Afinal, quem sou eu? (Parte 1)

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

Não seja tolo. Não pense que essa dúvida é irrelevante. Pelo menos não deveria ser para você. Não seja tolo. Não pense que essa dúvida é irrelevante. Pelo menos não deveria ser para você. Lógico que quem eu sou não deve ter importância alguma para você, mas quem você é deveria ser uma pergunta a inundar diariamente sua alma.

Por quê? Explico! Não saber quem você é lhe incapacita saber com quem pode contar. Diga-me uma coisa: você está usando o máximo de si? Onde você espera chegar? O que espera ser capaz e apto a fazer? Agora, responda-me: QUEM FARÁ OU ALCANÇARÁ ISSO? Será que a pessoa que você imagina ser, está realmente preparada para enfrentar os desafios dessa jornada de conquistas que você quer trilhar para si mesmo? Essa pessoa está à altura dos obstáculos que inevitavelmente surgirão nessa caminhada em direção ao topo? Ora, como acreditará em quem não conhece?

Pois bem, às vezes, me sinto confuso sobre quem eu sou. Olho para alguns de meus atos e percebo que eles não espelham meus valores. Às vezes, minhas frustrações me levam a emoções coléricas, indesejáveis, e que se materializam através de gestos arrogantes, presunçosos ou desrespeitosos. Apesar de pensar que tais comportamentos são absolutamente reprováveis, mesmo assim os faço. De certo que são pouquíssimas vezes, mas ocorrem, são reais. Sinto então incoerência, e com ela conflito interior, ou seja, falta de paz. Concluo então que ?faço, mas não penso em conformidade com o que faço?.

Uma série de verdades ou crenças como sonhos, desejos, intenções não são praticadas. Ou seja, acredito, mas não faço. Ora, se não consigo fazê-las, se por qualquer razão sou impedido ou me impeço de fazer o que penso, não consigo imaginar também que eu seja o que penso.

Se repetidamente alguém foge do hábito de ler, não adianta tentar dizer para si mesmo que É amante da leitura. É mentira, ele não É assim. Pode até ter como verdade que a leitura é importante, mas seus hábitos lhe impedem de ser um leitor. Existe uma outra verdade mais preponderante. Talvez o pensamento de que programas de TV são mais compensadores, por exemplo.

Da mesma forma, muitas vezes meus sentimentos contrariam meus pensamentos. Penso sobre a necessidade de respeitar os interesses e preferências dos outros, mas me sinto excluído e preterido quando eles fazem escolhas que me contrariam. Afinal, quem eu sou? Sou o que penso ou o que sinto? Se sinto algo que contraria o que penso, ou vice-versa, estou em conflito. Pior ainda. Se penso que amo, mas sinto que odeio, e acabo agindo com indiferença, me anulando, vivo um inferno interior de tormento e contradição. Afinal, quem eu sou? Qual a importância disso no meu crescimento?

Bem, isso só vamos decifrar no próximo número, mês que vêm. Até lá.

Bênçãos e Sucesso!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados