Valorize o follow-up, Cuidado com o desperdício, Diversidade na IBM… CARREIRA
Valorize o follow-up
E mude a maneira como as pessoas percebem você
Líderes no trabalho estão melhorando… estão pedindo feedback. Isso é ótimo! Alguém teve o jeito de perguntar pessoalmente ?Ah, por falar nisso, como estou me saindo com o projeto XYZ?? Embora ainda existam os que se sentem mais confortáveis ficando ?na sua?.
E você, como está usando o recurso feedback? Você pode começar agradecendo a pessoa que está lhe proporcionando um retorno ? ?obrigado por separar um tempo para me dar um feedback. Aprendi muito?. Então planeje as mudanças e trabalhe nelas.
Agora vem a parte que a maioria das pessoas esquece: o follow-up ? ou, em bom português, o acompanhamento. Isso significa procurar sua equipe ? ou seu chefe, ou seu colega, ou seu diretor ? a cada 30 ou 45 dias e perguntar ?conversamos algum tempo sobre o XYZ. Como estou indo? Há alguma coisa em que posso melhorar??.
Pesquisas da revista americana FastCompany mostram que pessoas que costumam pedir o follow-up de suas atividades aumentam significativamente sua percepção da melhora de seu trabalho. O porquê disso? O follow-up permite que você esteja constantemente acumulando informações sobre o que está fazendo e ainda o quanto você está progredindo no que faz. E também mostra isso aos outros. O que também fará com que eles tentem melhorar.
Fonte: www.fastcompany.com
Dica do mês
Cuidado com o desperdício
Está aí algo bem comum dentre os que não vestem a camisa da empresa: o desperdício. Gastam quilos de papel que acabam no lixo, desperdiçam água, eletricidade, material de escritório… sem falar do desperdício de tempo e de esforço mental e físico que existe aos montes nas empresas brasileiras. ?Afinal, não sai do meu bolso mesmo?, podem dizer alguns desavisados. Mas esquecem-se de que, se a empresa tem de arcar com altos custos, não pode investir neles mesmos ? em cursos, melhorias, ou mesmo em aumento de salário. Nota zero para o desperdício!
Algumas atitudes para mudar isso:
· Pense sempre que sua empresa é a extensão de seu lar. Você desperdiça água em sua casa? Espero que não!
· Se você faz alguma tarefa que desperdiça material, tempo e esforço, que tal repensá-la? Sua empresa ? e sua reputação ? agradecem.
· Desperdício é sinal de falta de educação. E você não quer passar por ignorante, não é mesmo? Então, o melhor conselho para evitar o desperdício é: use seu bom senso.
GESTÃO
Empresa lança programa de benefícios a casais homossexuais
A iniciativa faz parte da política interna de diversidade, que prevê igualdade de oportunidades e ausência de discriminação aos funcionários, independente das diferenças.
Parceiros de funcionários homossexuais da IBM Brasil agora têm acesso aos benefícios da empresa, como plano de saúde médico e odontológico, o que já acontece com casais de sexo diferente. Além disso, a IBM também passa a conceder benefícios aos parceiros de funcionários com menos de cinco anos de união sem casamento, independente da igualdade ou não de sexo.
Essas mudanças estão no programa Domestic Partners, anunciado este ano na empresa, e fazem parte da política interna de diversidade, que tem o objetivo de disseminar a igualdade de oportunidades para todos, independente de raça, credo, opção sexual e inabilidade física.
Os benefícios do programa contemplam plano médico e hospitalar; odontológico; de abono a dependentes de funcionário falecido; de auxílio a beneficiários de funcionário falecido; de seguro de acidentes em viagem a serviço; e da fundação previdenciária IBM. Para ter acesso a eles, os funcionários precisam comprovar a união mediante uma declaração assinada em cartório. Esse procedimento vale tanto para os casais homossexuais, como para os heterossexuais com menos de cinco anos, sem casamento formal.
Diversidade na IBM
A política de diversidade da IBM Brasil possui uma organização interna. Para a constante discussão de idéias e ações, a empresa mantém um conselho e quatro subgrupos de diversidade ? de mulheres, negros, deficientes físicos e GLBTs (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais). Os grupos têm a função de garantir a igualdade de oportunidades na empresa, independente das diferenças.
?Embora as mulheres não sejam exatamente uma ?minoria?, têm aspectos que podem ser mais desenvolvidos para sua integração. Temos treinamento específico, por exemplo, para exercitar o posicionamento em reuniões e apresentações. Nós chegamos mais tarde no mercado, natural que precisemos refletir e adaptar nossa atuação?, afirma Ana Zamper, executiva da área de Impressoras da IBM Brasil e coordenadora do grupo de mulheres.
Já no grupo de negros, um dos temas em pauta é a capacitação dos candidatos a vagas, com ênfase especial em cursos de língua estrangeira. Para isso, a IBM está realizando parcerias com entidades de afrodescendentes, que colaboram na promoção da cultura negra na empresa e também no envio de currículos. Para os deficientes, foram tomadas iniciativas como a adaptação das instalações em prédios, com o objetivo de garantir bom trânsito dos funcionários com necessidades especiais. Os elevadores têm avisos de voz a cada parada e informações em baile, por exemplo.
Apesar da existência de comitês, a política de diversidade na empresa é ampla. ?A diferença precisa ser respeitada de uma maneira geral, seja de opiniões ou de personalidade?, afirma o diretor de recursos humanos da IBM Brasil, Paulo Portela. Segundo ele, os gerentes da empresa são sempre conscientizados da importância das equipes serem compostas por pessoas com diferenças entre si. ?A empresa precisa refletir a heterogeneidade da sociedade, o que enriquece a companhia, torna as pessoas mais flexíveis e, conseqüentemente, traz melhores resultados aos negócios?, afirma o executivo.
Para saber mais: www.ibm.com.br
Empreendedorismo
Você quer ter seu próprio negócio?
Uma pesquisa do Grupo Catho, junto a 107.116 internautas identificou que as pessoas migram para a atividade de negócio próprio à medida que a idade avança. Depois dos 50 anos de idade, aproximadamente, 20% da população têm um negócio próprio.
O Grupo Catho pesquisou 6.210 pessoas com negócio próprio. Algumas interessantes conclusões foram tiradas e a primeira é que o dono do negócio próprio, em termos medianos, ganha mais que um executivo, porém pouco; 65% dos respondentes indicaram que são melhores remunerados atualmente, atuando como empresários, do que anteriormente, em cargos executivos.
Em geral, quem tem negócio próprio precisa ser um workaholic: trabalham, em média, 56 horas por semana e descansam pouco; 40% deles não tiraram férias nos últimos 12 meses. Os negócios, em geral, são pequenos: 52% faturam menos que 20 mil reais por mês e existem no mercado há 5,23 anos medianos.
Ao investigar os fatores de motivação dos empresários, descobrimos que a liberdade e autonomia de ação, bem como os desafios a vencer, são os principais pontos de motivação. A possibilidade de fazer o que gosta vem a seguir. Curiosamente, em último lugar como fator de motivação aparece o acúmulo de riquezas.
Para saber mais: Grupo Catho
Visite o site: www.catho.com.br LIVROS
Manual Prático para Vendas de Consórcios
Nelson Botter
Através deste livro os profissionais de vendas de consórcio terão a oportunidade de colocar em prática fórmulas de vendas consagradas, reunidas e aprimoradas nos muitos anos de experiência do autor. Botter é campeão de vendas, consultor e professor de consórcios.
Editora: Avalon
Páginas: 93
Preço: R$ 15,00*
Processo Decisório
Max H. Bazerman
Esse livro examina o julgamento em uma variedade de contextos organizacionais e propõe estratégias práticas para mudar e melhorar os processos de decisão de modo que se tornem parte do comportamento permanente das pessoas.
Editora: Campus
Páginas: 232
Preço: R$ 39,00*
Gerente Total
Marco Aurelio Ferreira Vianna O livro parte da premissa de que o gerente dos novos tempos terá de possuir algumas características especiais, que o diferenciem dos concorrentes. Destaca a humanização da administração, desvendando as estratégias e táticas necessárias para otimizar resultados sem descuidar da ética e dos valores humanos.
Editora: Gente
Páginas: 177
Preço: R$ 29,90*
Onde encontrar:
www.livrariascuritiba.com.br
*Preços e disponibilidade pesquisados em abril/2004
Ambiente de trabalho
Bom dia, colega germe!
Telefones e computadores são mais contaminados que vasos sanitários
Germes e bactérias, minúsculos seres vivos tão repudiados, estão mais próximos que imaginamos. Uma simples mesa de escritório habita milhares deles. Segundo um estudo da Universidade do Arizona (EUA) divulgado recentemente, o ambiente de trabalho pode ser mais contaminado que um banheiro.
De acordo com a pesquisa do microbiologista Charles Gerba, o aparelho de telefone é o foco principal, onde chega a ter mais de 25 mil bactérias e outros germes por polegada quadrada, enquanto um assento sanitário reúne em torno de 50 germes por polegada quadrada. Segundo Gerba, a segunda peça mais contaminada em um escritório é a própria mesa de trabalho (mais de 20 mil germes por polegada quadrada), seguida pelo teclado do computador (pouco mais de três mil germes por polegada quadrada).
Segundo a médica infectologista Luzilma Martins, chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do VITA Curitiba, as mesas e os computadores ficam mais contaminados porque não são limpos com tanta freqüência como os banheiros. ?Outro fator que agrava a situação é o hábito que algumas pessoas têm de comer próximo aos equipamentos?, complementa.
Os pontos de trabalho oferecem um verdadeiro banquete para os microorganismos, que sobrevivem de umidade e restos orgânicos. Além de poeira, farelos de bolacha e respingos de café, todos os tipos de substâncias, como bactérias e células mortas, caem do rosto, dedos, pratos e copos, enquanto se está na frente de um computador.
Uma pesquisa feita pela AOL britânica e a rede de pizzarias Domino?s revela que entre as substâncias encontradas num teclado de computador estão unhas, grampos, lápis apontados, fios de cabelo e papel laminado. Mas a maior parte de material encontrado é constituído de farelos de bolacha, pão e chocolate, representando mais de 50% do total.
De acordo com Luzilma Martins, o problema não está no computador ou no telefone do escritório, mas sim na maneira como eles são conservados. ?Manter uma rotina de limpeza, passando um pano com água e sabão diariamente nos objetos e não comer na mesa de trabalho já é o suficiente?, revela. Mesmo sendo foco de milhares de germes e bactérias, Luzilma garante que essas bactérias não são causadoras de doenças. ?Elas são o que chamamos de bactérias do bem?, diz.
Lorena Nogaroli e Claudio Stringari
COMUNICAÇÃO NA EMPRESA
A Vitalmed Emergências Médicas Ltda., é uma empresa de Salvador, BA, com mais de 500 funcionários e 140 mil clientes associados entre pessoas físicas e jurídicas. Com onze anos de vida, a empresa tem dificuldades por ter crescido e querer continuar preservando a qualidade do serviço/atendimento.
Um dos problemas internos mais graves era a falta de integração entre setores. Muitos funcionários não sabiam o que colegas de outras áreas faziam. ?Esta dificuldade acabava por causar desgastes e havia uma competição interna muito ruim para todos?, segundo João Carlos Lacerda Faria, diretor comercial da empresa. ?Foi então que pensamos em uma idéia simples e motivadora que levou a uma mobilização impressionante na empresa?, diz João Carlos. ?Lançamos a idéia de que cada setor descrevesse suas atividades e registrasse com uma câmera digital uma foto da equipe, enviando esse material para os demais setores da empresa via intranet/correio interno.?
O projeto levou o nome ?O que meu setor faz?. Ainda segundo João Carlos, ?As pessoas tinham o maior orgulho em mostrar para todos os demais o que faziam, em como sentiam-se importantes. Tinham satisfação de colocar as fotos do grupo na intranet. Todos os setores participaram.? O resultado foi ótimo, pois gerou conhecimento, informação, integração e muito mais eficiência nos processos.
Visite o site: www.vitalmed.com.br
MOTIVAÇÃO
Inteligência afetiva: exercite a sua!
Aprender a expressar a sua afetividade pode fazer toda a diferença em sua vida. Seja no ambiente de trabalho, em sua casa ou no seu relacionamento íntimo, o afeto é a chave para entrar no mundo, no coração e nas boas intenções de uma pessoa.
Todos nós estamos fartos de carrancas, mau humor e pessoas que não sabem se comportar de maneira sociável. Portanto, cada vez mais, sobressaem-se aqueles que reconhecem a importância de um sorriso, uma dose extra de paciência, um carinho gratuito e desinteressado, enfim, aqueles que sabem levar a vida com leveza tornando o ambiente mais agradável à sua volta.
É claro que, vezes ou outras, temos problemas, preocupações e nem sempre nos sentimos dispostos a exercitar nossa afetividade. Entretanto, até mesmo nesses momentos, caso sejamos realmente pessoas amorosas, encontraremos um ombro amigo e o apoio do qual tanto necessitamos de maneira muito mais rápida, eficiente e sincera.
Pouco importa o papel que você desempenha; pouco importa onde você esteja. Pouco importa se você é chefe, subordinado, profissional liberal, casado, solteiro, pai, mãe, filho ou esteja numa festa, em casa, no trabalho ou na rua, a esmo. O que realmente vai fazer a diferença crucial é a maneira como você enxerga a vida e as pessoas, é o modo ? carinhoso ou indiferente ? com que você trata cada uma que fizer parte daquele momento vivido.
Baseado nisso foi criado o conceito de inteligência afetiva. É uma qualidade nata, o ser humano é um ser afetuoso, em busca de amor. Necessitamos do outro para nos sentirmos presentes, atuantes, vivos. No entanto, deixamo-nos anestesiar pela rotina e pelo medo de não sermos aceitos. Assim, perdemos essa capacidade de expressar nossos sentimentos mais brandos e profundos, simplesmente para nos sentirmos seguros e protegidos.
Relacionar-se sempre bem com as pessoas faz com que sua vida ganhe um novo sentido, um novo valor. E, sobretudo, é o afeto que você sente e demonstra que lhe conduzirá às melhores oportunidades para o seu sucesso e a sua felicidade.
Rosana Braga é escritora, jornalista, consultora comportamental e ministra o curso online de inteligência afetiva na parceria Manager Online e Brasilmedicina.
PENSAMENTOS
?Os gênios, sem caráter, nada valem?
Anatole France
?A humana sabedoria consiste em perdoar?
E. Beni
?A súmula da sabedoria é esta: nunca nenhum tempo é perdido ao que se consagra ao trabalho?
Emerson
?O mal está não em possuirmos mas em sermos possuídos?
Oliver Wendel Holmes
?Quem não estima a vida não a merece?
Leonardo da Vinci
DIA-A-DIA
Casual Day
Casual day parece não ter tradução porque é o termo utilizado corriqueiramente para o dia em que não é preciso usar camisa, gravata ou terninho. Pesquisa do Grupo Catho, feita com 41.395 executivos, identificou que o casual day é bastante comum nas empresas; 56% afirmaram que o casual day acontecia todos os dias. No total, identificou-se que apenas 16% das empresas não permitem que em algum dia da semana possam vestir-se informalmente. 44% das empresas especificaram que sexta-feira é o casual day.
Agora vem a pergunta: o quanto casual você deve ser no casual day? É liberdade total ou moderada? É razoável chegar de camiseta e jeans? O bom senso é essencial para o executivo e o casual day deve ser elegante e não mostrar desleixo. O segredo é observar como vestem-se os outros executivos da empresa e avaliar o que se saem melhor. E então, segui-los.
HISTÓRIAS DE TRABALHO
Quando o general Oglethorpe queria que o rei da Inglaterra concedesse uma permissão para fundar uma colônia no Novo Mundo, durante muitas semanas ensaiou todos os tipos de ?argumentos lógicos?. Com o rei. O monarca não estava interessado. Oglethorpe recorreu a seu senso humanitário e se valeu de toda a classe de recursos que considerava como boas razões. E nada. Finalmente, Oglethorpe decidiu mudar de estratégia. Em sua segunda audiência com o rei, começou a vender-lhe a idéia de quanto seria excelente para a Inglaterra ter uma colônia no Novo Mundo ? quão glorioso seria colocar a bandeira inglesa num novo território.
? Mas se já temos colônias no Novo Mundo ? disse o rei.
? Certo, senhor ? respondeu Oglethorpe ? mas nenhuma leva vosso nome. O rei ?despertou?. Não só concedeu a autorização para colonizar a Nova Terra chamada Georgia, como financiou todo o empreendimento e inclusive ajudou a povoá-lo, ao conceder anistia aos devedores de dinheiro à Coroa.
Moral da história: Quando você estiver procurando persuadir uma pessoa e parece que falta a lógica e a razão, procure dar a essa pessoa uma ?razão? que enalteça seu ego…
Les Giblin em Como ter Segurança e Poder nas Relações com as Pessoas. Editora Maltese


