Na empresa norte-americana Wilson Learning, todo empregado recebe um relógio com a cara do Mickey Mouse ao completar três meses de companhia. A idéia é fazer com que o pessoal nunca se esqueça de se divertir enquanto trabalha.
Quando alguém completa dez anos de firma, recebe outro relógio do Mickey – só que de ouro.
Baita garçom
Em um Banco norte-americano, há um dia em que o presidente da instituição e a alta diretoria servem o almoço para os melhores funcionários de cada mês.
Rivalidade saudável
Prêmios e incentivos podem garantir algumas vendas a mais, mas têm o inconveniente de, se não forem usados com cuidado, “viciar” sua equipe, que passa a trabalhar apenas para receber tais benefícios. Uma alternativa para quem tem várias filiais ou forças de vendas diferentes é estimular, através de um boletim interno, uma competição entre funcionários. O melhor é que sua própria equipe de vendas pode se encarregar desse serviço, afinal todos gostam de falar sobre seus sucessos. Você só tem que abrir espaço para que o pessoal da filial “X” fale sobre seus grandes negócios para que as equipes de vendas das outras unidades comecem a tentar superar essa marca.
Banco de idéias
Junte os projetos e idéias que não deram muito certo em sua empresa e edite um pequeno livro com título motivador (“Boas Tentativas”, “Novas Idéias”, etc.). São várias as vantagens:
1 – Junto a cada idéia, inclua o nome de seu autor, isso é um reconhecimento a mais.
2 – Seus funcionários novos perceberão que podem tentar coisas novas em sua empresa, sem medo.
3 – As idéias presentes no livro servirão de inspiração para novos projetos, ou podem ser melhoradas e passar a funcionar.
A cara da empresa
Defina uma meta de produtividade em sua empresa. Os empregados que a superarem poderão ser escolhidos para aparecer na publicidade da empresa: folhetos, encartes, comerciais de TV, etc.
Organograma
A empresa brasileira Semco aboliu os organogramas de sua organização, e tem uma política liberal quanto a títulos de cargo: dá a cada pessoa cartões com o seu nome com a recomendação: “Pense num título que exprima o que você faz e que te dê vontade e orgulho de vir trabalhar e mande imprimir.”
Na norte-americana WL Gore, a situação é semelhante: os títulos de comando (gerente, supervisor, diretor, etc.) foram simplesmente abolidos. Tais ações podem ser confusas para certos empregados, mas a maioria aprova: afirmam que é muito melhor procurar alguém que tenha uma resposta do que alguém que tenha um título.
Mão na massa
um grupo de caminhoneiros da Motor Cargo, empresa de transportes norte-americana, juntou-se para produzir, dirigir e atuar em um vídeo que ensina a não ser enganado nas contas de restaurantes e postos de gasolina. O sucesso foi imediato. Além da empresa economizar cerca de 16 dólares em cada viagem, aquele foi o único vídeo de treinamento que todos queriam assistir – e mais de uma vez.
Por Bob Nelson, autor de 1001 Ways to Reward
Employees e 1001 Ways to Energize Employees.
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