Cristiano da Conceição Borges – Campeão de vendas do Grupo Liliane há três anos

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Você já emprestou dinheiro a um cliente para não perder uma venda? O supervendedor Cristiano da Conceição Borges emprestou, vendeu e ganhou mais um cliente fiel.

Cristiano trabalha no Grupo Liliane, em São Luís, no Maranhão, desde 2002 e vende móveis e eletrodomésticos. Há alguns meses uma compradora foi à loja pesquisar o preço de uma geladeira, ela pretendia comprar na semana seguinte, quando teria o dinheiro para a entrada. Mas Cristiano não quis entregar um cartão e adiar a compra, ele queria fechar a venda naquele dia. ?Ofereci outras formas de pagamento, mas ela disse que só compraria quando tivesse 200 reais para a entrada. Então falei que se o problema era esse, eu emprestava o dinheiro. Ela ficou espantada, mas comprou.? Duas horas depois, a cliente voltou à loja, agradeceu e pagou os 200 reais com um dinheiro que tinha guardado. Depois disso, ela também comprou dois colchões, um DVD, um guarda-roupa e indicou o Cristiano para várias pessoas.

Essa e mais ou menos outros 400 clientes só compram com o Cristiano. E só procuram a concorrência quando o Grupo Liliane não tem o produto desejado. Tanta confiança é resultado do trabalho que o supervendedor desenvolve. ?Sempre escolho dois clientes para visitar no final de semana. Não vou a casa deles para vender nada, só para conversar e conhecê-los melhor. Eles ficam encantados, me atendem muito bem e até me apresentam para os vizinhos.? O objetivo do Cristiano é desenvolver uma relação de amizade com os clientes e ser a referência deles no Grupo Liliane. ?Eu acompanho todo o processo de venda, a entrega, o pós-venda e se acontecer qualquer problema, o cliente sabe que pode ligar direto no meu celular.?

Motivação, determinação, força de vontade, conhecimento do produto e postura, as cinco características de um supervendedor, segundo Cristiano, fazem dele um profissional muito especial. Desde que entrou no Grupo Liliane, em 2002, ele foi o campeão de vendas em todos os meses. Nesses três anos, o Cristiano só ficou em segundo lugar em janeiro de 2005. Ele estava em férias e vendeu apenas cinco dias do mês, durante uma promoção especial que a loja costuma realizar. Em julho, o gerente lançou um desafio: se algum vendedor o superasse, teria a foto em um outdoor dentro da loja. Mas até o fechamento dessa matéria, no dia 26, o Cristiano estava, para variar, em primeiro lugar e tinha vendido 110 mil a mais que o segundo colocado. ?É praticamente final do mês, e pela minha experiência, acho que continuo em primeiro.? Alguém tem alguma dúvida?

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