DNA mostra que a venda direta continua se reinventando a cada dia no Brasil

DNA Fragrances mostra a reinvenção da venda direta A venda direta continua indo muito bem, obrigado. Como tenho escrito nesta coluna, o crescimento do segmento não se esfria de maneira alguma e continua apresentando índices anuais superiores a dois dígitos a cada novo trimestre que se encerra, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Novamente, foi o caso do recém-encerrado levantamento de dados do 1o semestre deste ano, sobre igual período de 2006.

Mas que fenômeno é esse? Quando a economia caminhava mal, e isso já faz algum tempo, dizia-se, sem conhecimento de causa, que a venda direta crescia ?apenas? por conta da falta de oportunidades de emprego formal, que empurrava uma legião de profissionais para a atividade. Isso nunca foi uma verdade para todos nós, profissionais especializados no setor, quer empresários ou consultores, como no nosso caso. Mesmo com a economia estabilizada e, por que não dizer, aquecida, o contingente de profissionais de vendas diretas não pára de crescer. A cada ano que passa, são mais revendedores e consultores ou mesmo distribuidores independentes (dependendo de como cada empresa denomina seus revendedores em função de seu modelo de negócio de venda direta) entrando no mercado e fazendo com que o setor mantenha sua evolução.

Com o mercado aquecido, a venda direta se beneficia diretamente do maior poder de consumo do brasileiro, que tem um perfil cultural totalmente aderente a esse tipo de negócio, que privilegia o relacionamento, talvez como nenhum outro. Esse perfil incentiva um número cada vez maior de empreendedores e empresários a lançarem novas empresas de novos produtos, novos serviços, como temos mostrado aqui ao longo deste ano e, até mesmo, de negócios de produtos tradicionais, porém de uma forma inovadora e ?reinventiva?, como costumo dizer em minhas palestras.

Sem dúvida, é o caso da DNA Cosméticos, uma empresa do interior de São Paulo que decidiu trabalhar com um dos produtos mais antigos da humanidade ? os perfumes ? de uma maneira que está fazendo toda a diferença. A começar pelo próprio nome. Mas porque DNA, para uma empresa que trabalha com contratipos, ou seja, com perfumes nacionais similares às fragrâncias mais tradicionais e conhecidas do mundo? Não soa estranho aos nossos ouvidos? Soa sim, mas é exatamente aqui que reside toda a questão da inovação mercadológica. Ao definir para si a marca DNA, uma expressão tão arraigada na civilização contemporânea, a empresa assume estar lidando com algo muito delicado, importante e exclusivo para cada ser humano, para cada um de seus clientes e para os consumidores de seus produtos. Assume o grande desafio de produzir perfumes inspirados nos importados, com a maior qualidade já vista no Brasil. E vem fazendo isso de uma maneira que está chamando a atenção positivamente. Não é um movimento inédito, pois, há alguns anos, outras empresas percorreram esse caminho, como o caso da contém1g, talvez a precursora, posteriormente a Fator 5 de São Paulo, Perfam de Bauru e a Inspiração do Rio de Janeiro (só para citarmos as mais ?antigas? no mercado).

A DNA marca sua presença no mercado da perfumaria e cosméticos com produtos de legítima qualidade, desenvolvidos por técnicos e fornecedores igualmente competentes, capazes de satisfazer plenamente as exigências do público consumidor feminino e masculino.

Já desponta a extensão de linha

E em qual outro canal a divulgação desse conceito poderia ser feita com melhor propriedade do que na venda direta? Provavelmente, em nenhum. Na venda direta, os conceitos são assimilados e repassados individualmente, através da confiança e credibilidade estabelecidas entre revendedores e consumidores. Não por acaso, foi esse o canal de distribuição adotado pela empresa, que optou por um modelo comercial de distribuição e de um plano de compensação multinível híbrido, buscando o diferencial competitivo com seus concorrentes já estabelecidos há mais tempo.

Mas a empresa não se contentou com o início bem-sucedido. Em consonância com a essência de sua marca, mas atenta às associações de divulgação e visibilidade de seus concorrentes, uma tendência atual da venda direta no Brasil e no mundo, a DNA acaba de lançar no mercado uma extensão de linha, masculina e feminina, assinada pelo apresentador Ronnie Von, auferindo aos seus produtos a ?eterna? imagem de seriedade e bom caráter do artista, nesse caso absolutamente verdadeiros e não apenas retóricos ou de fachada. Sem dúvida, um movimento muito apropriado para a venda direta e direcionado ao público-alvo da empresa, que começa a distanciar-se dos empreendimentos que se lançam no mercado com excelentes intenções, mas não conseguem passar desse primeiro estágio. E a DNA pretende ampliar sua linha ainda em 2007 e formatar uma linha completa de cosméticos. Bons presságios.

Alguns casos de sucesso já despontam entre os profissionais de vendas que aderiram ao novo negócio, mas prefiro dessa vez, ao contrário do que sempre faço nessa coluna, não destacar alguém de vendas. Faço isso justamente para reforçar o caráter de descoberta de oportunidade latente desse novo case de sucesso, para os leitores e para os profissionais que se identificam com esse modelo de negócio, de independência e de formação de rede de relacionamento. Já para os empresários e empreendedores, uma idéia criativa e inovadora, a partir de um negócio de mais de cem anos ? a venda direta ? e, inicialmente, de uma linha de produtos com milênios de anos de existência ? os perfumes.
Literalmente, uma questão de DNA.

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