Emerson Oliveira – Um supervendedor Pit Bull

“Sete e quinze eu acordo e começo a me lembrar do que ainda não me esqueci do que tenho pra falar. Todo dia é assim, tempo quente, pé na estrada…”. A música Sempre Assim, do Jota Quest, representa bem o que é a rotina de Emerson Oliveira. Todo dia é sempre assim. Se tem de viajar a trabalho, não falta ânimo e bom humor para fazer o que aprendeu a gostar: vender.

Há dois anos, Emerson era coordenador operacional da Shempo Sistemas de Comunicação (empresa que comercializa espaços publicitários em mobiliários urbanos, como banners). Nessa época, ele nunca tinha vendido produto algum, mas recebeu uma proposta que o pegou de surpresa. Um gerente da empresa queria que ele se tornasse supervisor comercial. No momento, ele não aceitou, e a decisão favorável só foi tomada seis meses depois.

Com a desculpa de avaliar sua equipe (de dez vendedores), ele começou a acompanhar o trabalho de rua dessas pessoas para poder aprender a vender. Hoje, quase dois anos depois, ele já conquistou a confiança de todos e se considera um vendedor. ?Muito mais que um supervisor, sou um vendedor da minha empresa?, afirma.

Assinante da revista e da e-zine VendaMais, Emerson soube que o palestrante Luis Paulo Luppa, autor do livro Vendedor Pit Bull, estava promovendo o primeiro concurso para eleger um vendedor e um gerente Pit Bull. ?Na hora em que vi o anúncio, decidi me inscrever. Sabia que com a minha história podia vencer?. O concurso mobilizou vendedores do Brasil inteiro em busca desse novo título. Na premiação, dia 14 de julho, ele sabia apenas que era um finalista. E ao saber que era o vencedor, deu pulos de alegria. ?Quando anunciaram meu nome, fiquei muito emocionado. Foi uma felicidade muito grande?, conta, honrado. Desde então, tem um novo objetivo: ?Continuarei me capacitando para chegar à gerência Pit Bull?, conclui.

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