De 0 a 11 anos uma infância feliz, normal como todo mundo , mas veio à separação dos meus país, então iniciou “A saga de um vencedor”.
“Ao Sr. Raúl Candeloro (Diretor das Revistas Crescimento Pessoal e Motivação e Venda Mais)
De 0 a 11 anos uma infância feliz, normal como todo mundo , mas veio à separação dos meus país, então iniciou “A saga de um vencedor”. Dos 11 anos aos 13, fui flanelinha durante a semana e vendedor de sacolé na praia nos finais de semana. Dos 13 aos 30, fui faxineiro, vendedor de seguros, vendedor de material de construção, vendedor de pizza, vigia noturno e caseiro durante o dia. Nesse último trabalho, ganhava um salário de R$ 200,00. Dos 30 aos 34 anos, atuei como consultor imobiliário.
Como você me deu R$ 23.000,00 – Eu estava desanimado, estressado e muito doente (Síndrome de Intestino Irritável), sem um centavo na carteira – porém com muita esperança de que algo maravilhoso e especial iria acontecer. O telefone tocou e era a gerente da imobiliária onde eu trabalhava, perguntando, se eu poderia ir a uma palestra de Raúl Candeloro e Ana Maria Monteiro, no dia 16 de março de 2003. Aceitei e fui (caindo pelas tabelas, solicitei do universo as últimas forças que ele pudesse me dar, para ir a tal palestra).
Durante a palestra, uma palavra-chave me marcou: “Atitude”. Quando ouvi o comentário que você fez sobre o filme em que o personagem, sempre que se encontrava em apuros, conseguia abrir uma fechadura com apenas um clipe (Magaiver), eu sabia que você iria pedir que alguém lhe trouxesse um clipe em troca de alguma coisa. Cheguei a ficar chateado quando lembrei que tinha acabado de deixar minha agenda no carro (um fusca), cheia de clipes. Mas pensei comigo: ?quando ele pedir um voluntário para alguma coisa, irei me apresentar?. Dito e feito.
No final da palestra, você apresentou um saco de café bem grande e vazio, e chamou um voluntário. Fui e ali estava eu, sem saber o que iria acontecer, quando você me pediu para resumir a palestra, em algumas palavras. Eu disse: ATITUDE, VITÓRIA, SUCESSO…Você apanhou as palavras da minha boca e pediu que eu colocasse a mão no saco e lá estava uma nota de R$ 50,00. Com satisfação, você disse: “vim de muito longe, mas vi a recompensa, pois aqui está entre tantas pessoas, uma de atitude”.
Em seguida, você tirou uma nota de R$50,00 do bolso, mostrou para platéia e perguntou quem queria cinqüenta reais – Mil e quinhentas pessoas levantaram a mão, porém ninguém foi até lá. Me enchi de coragem e fui. Você disse que eu não tinha direito de ganhar mais R$ 50,00, porque já tinha ganhado anteriormente. Então você começou a correr em circulo com aquela nota na mão e eu alcancei você, tomei a nota e coloquei no bolso. Eu disse que dali ela não iria sai mais.
Ali estava uma pessoa de atitude. Terminou a palestra todos me diziam que eu era um amigo seu e que era tudo combinado. Não dei ouvido aos comentários fui até a minha residência e ali pensei como investiria aquele R$ 100,00 . No dia seguinte, o cliente me ligou dizendo que tinha um imóvel para vender, então, coloquei um anúncio no jornal, no valor de R$ 98,00. Recebi meia dúzia de ligações, e no dia 23 de março de 2003, vendi quatro casas e ganhei os R$ 23.000,00 de comissão. Ainda tenho R$ 2,00 para investir, tem alguma sugestão?
PS: Está nascendo a Atitude Consultoria Imobiliária e hoje o meu carro não é mais um fusca e sim um Audi A3.
Obrigado, Deus te abençoe.”


