Como reagir ao desemprego

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A primeira reação que você deve ter é a de superar o trauma do desligamento, encarando o fato como absolutamente normal no cotidiano das empresas. Não fique buscando respostas, o porquê de você ter sido o escolhido e não outros, exceto se isso for feito com o objetivo de identificar aspectos em que você pode, pessoal ou profissionalmente, melhorar. Do contrário, a busca de justificativas só lhe trará amarguras. Não se sinta injustiçado, ainda que isso possa ter acontecido. Bola para frente! Você apenas perdeu o emprego, e não foi para sempre, pode ter certeza.

?Leve seu trabalho a sério, mas leve a si mesmo com leveza? ? C.W. Metcalf

A primeira reação que você deve ter é a de superar o trauma do desligamento, encarando o fato como absolutamente normal no cotidiano das empresas. Não fique buscando respostas, o porquê de você ter sido o escolhido e não outros, exceto se isso for feito com o objetivo de identificar aspectos em que você pode, pessoal ou profissionalmente, melhorar. Do contrário, a busca de justificativas só lhe trará amarguras. Não se sinta injustiçado, ainda que isso possa ter acontecido. Bola para frente! Você apenas perdeu o emprego, e não foi para sempre, pode ter certeza.

Dê um tempo para você. Não saia imediatamente para o mercado de trabalho. Tudo o que você menos precisa, e o que menos vai lhe ajudar, é pressa. ?Quem tem pressa come cru?, lembre-se disso. Aproveite as férias forçadas e procure descansar, recuperar as energias, reciclar conhecimentos, organizar sua agenda, rever amigos e parentes, praticar esportes e ter algum divertimento.

Ao se decidir pela busca de uma recolocação, faça isso de forma planejada, sem atropelos. Não se fixe em uma única alternativa, procurando apenas trabalho com vínculo empregatício. Avalie todas as alternativas, inclusive a de você se tornar dono do próprio nariz, ainda que em parceria, analisando calmamente as propostas que lhe parecem e procurando, também, fazer sua escolha ? e não ser simplesmente ?escolhido?.

Considere se você tem capacidade, competência, habilidade e conhecimento para criar nas empresas ou nas pessoas um hábito e/ou uma necessidade, ainda inexistentes ou por elas não percebidos. Se você tem algo a fazer para outras pessoas e/ou para as empresas, pense nas seguintes alternativas para colocar o seu projeto em funcionamento:

Monte um negócio próprio, de maneira formal ou informal, como autônomo ou não.

Forme parcerias. Procure um sócio, pessoa ou empresa para apresentar o seu projeto. Muitas pessoas e empresas têm recursos econômicos para bancar uma idéia, mas não têm capacidade de criá-la. O inverso também é verdadeiro e mais freqüente.

Pesquise as condições oferecidas por cooperativas. Isso pode ser a solução do seu problema e dos de muitos outros profissionais, alguns deles, provavelmente, muito próximos a você.

Identifique e proponha representações. Muitas empresas e pessoas já fazem o que você poderia fazer, mas precisam de parceiros comerciais para distribuir seus produtos ou serviços na região em que você reside, nas regiões próximas ou em outras, inclusive fora do país.

Identifique empresas franqueadoras relacionadas com seu projeto ou interesses.

Outra importante alternativa de trabalho surge com os processos de terceirização. As empresas abriram mão de profissionais que não eram ocupados o dia inteiro, mas ainda precisam dos serviços deles em determinadas situações. A terceirização desses serviços ocorre com algumas facilidades para ex-empregados. Será que não há aí uma importante perspectiva de trabalho?

Para você que está se formando ou chegando agora ao mercado de trabalho, além das recomendações acima, fique atento aos programas de trainees, que muitas empresas vêm desenvolvendo para abastecer seus quadros. Assim como convênios que as empresas estabelecem com escolas, oferecendo estágios.

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