On-Line – março de 2005

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O FUTURO DOS COMERCIAIS Os executivos de grandes agências de propaganda dos Estados Unidos procuram saídas para a crise dos anúncios de televisão. Não apenas menos pessoas estão assistindo à televisão, graças ao computador, mas também têm à disposição TVs digitais que automaticamente bloqueiam anúncios, centenas de canais que dificultam que o público certo veja o anúncio certo, entre outros. E o avanço da tecnologia parece ser a saída.

Algumas empresas tentam lucrar com o comercial interativo. Basicamente, trata-se dos velhos infomerciais, em que se fica vários minutos oferecendo um produto entre frases como ?E não é só isso?, com a diferença que o cliente pode comprar, na hora, usando o controle remoto, de forma similar ao que ele faz para comprar filmes e jogos no pay-per-view.

Outra forma é ligando a oferta de produtos a uma outra média, que não dependa da interrupção dos programas. É o que a Warner fez, recentemente, com o novo desenho do Batman. No meio das imagens, encontram-se códigos só vistos pelo sensor especial de um ?batmóvel? de brinquedo. Tais códigos fazem o carrinho funcionar, fazer manobras, falar com a criança e oferecer alguns outros produtos. Além, lógico, de estimular tanto a venda do brinquedo como a audiência da TV. Resta saber se outras empresas seguirão o exemplo.

CURSO PARA TUDO

Quem já viu filmes norte-americanos e ingleses conhece o aparelho: uma espécie de trava que se coloca nas rodas dos carros impedindo que eles saiam do lugar. Usado principalmente nos autores de alguma infração de trânsito. Assim, o policial pode bloquear o carro e ir tratar de outros assuntos, enquanto o guincho não vem, em vez de ficar ali, esperando, para que o dono não o retire do lugar.

Pois bem, na Inglaterra agora existe até um curso para formar bloqueadores de carros. A publicidade do curso afirma que ele é indispensável a qualquer um que ?busque uma carreira em imobilização automotiva?. Além das técnicas para usar o aparelho, o curso inclui um módulo de ?história da imobilização veicular? e outro de ?uso de empatia para entender o ponto de vista do cidadão e evitar conflitos?.

TÁ NA CARA

Nesses sites de leilão da Internet se encontra de tudo mesmo, até maneiras novas de se anunciar. Um norte-americano está, por exemplo, alugando a testa para qualquer empresa que quiser colocar ali seu logotipo ou slogan por trinta dias. Seu principal argumento de venda: aproveite essa campanha de anúncios e faça parte da história.

Teve gente que deu alguns lances…

CUIDADO COM O QUE VOCÊ FALA

Bastou Bill Gates, o todo-poderoso da Microsoft, chamar aqueles que defendem a pirataria de músicas e filmes na Internet de ?comunistas reformados?, para que a rede fosse inundada de camisetas, bandeiras, mouse pads e cartazes de pessoas assumindo o nome e criando palavras como copyleft, uma brincadeira com copyright. Right, em inglês, é tanto ?o direito, o correto? como a direção ?direita?, daí a brincadeira com a direção esquerda em copyleft.

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