Mais um exemplo dos benefícios do marketing regional: a Skol levanta um brinde á Curitiba nos seus 305 anos. A campanha inclui embalagens especiais da cerveja destacando os simples da cidade, outdoors com a frase “A cerveja que mais ama essas redondezas” e shows de rock com astros. Dependendo dos resultados, a campanha será estendida para outras localidades. Você pode fazer algo parecido.
CLIPE
A TCE, fabricante nacional de produtos de informática, teve uma boa idéia para destacar seu anúncio, veiculado nas principais revistas de informática do país. Simplesmente colocou um clipe colorido marcando a página. O título do anúncio explicita a intenção: “A TCE faz tudo para descomplicar sua vida. Notou que até para achar esse anúncio foi mais fácil?”. Simples, e impossível de não ser notado.
PREÇO NÃO É TUDO
Segundo Sérgio Almeida, em seu livro O Melhor Sobre Clientes, preço nunca foi tudo para a sobrevivência de uma empresa. A bem da verdade, com uma concorrência cada vez mais acirrada a tendência é que os preços sejam cada vez menores. Mas, há um limite. Uma empresa, um produto que se preze, não pode competir só com preço; mas sim – e também – com bons preços. Aliás, preço baixo é uma estratégia secular. Sempre foi adotada prioritariamente por quem não tem bons produtos ou serviços a oferece. Portanto, para competir, o importante é a empresa ter uma estratégia de valor, não de preço, isoladamente.
JOGANDO DINHEIRO FORA
Supermercados podem estar perdendo dinheiro com anúncios. Pesquisas americanas mostram que 60% dos consumidores lêem os anúncios, mas apenas 25% deles se lembram de levar os anúncios à loja, ou de pensar naquela promoção ao ir especificamente àquela loja.
Uma alternativa é fazer como a Mesbla. Ela encarta suas ofertas nos jornais, mas também mantém os mesmos folhetos á disposição dos clientes que vão à loja.
QUEM QUER INFORMAÇÃO?
Resultados da pesquisa realizada por Técnicas de Venda, em janeiro de 1998. A pergunta se referia às maiores dificuldades, para empresários e funcionários, relacionadas ao aperfeiçoamento pessoal.
SEGUNDO OS FUNCIONÁRIOS
1- Falta tempo.
2- Falta informação, fora das grandes cidades.
3- Distância dos bons programas de treinamento.
4- A maioria do material de apoio disponível no mercado é repetitivo e obsoleto.
5- Os valores dos cursos são muito altos, fora da realidade brasileira.
SEGUNDO OS EMPRESÁRIOS
1- Dificuldade de encontrar um profissional que elabore e aplique um treinamento fechado que atenda às expectativas.
2- Motivação e interesse por parte da equipe.
3- Faltam cursos mais específicos.
4- Os valores são inviáveis para a equipe.
5- Baixos rendimentos, falta treinamento adequado, nível cultural e ausência de hábito de leitura.


