Quanto tempo da vida de um homem ele gasta ou usa em busca do poder? Todo o tempo. Há várias formas de poder, desde o mais material até o mais espiritual, passando pelos mentais, afetivos e sociais. Poder em ser quem se é, poder de delegar poderes, poder ter, poder sentir, poder ajudar, poder ser livre.
Parece então que poder é ter a própria vida nas mãos. Se todos somos donos da própria vida, então para que lutar pelo que já é nosso?
Um pouco de história – Tanto nas fases de nossa vida quanto da história da humanidade sentimos a necessidade do poder.
Quando se tem pouca idade, temos tudo o que queremos de nossos pais ou tutores. Mais tarde, na adolescência, desperta o enfoque social e quando adulto soma-se à necessidade e desejo de independência. Queremos poder ser quem queremos ser.
E quem queremos ser? Essa questão de termos o poder de controlar nossas vidas mudou bastante através dos tempos. Na Pré-história ter poder era simplesmente uma questão de força física. Um bom tacape resolvia quem podia mais.
Depois, na Idade Média, o poder era uma questão sangüínea. Ou você nascia filho de nobre ou, com alguma sorte, alguém da sua família casava com um nobre.
Na Era Industrial, o dinheiro era o poder. Ter o capital dominava o acesso e tudo era válido. Como diz o autor norte-americano Antony Robins: “é melhor ter dinheiro que não ter, é melhor ter força física que não ter”.
Hoje, só isso não basta. Uma das maiores fontes de poder em ação agora é derivada do conhecimento especializado em reciclagem imediata.
Reciclagem imediata – Não somos mais uma cultura industrial, e sim uma cultura de informação. Vivemos em uma época em que novos movimentos, novas idéias e conceitos mudam o mundo quase que semanalmente. Podem ser novidades de importância fundamental, como o estudo do DNA, até triviais mudanças na composição do sanduíche líder de mercado. Se há alguma coisa que caracteriza este mundo globalizado é a corrente maciça que nos põe rapidamente em contato com o que acontece do outro lado do mundo.
Essa informação toda traz possibilidades sem paralelos. Afinal, nenhuma idéia, nenhuma mudança surge do nada. É preciso ter informação para mudar.
A diferença entre as pessoas bem-sucedidas e aquelas que ainda não o são é a capacidade de enfrentar e aplicar rapidamente em suas vidas o que acreditam. Se não obtêm o resultado desejado, vão mudando o enfoque até conseguirem.
Porém, informação todos temos. Livros novos ou usados, computadores, revistas, etc. Isso é poder?
O poder não é a informação. É a mudança pós-informação. Reciclagem imediata.
Use a informação – Atualize-se e perceba que neste modelo de mundo acelerado de informações o que importa é como usamos todos esses dados que nos chegam.
A informação só é realmente válida se for para aumentar a qualidade de vida. Nesse momento, o simples conhecimento passa a ser sabedoria.
A informação que você recebe no dia a dia deve ser formatada de seu jeito, segundo suas interpretações e aplicações.
Comprometa-se então como a reciclagem imediata. Transforme o conceito teórico ou vivencial em algo palpável. Faça isso hoje.
E comunique-se mais. A era da informação não é nada se não for também a era da comunicação. A sua sabedoria, suas idéias, novos paradigmas em geral só possuem significado se comunicados de uma pessoa para outra. Na era da informação, a nova classe não tem seu poder na terra, ou no dinheiro, mas sim no conhecimento de como utilizar tudo isso com saúde, prazer e sabedoria.
Afinal, já estamos nesse planeta há muito tempo.
GUEPARDO
Ao contrário dos outros felinos, as garras do guepardo são fixas. Agem como uma trave de sapatos de corrida, dando ao animal mais tração quando ele dispara em busca de suas presas. Isso é apenas uma das armas que o fazem alcançar 110 km/h, um recorde absoluto entre mamíferos.
Só que o fôlego não acompanha. Após derrubar sua presa (geralmente gazelas ou antílopes) o guepardo freqüentemente está tão cansado que não consegue nem comer. Precisa de alguns minutos para recuperar o fôlego. Tempo mais que suficiente iara que bandos de chacais se aproximem e roubem a carne do legítimo caçador.
LIÇÃO CORPORATIVA: Se você realizar um grande esforço em seu trabalho, esteja certo de que vai colher os frutos.
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Yeda A. Mazepa Pereira, pratictioner de Neurolingüística. Para contata-la, telefone para (41)242-5757 ou (41) 242-6690


