Criatividade pelo caminho da inovação

Seu negócio pode atingir um estágio ímpar, mas você precisa aprender a substituir os processos que somam por uma capacidade maior de diálogo e troca. Para papai, isso era coisa de louco, e agora estão dizendo que faz parte do currículo necessário para ingressar nos sanatórios empresariais. Será que a pilha nunca termina, que cada vez mais teremos de ficar criando e em ciclos de tempos sempre menores? Qual seria o limite de uma mente para suportar a dinâmica necessária e contínua demandada pelo raciocínio criativo e inventivo?

Em primeiro, quem cria investe acima do óbvio, e quem investe é porque gosta das perspectivas de uma boa rentabilidade. Se você tem dinheiro, não se esqueça de renovar a potencialidade do seu grupo, oferecendo alternativas para que possam produzir melhores soluções. Por outro lado, se está faltando dinheiro, procure se associar aos meios participativos do seu mercado.

Todos os caminhos são iniciados pelo aprendizado junto aos melhores, e assim fica claro que a primeira lição é saber identificar quem, de fato, vale a pena como referência para nossos projetos. E nessa fase, o que vai definir sua criatividade é a velocidade e a capacidade de adaptar as idéias seminovas, para que formem uma cara agradável e comunicativa.

Da colheita de informações ao êxito das adaptações, começa-se a preparar um ambiente propício ao desenvolvimento. Mas só com o exercício e determinação chega-se à competência, que sempre dependerá da troca para a geração qualitativa das informações. O índice da inovação pesa na medida em que vamos criando condições de independência dos valores praticados pela concorrência, em conjunto com o aumento do conhecimento obtido diretamente da fonte geradora das atividades.

Seu negócio pode atingir um estágio ímpar, mas as transformações dos meios sempre pedirão que seja avançado em idéias e propostas. Aprenda a substituir os processos que somam por uma capacidade maior de diálogo e troca.

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