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O objetivo é detectar profissionais que possuam uma inteligência emocional mais desenvolvida O processo para contratação de funcionários mudou. Com os altos índices de desemprego e um mercado cada vez mais competitivo, as empresas buscam profissionais que possuam, além de capacidade técnica, as chamadas habilidades interpessoais. Uma estatística realizada pela HCO International ? Human Development Organization ? mostra que, utilizando o método adequado, as chances de o funcionário contratado satisfazer as necessidades da empresa varia entre 80% e 90%.

Num passado recente, longe das evoluções tecnológicas e do grande advento da Internet, o que se exigia de um profissional era trabalho braçal. Com a informatização, muitos cargos foram ocupados por máquinas e robôs, fazendo com que o homem precisasse se diferenciar ressaltando ainda mais o seu lado intelectual.

Com toda esta modernidade, as características que classificam um bom profissional foram alteradas. Além de muito conhecimento em sua área, informática e idiomas, o profissional precisa demonstrar habilidades no trabalho em equipe e interesse pelo crescimento da empresa. Atividades voluntárias também são muito importantes porque demonstram o interesse do futuro contratado com o bem-estar social. O executivo do século XXI precisa ter senso crítico, proatividade e muito envolvimento com seu trabalho.

Em conseqüência dessas mudanças de perfil, o modo de contratação também precisou ser reformulado de acordo com as novas necessidades. Atualmente, qualquer processo seletivo, independentemente de cargo, passa por dinâmicas de grupo e acompanhamento psicológico. O objetivo é detectar profissionais que possuam uma inteligência emocional mais desenvolvida. Isso significa que não basta ter domínio de informação, é preciso também saber transmiti-las e trabalhá-las em equipe. E, para descobrir essas habilidades, o método mais indicado é a aplicação de teatros, desenhos e testes psicológicos.

Obviamente, nenhum processo seletivo é totalmente eficaz. Podem acontecer casos de profissionais que se sobressaem nas dinâmicas, mas não desempenham um bom trabalho no dia-a-dia. Isso pode acontecer por falta de direcionamento nas dinâmicas de grupo. Muitas vezes, os recrutas não têm experiência suficiente para a contratação e apenas copiam métodos, sem ter objetivos claros. Outro fator bastante comum é a saturação dos exercícios aplicados. Um profissional que participa de diversos processos seletivos se sairá melhor por já conhecer algumas atividades.

Contudo, mesmo com os mais modernos meios de seleção, ainda existe a possibilidade de alguns não obterem o resultado esperado. E, para facilitar a busca pelos melhores profissionais, selecionamos algumas dicas importantes na hora da contratação:

    1. Convide para a dinâmica os profissionais com competência técnica em níveis próximos, assim o contratante tem mais liberdade para avaliar as características comportamentais.

    2. Procure evitar os profissionais mais qualificados que o solicitado para focar no que é realmente importante.

    3. Antes de começar as atividades, escolha uma característica que julga indispensável para que o profissional exerça o cargo em questão.

    4. Veja se o candidato demonstra interesse pelos ideais da empresa contratante.

    5. Dê preferência por profissionais que pensam sobre assuntos gerais e não só de trabalho. Normalmente estes são mais versáteis.

    6. Evite profissionais estrelas. Prefira os que pensam e trabalham em grupo.

    7. Analise a somatória de características apenas dos que possuem a determinada como primordial. Essa pode valer mais que todas as outras juntas.

Depois de uma boa aplicação no processo seletivo, resta apenas esperar para ver o desempenho dos profissionais contratados. Boa sorte.

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