A fé de Abílio Diniz

Abílio Diniz construiu a maior empresa de varejo do país: o Pão de Açúcar. Mas, durante esse percurso, enfrentou alguns problemas cruciais: em 1990 viu a organização quase desaparecer em uma crise familiar profunda, além da terrível experiência do seqüestro.

Porém, em vez de se afundar nos problemas, Diniz optou por escrever um livro que fala sobre as lições que extraiu dos episódios dramáticos. Em Caminhos e Escolhas (Editora Campus) o empresário mostra como as adversidades acabaram se revelando fundamentais na decisão de reorientar-se rumo a valores mais positivos. Além tocar em assuntos como combate ao stress, autoconhecimento, atividades físicas, alimentação, ele propõe um interessante Programa Espiritual que contém 63 afirmativas que devem ser feitas durante nove semanas seguidas. “Essas afirmativas podem transformar qualquer situação aflitiva em vitória pessoal”, afirma.

Reproduzimos o seguinte exemplo do seu Programa Espiritual: :

Para receber as graças que almeja, faça três coisas: :

  1. Pergunte a si mesmo: “O que desejo é justo?” Se puder responder a essa pergunta afirmativamente, faça então a Deus a seguinte oração:  “Senhor, Tu podes todas as coisas, Tu podes conceder-me a graça que tanto almejo: cria, Senhor, as possibilidades para a realização de meu desejo. Em nome de Jesus, amém.” 
  2. Imagine depois firmemente que seu desejo vai se materializar. Crie mentalmente, a imagem de seu desejo realizado.
  3. Coloque nas mãos de Deus essa questão e siga as orientações do Todo-Poderoso. Pratique a crença e continue a sustentar no pensamento o que idealizou. Faça isso e ficará surpreso com os caminhos estranhos por meio dos quais se materializará seu ideal.

Observação: A oração contida no item 1 deverá ser repetida diariamente, várias vezes, tantas quantas forem possíveis repetir. Aproveite todos os momentos disponíveis para fazê-la. Concentre-se por alguns segundos e repita com fé.

Para saber mais: Caminhos e Escolhas, de Abílio Diniz (Editora Campus). “Fé é saber que há um oceano porque você viu um riacho.” – William Arthur Ward

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