Mercado eletrônico, o mediador de negócios

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Este portal facilita a vida de quem compra e de quem vende. Mais agiliza as transações comerciais, economizando tempo e dinheiro Que a Internet tomou conta do país, disso ninguém duvida. Por isso, ouvir falar sobre comércio eletrônico já é praticamente banal para muitas rodas de amigos. Quem não conhece pelo menos um colega que comprou livros ou CDs pela rede mundial de computadores? Quem não visitou pelo menos um site de uma loja que vende produtos variados para checar suas ofertas e sonhar em ter este ou aquele objeto de desejo?

Para quem ainda não sabe, o comércio eletrônico pode ir muito além dessas compras simplesinhas, como adquirir um best-seller. Numa trilha, digamos, um pouco mais complexa, empresas como o Mercado Eletrônico se destacam como uma nova forma de fazer negócios. Isso porque se prevê que o futuro de todos os mercados seja a via eletrônica. Projeções de especialistas no assunto apontam que a modalidade B2B (business-to-business crescerá vertiginosamente na América Latina, e Brasil, Argentina e Chile representarão mais de 50% do volume de transações. A estimativa do Gartner Group e Andersen Consulting é de que nos próximos quatro anos esse tipo de comércio tenha um salto de 84%.

Vanguarda na tela

Criado em 1994 por Eduardo Nader, quando a Internet estava praticamente engatinhando por aqui, hoje o Mercado Eletrônico é a maior rede de comércio eletrônico business-to-business no Brasil. Trata-se de uma ferramenta digital que otimiza o departamento de compras e liga instantaneamente, uma comunidade formada por cerca de 250 compradores – contando apenas os que já estão totalmente fidelizados ao sistema-, e 15 mil fornecedores. Esses clientes acessam o ME, sempre que precisam negociar a compra de qualquer item para suas empresas. Desde um pacote de papel sulfite, passando por dobradiças para portas, até toneladas de uma substância química “x”, absolutamente tudo pode ser adquirido tendo o Mercado Eletrônico como mediador. Atualmente são realizadas quase três mil transações diárias.

Na verdade, a função organizadora é o grande diferencial desse empreendimento virtual. “A facilidade que as empresas têm para navegar na Internet acaba criando um mercado quase que anárquico. Nosso papel é funcionar como um aglutinador, ordenando as informações”, afirma Eduardo Nader. Por meio de seus serviços, o cliente pode obter cotações de preços, formular pedidos de compras, conhecer ofertas ou ter acesso a qualquer outra informação comercial. Tudo isso pode ser trocado pela rede, usando o Mercado Eletrônico como organizador, o que facilita e agiliza bastante o processo.

Assim, através do Portal, o usuário pode fazer compras diretas, pode se reunir a outros interessados num mesmo produto e realizar uma compra conjunta (com redução significativa no preço final), pode participar de leilões virtuais, de leilões de compras e dos chamados leilões reversos (quando o comprador é quem anuncia o que deseja adquirir, determina o preço máximo e a data de encerramento do processo. Os fornecedores fazem seus lances e quem tiver o menor preço leva o pedido). Detalhe: essas operações são feitas em tempos curtíssimos, o que garante fluidez e economia nas transações comerciais. É bom lembrar, ainda, que o usuário não paga pela consulta e o fornecedor contribui apenas com uma taxa simbólica – alguns centavos – quando devolve o orçamento via web.

O papel do e-procurement

Somando outro verbete à sopa de letrinhas que a linguagem pós-Internet criou, o e-procurement é uma importante solução em termos de negócios. E é exatamente o que o Mercado Eletrônico oferece. Ele funciona, basicamente, sob duas formas, por Intranet e pela Internet. Alguém que se interesse em usar o sistema por curiosidade ou esporadicamente pode, inclusive, fazê-lo acessando o site www.me.com.br. Mas para quem deseja otimizar seu departamento de compras com mais objetividade, a dica é procurar o ME e estudarem, juntos, a melhor forma de essa ferramenta se ajustar à realidade de cada empresa. O presidente do Mercado Eletrônico, Eduardo Nader, diz que o ideal é a empresa procurá-los e informar de que necessitam. “A partir disso, orientamos seu departamento de Sistemas, implantamos o processo, e treinamos a equipe, tudo sem nenhum custo. Posteriormente, o cliente paga apenas uma mensalidade, cujo valor vai depender do pacote adotado”, afirma.

O acesso ao ME pode ser feito pelo próprio sistema de gestão local, sem mudar a rotina da organização. Instalado o canal de comunicação, o restante do processo é igualmente simples. Se o comprador está interessado em obter fio de seda, por exemplo, ele passa a solicitação para o Mercado Eletrônico. Este, por sua vez, vai consultar seu cadastro e destacar todos os fornecedores que podem atender a esse pedido. Em seguida, transmite a solicitação aos fornecedores que têm um prazo determinado pelo comprador para apresentar seus orçamentos.

Geralmente, o que ocorre, pelo menos para os cerca de 250 clientes fiéis ao sistema, é que eles já possuem uma lista mais ou menos fixa de possíveis fornecedores. Em vez de destacar um funcionário para fazer contato com dez, vinte empresas diferentes, para levantar preços, usam o Mercado Eletrônico buscando os alvos certos. “A vantagem está justamente em não dispor de uma pessoa de dentro da empresa para executar esse trabalho, que demanda muito tempo e custos com telefonemas, energia elétrica, além do próprio salário do empregado”, esclarece Eduardo.

Para acompanhar todo esse trâmite e cuidar para que ele tenha começo, meio e fim, o ME possui uma equipe de monitoramento. As informações sobre o que cada cliente deseja e as cotações são sigilosas e fechadas, inclusive para o portal. Mas dados sobre a data da emissão do pedido de orçamento e o prazo que os fornecedores têm para responder são acompanhados por esse pessoal. Se um desses fornecedores começa a demorar para dar retorno, o ME entra em contato com ele, “cobrando” a resposta. É claro que ele não é obrigado dá-la. Mas nessa conversa se obtém justificativas pela ausência da sua cotação: de repente ele pode não ter o produto ou simplesmente não estar interessado em vender naquele momento.

Economia de tempo e dinheiro

O fato é que via Mercado Eletrônico as cotações chegam aos compradores num espaço de tempo muito menor, muitas vezes em menos de 24 horas. Segundo Eduardo, a troca eletrônica de dados melhora todo o processo de compras, propiciando uma redução de até 80% nos custos operacionais e até 12% nos preços dos produtos, além de redução com custos de estoque, para os fornecedores. “Como oferecemos transparência nas cotações, nossos clientes conseguem comprar por um preço menor”, assegura. Fora isso, há uma importante economia dentro da própria empresa.

Um bom exemplo é o Grupo Áurea, formado por 27 empresas, cujo “filhote” mais conhecido é a Breda Turismo, que dispõe de uma das maiores frotas de ônibus do mundo. Eduardo conta que antes de se fazer parte do Mercado Eletrônico, eles tinham 27 departamentos de compra independentes. Muitas vezes compravam um produto idêntico por preços diferentes para empresas do mesmo grupo, em função dessa descentralização. Hoje, o departamento de compras se resume a três funcionários.

Quem também vem utilizando o sistema de cotação e compra pelo ME desde 1998 é o do Sindicado do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro). Cerca de 80% dos postos de gasolina associados ao sindicado estão podendo obter produtos de seu interesse por um preço mais barato e num prazo menor. Se antes o funcionário do posto perdia muito tempo ligando para quatro fornecedores conhecidos que ofereciam preços similares, hoje, com as soluções do Mercado Eletrônico, essa mesma pessoa pede orçamentos para 40 fornecedores, num espaço de tempo menor e por um preço mais acessível”, lembra José Alberto Paiva Gouveia, presidente do Sincopetro.

Para o proprietário do Promissão Auto Posto, de São Paulo, Alexandre Hashimoto, “a utilização do ME otimizou em 4000 o processo de compra para sua empresa. Esse sistema é bem mais rápido e funcional. Além disso, consigo obter preços de uma gama maior de fornecedores”, afirma Alexandre. Fernando Martins, proprietário do Posto de Serviços Paz, também na capital paulista, diz que “O serviço reduz custos e agiliza a compra. E no futuro, quando o mercado de combustíveis se abrir, como se especula, será um ótimo aliado para que possamos cotar os melhores preços desses produtos, na verdade, nosso maior foco.” Para René Lopes Pedro, gerente geral adjunto da Karina Cosméticos, “com a utilização dessa solução, a empresa economizou, em média, 80% nos custos das compras. E o que fazíamos em uma semana, agora é feito em dois dias”, afirma.

Serviço: Mercado Eletrônico – Telefone: (011) 3044-3300
Home Page: www.me.com.br – E-mail: contato@me.com.br

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