Injeção de criatividade não dói

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

Desperte a criatividade que existe em você e seja um profissional de sucesso! A cada semestre, tenho a oportunidade de conduzir a disciplina Criatividade em um curso de pós-graduação em Gestão Estratégica da Comunicação.

São cinco intensas aulas ? encontros que desmistificam essa capacidade humana e que ressaltam, a todo instante, a importância da mudança de nossas posturas rígidas, comportamentos viciados e pensamentos viciantes, ou seja, um resumo do esforço que devemos empreender em nome da abertura de mentes e da quebra de conceitos arcaicos.

O ?quebra-quebra? começa na primeira aula, quando nos convencemos de que criatividade não se ensina nem se aprende. O máximo que um professor pode fazer é despertá-la. Ali começa um interessante processo de ?ressignificação?, pois muitos foram ?treinados? para acreditar que criatividade é fruto de dom divino, de diferenças genéticas ou algo que o valha.

Um dos momentos altos é quando os alunos percebem, através de exercícios práticos, que possuem uma parte do cérebro pouco estimulada ? justamente aquela que gerencia a capacidade de abstração, de pensamento divergente e de busca de novas e inusitadas abordagens para nossos novos e antigos problemas.

Questionamos até mesmo o significado da palavra ?problema?, pois crescemos atribuindo a ela uma grande força inibidora e destrutiva em muitos casos. Em um treinamento em criatividade, seja numa universidade ou empresa, os problemas definitivamente se transformam em desafios e instigam.

A associação de idéias que antes, e raramente, era algo espontâneo, passa a ser estimulada e disciplinada. Da intuição pura e simples (aquela solução gratuita para um problema qualquer), passamos para o entendimento dos combustíveis que movimentam a criatividade, entre eles o conhecimento, flexibilidade e motivação, sem esquecer dos seus melhores aditivos: pressão, bom humor e irreverência.

Essa última palavra também ganha um significado especial: o da ?não-reverência?, o de não ficar de joelhos diante dos problemas.

Após apenas cinco aulas, perceber vários olhos com um brilho diferente é uma satisfação e tanto.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados

O prospect só quer saber o preço e não responde perguntas. E agora?

O prospect só quer saber o preço e não responde perguntas. E agora?

O prospect só quer saber o preço Uma aluna me ...
Leia Mais →
Otimismo ingênuo x otimismo realista: premortem como teste de colisão do seu plano comercial

Otimismo ingênuo x otimismo realista: premortem como teste de colisão do seu plano comercial

Otimismo Seu plano aguenta slide, planilha e reunião. Será que ...
Leia Mais →
Como conduzir clientes indecisos e acelerar decisões comerciais

Como conduzir clientes indecisos e acelerar decisões comerciais

Como conduzir clientes indecisos O cliente não precisa ser pressionado. ...
Leia Mais →