Como uma reportagem da VendaMais inspirou empresas a inovar

Conheça duas empresas que após lerem uma reportagem sobre as war rooms comerciais criaram suas próprias salas de guerra para vencer a batalha de vendas

Por Francine Pereira

A missão da VendaMais é muito clara: ajudar o Brasil a vender melhor. E nós temos muito orgulho dela. Por isso, sempre que conhecemos histórias que comprovam que temos conseguido tornar isso possível por meio de reportagens, artigos, vídeos, e-books e tudo mais, ficamos muito felizes e achamos que devemos compartilhá-las com você que também acompanha o conteúdo que produzimos. Esse é o caso das duas empresas que apresentaremos a seguir. Elas utilizaram uma reportagem específica para transformar seus negócios…

O ponto de partidavendamais-capa-setembro-2015

Em 2015, nossa equipe de Jornalismo visitou um bunker da II Guerra Mundial em Londres para descobrir como as “salas de guerra” (w
ar rooms
) têm ajudado as empresas a vender mais. Na edição de setembro daquele ano, uma reportagem* especial revelou os benefícios desse conceito para as equipes de vendas e, de quebra, apresentou um passo-a-passo para quem quisesse montar sua própria war room.

Os gestores das empresas I Like Mobis (de Porto Alegre, RS) e Serilon Comunicação Visual (que tem 29 unidades de negócio espalhadas pelo Brasil) gostaram da ideia e resolveram seguir as dicas apresentadas na matéria para criar suas war rooms e vencer a guerra de vendas. A seguir, você conhece o resultado prático dessa inspiração. Acompanhe.

*Para ler a matéria completa sobre o uso das war rooms por equipes de vendas, acesse: http://bit.ly/war-room-vendas 

Criando um hub de imersão

Os irmãos Guilherme e Rafael Ferreira, sócios da I Like Mobis, uma empresa de varejo do Grupo Smart Beans, buscavam um espaço para a realização de treinamentos para os cerca de trinta funcionários da empresa. Com dificuldades para encontrar um local que estivesse alinhado ao perfil da marca – jovem e dinâmica –, os dois chegaram à conclusão de que o melhor seria construir o próprio espaço. Foi nesse momento que a reportagem da VendaMais caiu como uma luva, dando a eles uma ideia que mudaria os rumos do projeto e daria início a um novo negócio.

Guilherme conta que foi por meio da matéria de capa da edição de setembro de 2015 que eles conheceram o conceito de war room, e que logo perceberam que ele tinha tudo a ver com o que buscavam. Indo mais além, os dois entenderam que o desafio em encontrar um local apropriado para treinamento era, também, a dificuldade de muitas empresas da região. Então, decidiram ampliar o projeto e abrir um espaço para o mercado, oferecendo salas equipadas e com toda a infraestrutura necessária de equipamentos e serviços.

war room em vendas

Assim nasceu a Cazamata – Hub Estratégico e Imersão. “Após pesquisarmos as necessidades do mercado local, vimos uma oportunidade de trazer essa proposta para Porto Alegre, criando um conceito focado em oferecer aos empreendedores locais um ambiente para imersão total, que aliasse uma estrutura personalizada e novas metodologias e que proporcionasse um espaço para fomentar o compartilhamento de ideias criativas”, revela Guilherme.

O sócio da Cazamata explica que o estilo war room casou perfeitamente com a edificação do espaço – uma casa antiga que passou por uma revitalização total, ganhando ares mais contemporâneos através de uma linguagem industrial urbana. Segundo ele, a ideia da sala de guerra está também alinhada com a metodologia de trabalho da empresa, que se utiliza do conceito de imersão estratégica para conquistar os objetivos traçados. “Como se trata de um espaço planejado para encontros, reunião de equipes, construção de estratégias de mercado e treinamento de profissionais, buscamos trabalhar com a proposta de imersão total, para que esses profissionais possam buscar retenção máxima da experiência”, explica.

war room em vendas

A estrutura física da Cazamata possui aproximadamente 200 m², divididos em diferentes espaços, com propostas diversas. Há desde salas estilo bunkers, para até 34 pessoas, até espaços menores, para reuniões com, no máximo, cinco pessoas. Guilherme ressalta que o hub é destinado a todos que possuem vocação ou interesse por empreendedorismo e que buscam espaços para se conectar com pessoas que compartilhem dessa mesma perspectiva. “Somos empreendedores por essência, e por vivermos a era da economia colaborativa, vemos na Cazamata um espaço para ajudar outras pessoas a também realizarem os seus sonhos, a partir de encontros que inspiram e multiplicam”, destaca.

O dia a dia da guerra de vendas

Em tempos de guerra, os bunkers funcionavam como escritórios para os generais, que se reuniam com suas equipes para traçar importantes estratégias sobre como vencer as lutas e conquistar novos territórios. A proposta das war rooms de vendas segue a mesma linha: ajudar os gestores a orientarem suas equipes comerciais para vencerem verdadeiras batalhas para vender mais, conquistar mais clientes (e fidelizá-los) e passar por crises econômicas sem ter o desempenho abalado.

Nesse sentido, a Serilon Comunicação Visual também se inspirou na matéria da VendaMais para criar sua própria sala de guerra comercial.

Geverson de Freitas, gerente regional da empresa em Londrina (PR), onde fica a matriz da companhia, conta que eles tinham necessidade de criar e manter uma estrutura organizada, que garantisse que as estratégias de vendas fossem efetivamente aplicadas na prática; um ambiente que permitisse a análise e o controle das metodologias comerciais.

war room serilon

Quando leu a reportagem da VendaMais sobre as war rooms, Freitas percebeu que esse poderia ser o caminho ideal para o que buscavam. “No momento em que estávamos estruturando o projeto, o artigo publicado pela revista nos auxiliou no processo de criação e definição da estratégia e das ferramentas. Além disso, pudemos entender as boas práticas desse modelo e percebemos que, se bem aplicada, a metodologia funcionaria perfeitamente dentro da realidade e dos cenários da área de vendas”, indica Freitas.

De acordo com o gestor, os objetivos da criação desse espaço são:

  • Manter uma estrutura de planejamento e cobrança, dentro de um ambiente que tenha capacidade de controle.
  • Fazer o acompanhamento dos indicadores de vendas e da execução das atividades.
  • Realizar reuniões estratégicas de planejamento e avaliação de resultados.
  • Fazer o direcionamento de ações diárias.
  • Promover a integração das áreas estratégicas da empresa.

Freitas considera como ponto forte desse projeto o foco na realização prática das estratégias, pois o acompanhamento que o espaço proporciona garante que todas as ações estejam alinhadas e direcionadas aos objetivos da empresa. “Esperamos que a war room potencialize o resultado das ações diárias e transforme-se em uma ferramenta de gestão. Deve ser um ambiente que traduza o plano de ação em foco no resultado”, salienta.

war room serilon

O gerente destaca, ainda, que toda a equipe está muito empolgada com o novo espaço, principalmente pelo fato de ele estar conectado com as ações que direcionam o foco diário.

Dois exemplos excelentes de como aproveitar uma reportagem para se diferenciar e conquistar resultados cada vez melhores. Inspire-se neles para tirar suas ideias do papel com a ajuda do conteúdo produzido pela VendaMais!

war room serilon

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6 passos para fazer a sua war room trazer os resultados esperados

Ficou empolgado com essas histórias e também quer ter uma war room aí na sua empresa? Saiba quais são os principais passos para fazer sua sala de guerra trazer os resultados esperados e comece a agir. O tempo está passando e a guerra continua acontecendo. Cabe a você se preparar para ela e lutar com as armas que tem!

  1. Definição dos participantes e identificação dos grandes negócios a serem avaliados – Sua sala de guerra precisa ter profissionais de diferentes áreas e com diferentes visões para funcionar bem. Lembre-se disso e, também, de que não dá para ter uma equipe muito pequena (três pessoas) nem uma equipe muito grande (mais de vinte pessoas) nesses ambientes. Equipes muito grandes podem perder o foco e equipes muito pequenas não se beneficiam da multiplicidade de visões que uma tropa de dez soldados, por exemplo, oferece.
  2. Preparação do ambiente – Qualquer ambiente pode ser uma sala de guerra, mas, para isso, você precisa cuidar dos pequenos detalhes. Preocupe-se em deixar a sala energizada com música ambiente, tenha um quadro de ações para manter sua equipe atualizada durante toda a reunião e cuide do conforto das mesas e cadeiras, pois a reunião pode ser longa. Sacos de areia, ou melhor, almofadas “travestidas” de sacos de areia (para que o conforto seja mantido) podem deixar a sala com ainda mais cara de war room.
  3. Criação do guia que orientará as ações da big deal war room Reuniões sem planejamento geralmente não trazem os resultados esperados. Para garantir que isso não aconteça na sua war room, prepare um guia para orientar todas as ações da sala de guerra.
  4. Registro de tudo que for debatido – Alguém na equipe precisa ficar responsável por fazer a ata da reunião na sala de guerra. Tudo que for debatido lá dentro precisa ser registrado. Todos os participantes devem sair da sala sabendo quais foram as decisões e o que cada um precisa fazer para garantir que o objetivo da war room seja atingido.
  5. Criação do plano de ação – Na hora de definir as ações que serão colocadas em prática para que seus big deals sejam concretizados até a data estabelecida, use o método 5W2H. Ou seja, para cada ação proposta, responda às seguintes perguntas: Quem? Vai fazer o quê? Como? Quando? Onde? Quanto vai custar?
  6. Mãos à obra – Pronto, sua equipe já pode ir para a guerra!

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