Ketchup verde

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Ketchup verde
“Nós estudamos como as crianças usam o ketchup”, explica Joe Jimenez, CEO da Heinz North America. O resultado é uma nova embalagem, feita sob medida para as mãos pequenas das crianças, além do lançamento de um ketchup verde (???). Um bico mais comprido foi criado, para que as crianças pudessem “desenhar melhor” com seu ketchup. O objetivo, obviamente, é o aumento de consumo. “Hoje em dia, as mães não deixam as crianças usar o ketchup, porque têm medo das conseqüências”, diz Jimenez, torcendo para que as novidades estimulem as crianças a pedirem mais Será que daqui a pouco vamos ter mostarda azul?

Direitos autorais e o resgate
Ser um expert em Marketing Musical está ficando cada vez mais valioso, segundo um artigo do The New York Times. A causa disso tudo? O famigerado Napster. “A questão não é se o modelo atual do negócio de distribuição de música pode sobreviver, mas se existe qualquer tipo de modelo que possa dar suporte à criação e disseminação de música de alta qualidade através da Internet”, questiona o especialista Hal R. Varian. Varian vê dois problemas críticos: primeiro, “não existe uma forma de proteger uma música depois dela ter sido traduzida em bytes”. Segundo, “se os clientes tiverem a opção de escolher entre pagar dois dólares para ouvir legalmente uma música de uma banda conhecida, dentro de um formato escolhido pelas empresas para proteger direitos autorais, e do outro lado uma música gratuita de uma banda de garagem, que pode ser ouvida em qualquer lado, é bem capaz que as pessoas comecem a escolher as músicas gratuitas”. O rádio, por exemplo, resolveu seus problemas de “pirataria” musical faturando dinheiro com publicidade.

Aliás, Varian nota a popularidade crescente da música grátis, distribuída online por artistas sem gravadoras. Ele também cita o exemplo da Lotus, aquela da planilha, que começou dominando o mercado e acabou tendo que cortar seus preços violentamente, por causa da concorrência dos programas gratuitos.

Recentemente, o autor Stephen King inovou mais uma vez, criando um modelo chamado de resgate. Ele escreveu dois capítulos do seu livro e liberou-os gratuitamente, prometendo escrever os demais apenas se o publico lhe pagasse uma quantia que considerasse suficiente. Ou seja: ainda é o velho faroeste e vale tudo. Vamos ver o que vai dar no final. Mas que vai ser interessante, isso vai.

Marketing na área de serviços
Qual foi a última vez que seu medico ligou só para ver como você estava passando? 99% das pessoas responderiam “nunca”. Pois um dentista americano aumentou consideravelmente os negócios no seu consultório da forma mais simples – telefonando. Ele investe uma hora do seu dia, pessoalmente e mesmo com a agenda completamente lotada, em ligações para os seus pacientes do dia anterior, só para perguntar como estão. O uso constante desse marketing de relacionamento lhe trouxe dezenas de indicações e, hoje, seu consultório está indo de vento em popa. Uma tática fácil de utilizar por qualquer um.

Chique mas barato (e lucrativo)
A Swatch está redefinindo o que significa luxo no Place Vêndome, de acordo com o Wall Street Journal. Tradicionalmente, luxo tem sido definido com base no preço e/ou tradição. A nova definição da Swatch está baseada puramente na pouca oferta. A marca suíça, chique mas barata, está vendendo 41 relógios de design exclusivo por apenas seis meses no ultrachique Place Vêndome de Paris (bem na frente do Hotel Ritz). Traduzindo: se você quiser um desses relógios que começaram a ser vendidos no dia 30 de junho a um custo entre US$ 40 e 60, terá de ir a Paris, porque não tem em nenhum outro lugar do mundo (só não pegue o Concorde, por favor). Se você queria a coleção de sete relógios com sete cores diferentes (um para cada dia da semana), já está atrasado – foram todos vendidos. No primeiro dia. Algumas das extravagâncias incluem modelos superfinos, chamados Skin (pele), Watches (que vêm com penas de aves acompanhando), até modelos para o pescoço e canelas. Para dar um ar ainda maior de modernidade e uma cutucada nas lojas vizinhas, muitas delas ali há séculos, a Swatch colocou a placa “Fundada em 2000” bem na porta de entrada. Deve estar funcionando, porque a Swatch simplesmente comprou todas as outras empresas suíças de relógios, provando mais uma vez que criatividade e diferenciação são sempre a melhor arma para vender e lucrar mais.

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