Como as asas de uma borboleta

Poucas pessoas sabem o quanto suas idéias e seus esforços podem representar em meio a um universo tão grande. Uma americana chamada Sharon Vogt, inspirada nos acontecimentos de 11 de Setembro, decidiu tentar fazer a diferença Editorial

Como as asas de uma borboleta

Poucas pessoas sabem o quanto suas idéias e seus esforços podem representar em meio a um universo tão grande. Uma americana chamada Sharon Vogt, inspirada nos acontecimentos de 11 de Setembro, decidiu tentar fazer a diferença.

Apesar de não ser uma artista, decidiu ?polinizar? o mundo com arte. Fundou o projeto Found Art (Arte Encontrada), no melhor estilo ?faça alguma coisa positiva?, e começou a decorar etiquetas de viagem e marcadores de páginas utilizando imagens construídas a partir de cartões postais, CDs, livros de desenho e pintura, e até desenhos feitos por crianças.

Em pouco tempo, aproximadamente mil artistas e artesãos integraram o projeto e estão fazendo uma releitura de seus trabalhos em pequenas obras de arte, deixadas em locais públicos, como parques, prateleiras de livros de bibliotecas e salas de espera de hospitais. Fica a critério de quem encontra decidir se ficará com o objeto ou passará para frente. No verso de cada item lê-se o endereço eletrônico www.found-art.com, onde os novos membros podem se juntar à corrente.

?Já foi dito que o delicado bater das asas de uma borboleta pode afetar as condições climáticas. Tenho certeza de que a borboleta não está ciente disso. Da mesma forma, não importa como você contribui para o nosso projeto, estará certamente contribuindo para um mundo melhor, um delicado bater de asas de cada vez?, comenta Sharon Vogt, um exemplo e tanto para quem quer provocar grandes mudanças através de pequenos detalhes.

Um abraço e boa leitura,

Raúl Candeloro Editor [email protected] www.raulcandeloro.com.br

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