Afinal, quem sou eu? (Parte Final)

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Na edição anterior da CP&M, deixei você com o questionamento acima, e ainda lhe provoquei perguntando qual a importância disso para seu crescimento. Pois bem, vamos agora para o desfecho desta questão. Na edição anterior da CP&M, deixei você com o questionamento acima, e ainda lhe provoquei perguntando qual a importância disso para seu crescimento. Pois bem, vamos agora para o desfecho desta questão.

Se eu me permitir a chance de olhar para fora de mim, para alguém que me sirva de modelo para um pensar, agir e sentir coerentes, para alguém em quem encontro perfeição na harmonização destas três instâncias do ser, é mais provável que descubra quem eu sou. Enquanto olho para meus atos, sentimentos e pensamentos, encontro somente incoerências, e não consigo encontrar um padrão firme para balizar quem eu sou. Mas na hora que me permito tomar uma referência exterior inabalável, invariável e eternamente coerente em sua conduta, em seu pensamento e sentimento, posso avaliar quem sou.

Segundo a Bíblia, o profeta Moisés perguntou a Deus como o apresentaria a seu povo. Deus, em sua soberania simplesmente disse: ?EU SOU O QUE SOU… Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.? (Êxodo 3:14) Simples assim. Pleno assim. Deus não se apresentou como alguém que pudesse ser comparado a algo. Mas sim, como uma referência eterna, imutável, com a qual deveríamos nos espelhar.

Mas Deus é espírito, transcendente, incomparável. Não podemos nos comparar a algo transcendente, mesmo que creiamos que Ele é uma pessoa. Antes que você ache que o fio se perdeu, digo-lhe que Deus se fez gente, carne, e habitou ente nós, dando-nos a chance de termos um ?homem? com quem poderíamos nos comparar para assim descobrirmos quem somos. Falo de Jesus, o Deus encarnado entre nós.

E assim, quando confronto o que faço com o que penso, não consigo definir quem sou. Mas se comparo o que faço com o que Ele fez, defino que sou medíocre ou nobre. Que sou dissimulador ou amigo da justiça. Se comparo meus sentimentos, com o que ele sentiu, concluo que sou vingativo ou pacificador.

É bem certo que nem você nem eu jamais seremos como Ele. Philip Yancey, em seu livro ?Alma Sobrevivente? (Ed. Mundo Cristão), cita Tolstoi: ?O teste da observância dos ensinos de Cristo é a consciência de nosso fracasso em atingir a perfeição ideal. O quanto nos aproximamos dessa perfeição não é mensurável; tudo que podemos ver é o tamanho de nosso desvio.? Olhando para Jesus como referência de SER INTEGRAL, nós sempre poderemos responder quem somos. E sabendo quem somos, estaremos mais aptos para saber onde poderemos chegar, e no que precisaremos melhorar para lá chegarmos.

Eis o caminho de crescimento. Caminhe! Ele será contigo.

Bênçãos e Sucesso!

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