E-mail marketing

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Desde o início da Internet comercial no Brasil em 1995, a comunicação por e-mail vem ganhando força expressiva. Algumas pesquisas, como a realizada no final dom ano passado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi, dão conta que mais de 70% dos brasileiros que navegam pela rede utilizam o e-mail para se comunicar pessoal ou comercialmente.

Nesse nicho de quase cinco milhões de internautas, o telefone está começando a ocupar um segundo lugar como ferramenta de comunicação, passando a representar uma espécie de complemento. E como não poderia deixar de ser, tal realidade está sendo deslocada para a propaganda, tendo o e-mail ganhado destaque como ferramenta para a aplicação do marketing direto.

Nos Estados Unidos, a utilização do chamado e-mail marketing está em plena ascensão e as estimativas são de que em 2003 ele já esteja movimentando cifras na casa dos US$ 4 bilhões. No Brasil, entretanto, fala-se muito sobre o assobio, mas as iniciativas ainda são tímidas. Algumas empresas, como o Submarino, têm arriscado ações com seus clientes com bons resultados, mas o grande problema ainda é o pavor dos spams, ou aqueles e-mails indesejados, que lotam a caixa postal dos usuários, invadindo sua privacidade.

Foi exatamente analisando todos esses aspectos mencionados que o catarinense Stamatios Stamou, formado em Ciência da Computação pela Universidade de Campimas, decidiu somar os benefícios e as facilidades da propaganda por e-mail ao chamado marketing de permissão. Através dele, o usuário é informado sobre o teor da comunicação que vai receber e, explicitamente, dá ou não seu consentimento para a empresa que envia as mensagens.

A partir daí, são expostas as regras do jogo e dá-se início as ações de marketing direto. Com seis meses de vida, a Email Company (EMD) saiu de uma listagem de 200 nomes para chegar a 75 mil. Nesses próximo 5 meses, a empresa detona uma promoção para atingir os 150 mil cadastrados. “Viemos num crescimento acelerado e depois estabilizamos, agora vamos provocar o aumento exponencial de nomes”, diz Stamou.

Utilizando sua listagem pessoal de e-mails, o empresário idealizou uma sistemática de pontos para oferecer aos amigos que indicassem novos nomes afim de que se cadastrem no sue www.emaildireto.com.br. Perderiam pontos as pessoas que indicassem usuários não consultados previamente. Para se cadastrar, a pessoa toma conhecimento da mecânica do trabalho e concorda com ela, passando a receber regularmente as mensagens dos anunciantes, somando mais pontos cada vez que abrir uma mensagem e confirmar o seu recebimento.

Mesmo que ele não faça isso, pelo sistema desenvolvido internamente por Stamou, a Email Company ficará sabendo automaticamente se os e-mails foram ou não abertos. Além disso, o sistema, desenvolvido em Delphi para a seleção do público-alvo) já envia a mensagem de maneira segmentada.

Ocorre que entre os dados oferecidos pelo usuário para cadastramento estão selecionados perfis de acordo com sexo, idade, classe socioeconômica, entre mais de 50 chaves de interesses e características demográficas. “Temos dados como tipo de seguro de vida e tipo de computador que o internauta usa”, conta Stamou. Assim, a propaganda veiculada pela empresa pode ser completamente segmentada e os resultados têm sido excelentes.

“A melhor expressão deles é o próprio cliente que sente os resultados de imediato”, anima-Se Stamou. E não) é para menos. Em marketing direto, utilizando-se a mala direta como ferramenta, os resultados tradicionais de uma campanha ficam em torno dos 2% de resposta. Dentro da própria Internet, a média dos clicks em banners, resultados efetivos da interação do usuário com a propaganda do anunciante, é de 0,2%. Já os números alcançados pelo e-mail marketing estão batendo os 25% de retorno.

“Não tem nenhuma outra ferramenta que ofereça tudo isso”, destaca Stamou. Como resultado de uma campanha da Email Company para o site de leilões Mercado 21, foram registrados 10 mil novos acessos em um mês.

“O retorno sobre o investimento também é maior, insiste Stamul. Ele revela que o preço da campanha é mínimo, se comparado aos outros tipos de propaganda. Em média, o cliente paga R$ 0,50 por e-mail enviado. Algumas mensagens são animadas e há um texto padrão para ser facilmente reconhecido pelo usuário, mas a empresa também trabalha em parceria com a agência do cliente, desenvolvendo mensagens contextualizadas dentro do conceito da campanha geral do anunciante.

O envio das mensagens é responsabilidade exclusiva da EMD. “Mandar é simples, em 40 minutos podemos enviar 75 mil delas”, conta Stamou. “O difícil é receber as confirmações, que começam logo em seguida”, ele diz. Em função disso, a empresa dispõe de seis novos servidores como parte de sua infra-estrutura. Logo após serem enviadas as propagandas, os clientes já podem começar a acessar os primeiros resultados no próprio site da EM 1). Através de uma senha, o anunciante encontra os relatórios sobre quantidade de e-mails que foram enviados e o número de clicks gerados.

Além do Mercado 21, a empresa já promoveu campanhas para clientes como Microsite, Pacto e Curriculum. Segundo Stamou, só a home page do site da empresa já recebe de 10 a 15 mil visitantes únicos por mês. “Estamos contratando uma auditoria”, diz. “Não tanto pela confirmação dos acessos do nosso site, mas principalmente para confirmar nossas remessas e os dados que oferecemos aos clientes”.

Então, já sabe: se você quiser vender mais, usando o marketing direto, existe mais uma ferramenta disponível no mercado, com um custo bem acessível.

Serviço: Email Company (EMD): Fone: (0**48) 222-6200 Home Page: www.emd.com.br

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