O desafio do varejo mundial

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É preciso criar cumplicidade, entre todos os envolvidos nos diversos processos das empresas, que ultrapasse as fronteiras do óbvio e do esperado. O varejo, no Brasil e no mundo, passa por uma grande revolução, em que, tanto as empresas quanto os clientes modificam seus hábitos, em busca da melhor solução para seus problemas. Determinar quais são eles e de que forma resolvê-los é o grande desafio dos habitantes desse novo mercado, que surge diariamente diante dos nossos profissionais e organizações.

Sabemos que as mudanças são necessárias, mas temos de ter em mente que elas só serão validadas se forem aprovadas pelos usuários, de uma forma ampla, geral e irrestrita. Afinal, de que adiantará desenvolver e implementar mudanças se essas não levarem os clientes e organizações aos resultados?

Observando os vários segmentos do varejo, percebemos que vivemos uma era em que precisamos enxergar o invisível, perceber o imperceptível e nos anteciparmos às necessidades, antes mesmo delas serem expressas, pois só agindo proativamente teremos chances de sobreviver a esse verdadeiro furacão, que deixa como vítimas milhares de empresas e clientes da chamada nova ordem econômica mundial.

É preciso criar cumplicidade, entre todos os envolvidos nos diversos processos das empresas, que ultrapasse as fronteiras do óbvio e do esperado. O cliente interno tem de ocupar o espaço que lhe é de direito e ser tratado de forma especial, pois ele faz a diferença nos resultados e para isso é preciso, também, que esse mesmo ser especial enxergue e desenvolva suas atribuições, de maneira cada vez mais profissional e irretocável.

Quebrar paradigmas, inovar processos, desenvolver soluções viáveis e definitivas são as regras do jogo. As ações têm de ter apenas um foco e demandar execuções perfeitas de planos e estratégias que colocarão tanto o profissional quanto a organização na mente e no coração do mercado consumidor. Se o foco da empresa é sobreviver a essa tempestade, ela precisa se ver líder do futuro. E só conseguirá isso à medida em que atuar voltada 100% para os clientes, sejam eles internos ou externos.

O difícil, nesse momento mundial de crises políticas, econômicas e infindáveis guerras sociais e religiosas, é separar o joio do trigo, fazer uma leitura clara que possibilite às organizações encontrar um atalho que leve à gestão eficaz dos custos e aumento potencial dos recursos disponíveis, pois para prosperar no varejo de hoje, é preciso ir além da capacidade de atender a demanda. É necessário contribuir de forma perene e definitiva para o resultado de todos que compõem as organizações e os sistemas.

Como diziam nossos avós: ?se correr o bicho pega, se ficar o bicho come?. Portanto, precisamos correr para o futuro desconhecido, com a certeza de que temos equipes preparadas para enfrentá-lo e, ao mesmo tempo, temos de ficar olhando atentamente o presente, para podermos desfrutar de um futuro de certo modo incerto, mas que, por mais frágil que pareça, ainda é a melhor solução, pois de alguma maneira estamos nos preparando para ele.

Se tivermos de enfrentar os furacões revoltos da economia mundial, que seja de forma sábia. Devemos espalhar as sementes da prosperidade no árido solo da incerteza para que colhamos, no futuro, um presente de resultados.

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