Pouco depois de assumir a área de revendas de imóveis na UAL Imobiliária, surgiu para Carlos Eduardo P. G. Lopes, de 47 anos, a proposta ””””de negócio que poderia representar a grande virada em sua empresa. Recebeu em carteira uma grande gleba de terra para vender, a Fazenda Soberana, praticamente na área urbana do município de Atibaia, interior de São Paulo. Apesar das atividades da empresa estarem mais voltadas para a urbanização de loteamentos e posterior revenda de terrenos, Carlos Eduardo Lopes e sua equipe se empenharam para efetivar o negócio.
Para isso, investiram pesado. “Gastamos uma verba que não tínhamos e anunciamos nos maiores veículos da mídia, atingindo todo território nacional”, garante. Ele imaginava que grandes grupos poderiam se interessar pela fazenda, com a finalidade de incorporação, uma vez que se tratava de um extenso loteamento.
O nível de consultas era grande e os envolvidos na venda nutriam boa esperança de realizar o negócio dentro do período de opção que o proprietário lhes havia concedido. O tempo, entretanto, passou e nenhuma proposta foi aprovada pelo proprietário. Nesse momento, vencia o prazo de opção e justamente quando se negociava a renovação, aconteceu o pior: o proprietário da Fazenda Soberana também havia oferecido a amigos seus e obtivera sucesso. A proposta já estava em suas mãos. Apesar de todos os esforços, o negócio lhes havia escapado. “Paramos tudo naquele dia e choramos, mas já no outro estávamos a postos procurando a nova grande oportunidade”, revela Carlos Eduardo Lopes.
Passado certo período, o proprietário da Fazenda Soberana procurou novamente por Carlos, explicando-lhe que o negócio anterior não havia sido concretizado e que, definitivamente, a UAL Imobiliária era a única em condições de continuar na luta pela venda do imóvel.
E foi o que fizeram. Carlos Eduardo Lopes e sua equipe de 12 vendedores investiram novamente e trabalharam com todo afinco, como se tudo tivesse apenas começando. Depois de algum tempo, efetuaram a venda para um grande grupo multinacional e comemoraram muito, chorando também, mas agora de alegria. “Foi aí que chegamos à grande verdade: as vendas são difíceis, mas a perseverança vence todas as dificuldades”, avalia.
Se essa foi, em sua opinião, a venda mais difícil, a mais “fácil” aconteceu num domingo chuvoso, “daqueles que só nos animam a ficarem casa, agasalhados e com um bom filme no vídeo”. Carlos Eduardo Lopes e sua equipe estavam a postos na imobiliária. A todo momento, os corretores comentavam que aquele dia “não ia dar nada”.
Quase quatro horas da tarde, tocava o telefone. Um cliente ainda em São Paulo ligava para saber detalhes de um terreno que tinha sido anunciado no jornal “O Estado de São Paulo”, famoso por sua área de classificados de imóveis. Após prestar todas as informações, ele perguntou a possibilidade de ainda naquele dia visitarem o imóvel anunciado. Ele se demoraria aproximadamente 1h e 30 minutos. “Obviamente dissemos que sim, porém sem muito entusiasmo porque a chuva não parava e o frio era cortante”, comenta. Para ele, dias desse tipo não são os melhores para realizar negócios.
Mostraram o terreno anunciado e descobriram que, na verdade, o cliente queria construir uma casa que obrigatoriamente deveria possuir um campo de futebol, para reunir os amigos durante os finais de semana. Por uma grande coincidência tínhamos esse tipo de imóvel e assim que visitou o local, o comprador fechou o negócio, naquele domingo frio e chuvoso. “Isso mostrou a todos nós que o produto certo para o cliente certo é venda certa”, finaliza.
NOME: Carlos Eduardo Profeta Garcia Lopes – FORMAÇÃO: Ciências Econômicas – HOBBY: Fotografia – LIVRO DE CABECEIRA: Evangelho – SEGREDO DO SUCESSO: Perseverança – ESTÍMULO DA EQUIPE DE VENDAS: A conquista como estímulo máximo, além das premiações monetárias. TAMANHO DA EQUIPE: 12 pessoas. FONTE DE MOTIVAÇÃO: Gostar do que faz.


