Uma recente pesquisa americana mostrou que as pessoas vão ao seu banco, em média, quatro a cinco vezes por mês. E que não conhecem todos os serviços que ele oferece. Os clientes vão ao banco como uma obrigação pagar contas, depositar ou retirar dinheiro. Com os caixas eletrônicos, podem fazer isso sem falar com ninguém. Ou seja, os bancos desperdiçam a oportunidade de fazer mais negócios com cada cliente.
Mas isso está mudando. O banco South Umpqua, dos Estados Unidos, redesenhou sua agência principal. Ela agora conta com uma pequena lanchonete, onde os clientes podem ler, descobrir as melhores opções para seu dinheiro através de computadores e tomar um cafezinho. O banco conta também com uma agência do correio no seu hall. Desde essa reformulação, a venda de novos produtos financeiros dobrou.
USANDO A FOFOCA
Um restaurante descobriu uma ótima maneira de conseguir novos clientes. Distribuiu vales que davam direito a uma refeição em todos os salões de beleza, em um raio de alguns quilômetros ao redor de seu restaurante. Como ele deixava apenas dois ou três vales em cada salão, eles não chegavam nas mãos dos clientes. Paravam nas cabeleireiras e manicures, que adoraram a iniciativa. Depois de usar o vale, elas falavam sobre o restaurante para suas clientes. Todo mundo sabe o que acontece quando uma notícia caí em um salão de beleza. Em pouco tempo, o restaurante aumentou sua freguesia.
DICA
As pessoas escutam rádio enquanto estão fazendo outras coisas. Isso traz uma grande oportunidade como as promoções relâmpago do tipo: “Você que está ouvindo a Rádio Acme no seu carro, passe agora pela frente da loja Xis e ganhe um vale desconto.”
APARECENDO
A localização do ponto-de-venda tem uma importância capital. Muitas vezes, você acaba escondido em um canto escuro do shopping, ou em uma loja que não permite uma grande exposição de produtos para os clientes ou prospects. Uma floricultura norte-americana resolveu esse problema. Simplesmente ofereceu a vários restaurantes e lojas das redondezas seus arranjos de flores. As pessoas viam a mercadoria, gostavam e, como todo arranjo tinha o cartão da floricultura, muitas se tornaram clientes.
Colaborou: Brasílio A Neto


