Dicas – Janeiro 05

Você sabia que o distúrbio mais comum encontrado na psiquiatria é o da ansiedade? Ele ocorre quando o indivíduo fica ansioso em momentos que não se justificam ou quando a crise é tão intensa e duradoura que acaba interferindo nas atividades normalmente desenvolvidas. Emoções desatadas Chorar não era de bom-tom para os britânicos, que ocultavam emoções até pouco tempo. Uma pesquisa feita pelo Centro de Pesquisas em Assuntos Sociais aponta mudanças: 30% dos homens disseram ter chorado no último mês 2% não se lembram da última vez que aconteceu 77% consideram aceitável chorar em público Para 17% dos entrevistados, a autocomiseração é a maior responsável pelas crises de choro. Segundo a instituição que realizou a pesquisa, a mudança se deve à maior convivência entre homens e mulheres. Fonte: Reuters

Elogios Os elogios formam uma parte muito importante na integração social, entre os japoneses, para manter a harmonia nas relações humanas. Por isso, os japoneses elogiam colegas, esposas, vizinhos filhos, etc. Às vezes, estes elogios estão baseados em fatos verdadeiros. Mas muitas vezes podem ser palavras puramente lisonjeiras. É uma lição primorosa para se utilizar no dia-a-dia aqui do Brasil também.

Enjôo de viagem? Uma dica da professora de nutrição da USP Jocelem Salgado, para aqueles que sofrem deste mal em suas viagens: mastigue pedacinhos de gengibre. A raiz contém o princípio gingerol, substância que combate o enjôo. Cuidados com a alimentação ainda podem ajudar, como ingerir bebidas sem gás e evitar remédios se for dirigir, pois eles causam sonolência. Alerta: comidas pesadas também não combinam com calor nem com viagens longas.

Faça seu tempo render mais e melhor – Tenha sempre projetos e questione o que está ganhando ou perdendo por causa deles – Não exagere nas expectativas em relação a si mesmo e aos outros – Reconheça seus limites e não exceda demais sua carga horária de trabalho – Estabeleça prioridades, aprenda a delegar trabalho e administre melhor seu tempo – Aprenda a dizer não! Fonte: Sandra Motta Liger, psicóloga

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