Modesto Emílio de Azevedo

A emocionante história de um supervendedor de petecas Ele é um apaixonado por vendas. Modesto Emílio de Azevedo começou na área aos 49 anos de idade e aposentou-se aos 64 como vendedor de livros. Mas o supervendedor não parou por aí. ?A minha profissão é muito gratificante, gosto de estar na rua lidando com as pessoas, sou muito feliz por ser um vendedor?, declara.

Ao longo dos seus 84 anos, Modesto é um exemplo de disciplina. Ele trabalha com petecas há 20 anos e, todos os dias, ao chegar em sua casa lê o jornal, às vezes, algum livro da sua vasta biblioteca, descansa um pouco e começa a produzir petecas. Ele sempre procura passar as vantagens do seu produto: ?Compre peteca, ela ajuda as crianças a saírem da internet, faz bem à saúde e promove o compartilhamento entre as pessoas?, revela em seu marketing.

Modesto, além de vendedor, é um artesão filiado à Sutaco (Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades ? órgão oficial do Estado de São Paulo). Junto de sua esposa, fabrica cerca de 300 petecas por mês. ?Sou muito realizado, pois dei estudo para os meus três filhos. Um deles é engenheiro?, fala com satisfação.

Ele vende por toda a Grande São Paulo, mas sua peteca já rompeu fronteiras: foi parar até na Holanda, onde faz muito sucesso. A maioria dos seus clientes tem alto poder aquisitivo e nível cultural elevado. ?A peteca está incorporada à nossa cultura, quando os portugueses chegaram ao Brasil os índios já jogavam peteca?, afirma.

Modéstia à parte, a emocionante história desse exemplo de vida, feita de coragem, humildade e dedicação, traduz muito bem o que é ser um supervendedor.

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