VendaMais
Consultoria Treinamentos Liderança Games BPO comercial SalesTrain Cases Conteúdos Sobre Seja um parceiro · VM Partners Fale com um especialista →

O balconista empreendedor

Quer conversar com um especialista?
Entre em contato!

As pessoas que atendem na recepção, atrás de um balcão qualquer, precisam incorporar o espírito do proprietário para atingir seus objetivos e o de seu contratante. Paro na estrada para tomar um café expresso e a moça, que atende com muita cortesia, reclama do fraco movimento. Converso com um balconista de outra rede de serviços e ele conta que precisa vender mais porque está longe de sua meta mensal. Vou abastecer o carro e o frentista sugere gasolina aditivada e acessórios para o carro, além de limpar o vidro.

O que está acontecendo na área de serviços? Até o atendente, outrora visto como mais um, agora está mudado, sabe mais dos produtos e tem atitudes de empreendedor. O que fez as pessoas, nas mais diferentes profissões, se colocarem, muitas vezes, no lugar do dono? Que mágica é essa?

A competição e a concorrência estão aí, o mercado é amplo, há ofertas niveladas em todos os cantos e, por isso, é preciso se diferenciar e se destacar de alguma outra forma para sobreviver. As pessoas que atendem na recepção atrás de um balcão qualquer precisam incorporar o espírito do proprietário para atingir seus objetivos e o de seu contratante.

Nessa onda, empresas passaram a treinar seus colaboradores, mesmo que informalmente, desde os pequenos estabelecimentos de comércio ou serviço até os grandes empregadores do momento.

Aumentou a responsabilidade do dono pela sobrevivência do negócio. Ele, que no atendimento direto faz tudo para encantar o cliente oferecendo até descontos ou brindes, sacou finalmente que, na sua ausência, os empregados precisam dar continuidade a esse processo de felicidade mútua. E, pacientemente, investe nesse sentido.

Mas não basta apenas treinar e exigir mais. É preciso também recompensar. Assim, estão adotando a remuneração mista. Trata-se de um valor mínimo fixo e uma parte variável em função do volume de vendas ou, às vezes, sobre vendas de apenas alguns itens que deixam maior margem de contribuição.

Todos ganham com essa visão e prática. Os clientes ficam mais satisfeitos por um contínuo atendimento nota dez, os empregados faturam algum extra que não faz mal e o negócio vai se mantendo e prosperando. A economia e o governo agradecem.

Senhoras e senhores, empreendedores-patrões e empregados-potenciais empreendedores, reflitam! Em tempo de dificuldade, precisamos de mais aproximação. O que nos separa são apenas meras circunstâncias de coragem para o risco e o capital. Na essência, estamos no mesmo barco e lutamos pelos mesmos objetivos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Conteúdos Relacionados

Quando (e como) um líder comercial deveria pedir ajuda

Quando (e como) um líder comercial deveria pedir ajuda?

O erro não está apenas em pedir tarde, mas em ...
Leia Mais →
Quando demitir

Quando uma empresa deveria demitir um vendedor?

Quando demitir um vendedor? Demitir um vendedor nunca deveria ser ...
Leia Mais →
Negociando com IAs: o que as IAs revelaram sobre empatia e firmeza

Negociando com IAs: o que elas revelaram sobre empatia e firmeza

Negociando com IAs Até a IA já cansou do negociador ...
Leia Mais →