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Banco do Brasil aumenta vendas com festival itinerante feito em parceria com empresas, governos e comunidades Quem diria… Enquanto muita empresa privada torce o nariz quando o assunto é usar cultura para vender produto, o estatal Banco do Brasil obteve resultados utilizando a estratégia num dos seus principais projetos, o Circuito Cultural Banco do Brasil, festival itinerante que percorreu 18 cidades brasileiras desde agosto do ano retrasado. Em 14 delas, atrelou ao festival promoções com produtos (cartões de crédito, conta corrente seguros de vida e automóvel, títulos de capitalização e planos de previdência privada) e registrou um aumento de 25% nas vendas, em média, por cidade.

As promoções funcionam assim: duas semanas antes do megaevento começar, as agências do Banco iniciam promoções de venda ligadas ao Circuito. Os clientes recebem a programação e quem abrir contas ou comprar algo vinculado ao festival ganha um brinde. Ao todo, o Banco já vendeu aproximadamente 100 mil produtos durante as promoções. Associou, por exemplo, o seu BB Teen, produto bancário direcionado a adolescentes, a uma peça teatral voltada a estudantes de 2.º grau. E quando o Circuito vai para universidades, o Banco trabalha a marca do seu BB Campus, produto voltado ao público que freqüenta esses locais.

A instituição financeira também utiliza o megafestival de cultura para motivar seus funcionários. Eles vestem camisetas do evento e podem distribuir ingressos para clientes preferenciais. Quanto mais um funcionário vende, mais tem chance de ganhar convites e descontos para as atrações.

É óbvio que o festival não é o único responsável pelo aumento de vendas. Mas o melhor é que, além de contribuir para gerar caixa, o Circuito também vincula o Banco do Brasil aos tão desejados valores cidadãos. Num ano e meio, o festival recolheu quantidade superior a 100 mil quilos de alimentos e mais de R$ 500 mil nas bilheterias, recursos destinados a mais de 200 entidades assistenciais, com um diferencial: as entidades dizem o que precisam e o Banco repassa os produtos de geladeiras a instrumentos musicais, passando por filtros d””””água. “A idéia de repassar produtos e não dinheiro é para tomar ainda mais transparente as ações do Circuito”, explica Marcos Mantoan, o coordenador do projeto.

Cada cidade recebe shows, teatro, dança, cinema, artes plásticas, esquetes de humor, seminários, entre outros eventos. Até agora, mais de 500 artistas participaram de 120 shows, sete mostras de cinema brasileiro (10 filmes cada), 70 eventos para o público infantil, 18 apresentações de teatro, 40 exposições de artes plásticas e fotografia e quatro seminários educativos.

Uma das facetas interessantes do festival é que o Banco promove parcerias e permutas com empresas e governos para reduzir custos e produzir eventos maiores. Esses parceiros já investiram recursos em 12 das 18 etapas – verba da ordem de R$ 500 mil. Só em permutas, o projeto economizou cerca de RS 1 milhão. O Banco negociou com companhias aéreas e na rede hoteleira, e obteve, em média, descontos de 40% nas diárias de hotéis (uma economia de aproximadamente R$ 150 mil) e de 30% nas passagens de avião, gastando menos R$ 350 mil.

Todos ganharam. O Circuito ocupou, em média, por cidade, cerca de 6 mil centímetros/coluna, equivalentes a 15 páginas de jornal, além de 120 minutos de mídia eletrônica (TV e rádio). “Com o Circuito Cultural Banco do Brasil demonstramos estar junto da população, reforçamos a imagem de que somos mais que um Banco”, acredita o superintendente do BB em Belo Horizonte, Roberto Miranda de Almeida Barreto, que promoveu duas edições do evento, reunindo numa delas um dos maiores públicos, 30 mil pessoas, ultrapassado apenas por Brasília, onde quase 63 mil pessoas assistiram ao Circuito.

Serviço: banco do Brasil: (0**61)310-3566. Matéria publicada na revista Marketing Cultural nº43. Contato: (0**11)3842-5090 – Home Page: www.marketingcultural.com.br

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