Idéias e iniciativas para melhor atender

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A concorrência forte e decisiva está contribuindo para que o varejo tenha evolução positiva em termos de bom atendimento. Quantas vezes procuramos contato com alguma organização empresarial e nos deparamos com uma série de barreiras? O mau atendimento campeia e nesse particular alguns pequenos dão show e exemplo, a começar pelo carioca Davi, que virou David e palestrante internacional, ao fazer diferente para fascinar em sua simples banca de rua.

Não raro, a dificuldade começa pelo sistema telefônico. Alguns, querendo racionalizar, optam pelo atendimento com voz gravada pedindo paciência e uma musiquinha tentando amenizar a ira da espera. E, para você não desligar rapidamente, a voz metálica define que essa ligação é, para nós, muito importante.

Ora, se o contato do cliente ou fornecedor é importante mesmo, deveria haver gente preparada, sabendo do que se trata, o que a organização faz, quem são as pessoas de cargos-chave, podendo assim encaminhar ou filtrar com precisão os assuntos diversos.

Não difere muito o atendimento de certas portarias, mais preocupadas com a segurança patrimonial. O guarda que, desconfiado, vigia e ronda para ver se não estão levando nada, é o mesmo que nos atende, faz a ficha e, em alguns estabelecimentos, ainda nos fotografa, pede documentos, até conseguirmos o alvará para acesso.

A primeira impressão é a que fica, mas nem todos estão preocupados com esta máxima. Por outro lado, notamos que, no varejo, em geral, há uma evolução positiva em termos de bom atendimento. A concorrência forte e decisiva está contribuindo para isso.

Em postos de combustíveis, já notamos atendentes treinados. Em supermercados (outro dia, a sorridente moça do caixa deixou o seu posto para me apontar onde estava uma mercadoria na gôndola), em lojas, restaurantes, prestadores de serviço em geral.

Como inveterado freqüentador de bancas de revistas e jornais, na última Páscoa recebi um singelo chocolate numa banca do meu bairro. No domingo, havia algodão doce, palhaços, flores e bexigas noutra banca, onde comemoravam o aniversário daquele ponto disseminador de cultura e informação. Há alguns anos, chamava minha atenção em Salvador (BA) café e isqueiro disponíveis nas bancas de jornal.

Enfim, com as melhorias e criatividade, cada vez mais marcam, negativamente, aqueles estabelecimentos que não estão conseguindo encantar com atendimento digno os seus clientes e parceiros. Falta imaginação e, às vezes, simples boa vontade.

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