O poder da atitude

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As recentes mudanças na conjuntura econômica, como concorrência de importados, Mercosul, queda da inflação, etc., provocaram um golpe mortal em empresas que não foram ágeis em se adaptar ao Plano Real. Um número recorde de falências e concordatas, pior ainda do que o ocorrido após o Plano Cruzado, é prova de que estamos vivendo um período de adaptações estruturais, não apenas de "maquiagem". Muitas empresas tiveram que efetuar sérios ajustes para voltar a ter lucro, ou mesmo apenas sobreviver. Como resultado dessas reengenharia, demissões em massa, corte de investimentos e revisão de planos de expansão deixaram entre os sobre- viventes uma sensação amarga de insegurança.

Mas será que a situação é realmente desesperadora, ou o que está ocorrendo é apenas uma reação infantil frente a uma situação desconhecida? Segundo Ray Jutkins, especialista em Vendas e Motivação, autor do livro O Poder do Marketing Direto (editado no Brasil pela Makron Books), é tudo basicamente um problema de atitude.

"A diferença entre um encarar uma situação nova como uma ameaça ou como uma oportunidade é uma questão extremamente pessoal. Existem vários fatores que podem influenciar o seu julgamento final mas, sem dúvida nenhuma, a questão principal é a atitude da pessoa frente a essa nova situação. É a velha questão: um copo que recebe água até o meio está metade cheio ou metade vazio?"

Pesquisas feitas com vencedores em diversas áreas, incluindo atletas altamente premiados, executivos de sucesso e cientistas renomados mostraram que todos eles tem em comum duas características: sentem um grande prazer pelo que fazem e são otimistas. Em situações de tensão ou perigo imediato, os otimistas tendem a ser mais pró-ativos, ou seja, tomam a iniciativa e fazem alguma coisa, pois acreditam na sua própria capacidade de efetuar mudanças.

Já os "negativistas" tendem a correr e procurar por abrigo. Ao contrário dos otimistas, não acreditam que podem fazer algo para mudar o seu destino. Assim, caem num círculo vicioso, que os americanos chamam de self-fulfilling prophecies ou profecias que se auto-realizam. A própria falta de ação faz com que a vida de pessoa (ou empresa) se complique desnecessariamente.

Nos dois casos o problema pode ser exatamente o mesmo. Mas, dependendo da pessoa, ele vai ser encarado como um desafio, uma chance de crescimento, ou como uma ameaça invencível. É puramente uma questão de atitude.

É sobre isso que Ray Jutkins vem falar no Brasil. As inscrições para o seu evento, que será realizado dia 10/06 no Rio de Janeiro, dia 11 em São Paulo, dia 12 em Curitiba e dia 13 em Porto Alegre, já estão na sua segunda fase. Para efetuar a sua inscrição, basta ligar para cá – (041) 336-1613 e falar com Carla ou Ale. Se preferir, pode mandar o cupom em anexo por fax. Diversas empresas, aproveitando o preço com desconto, já fizeram suas inscrições em grupo. Se você quiser motivar toda a sua equipe com uma descarga de adrenalina "importada", ligue para a gente e garanta já o seu lugar.

Raúl Candeloro
Editor

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